-Sta. Yildiz, - Serkan disse ao ver o quanto ela estava chocada – poderia se retirar ? Isso pelo jeito não será uma conversa para damas. - Oh pode apostar que não vai ser. - James disse bufando. - Claro. - Eda disse engolindo seco – Com licença. Assim que a porta se fechou Serkan rugiu : - Pode me explicar o que é isso Sr. James ? - Eu estou saindo, é isso que esta acontecendo. Não sou mais acionista desta empresa. Engin quase mutilou Serkan com o olhar. - Vamos conversar ? - Engin sugeriu – Porque o Sr. está se desvencilhando da empresa ? - Como porque, esse … moleque esta destruindo o que o pai dele demorou anos para poder erguer ! - Não fale do meu pai. - Serkan disse avançando para cima dele. - EI ! - - Engin se meteu entre os dois – Vamos conversar ! - Não se tem o que conversar. Esse moleque esta levando a empresa as ruínas, e eu é que não vou ficar aqui esperando para ver tudo desabar, perdendo o meu dinheiro. - Nada esta em ruínas Sr. James, não de bola para o que as revistas falam, é pura fofoca .. - Engin tentou apaziguar. - Oh, por favor Engin. - o homem disse revirando os olhos – Nisso nem você acredita. Você também deveria cair fora, ou vai cair junto com Serkan. Tudo o que as revistas andam falando é verdade. Esse menino não passa de um moleque brincando com o dinheiro. Com o nosso dinheiro. Essa empresa esta caindo cada vez mais no abismo, e ele só quer saber de farra e mulheres. A secretária nova é uma prova bastante concreta de como ele leva os negócios. Aposto que já esta planejando de como a levará para cama. Serkan apenas escutava com os olhos cheios de raiva, enquanto Engin o segurava. - Que preocupações ele tem se nem sequer família tem ? Não é como nós, que temos que sustentar esposa e filhos. Ele tem que sustentar a si mesmo e só. - o homem gritou – É um irresponsável. Não sabe o que compromisso. Somente no dia que ele se casar, ele vai saber o que é ser um homem. Um homem de família, não um homem que vive em puteiros ! - Orá seu … - Serkan começou mais Engin o interrompe. - Sr. James, pense melhor, esta nesta empresa a muitos anos, tem certeza que quer sair assim ? - Tenho. Eu ajudei o se pai a construir boa parte desta empresa, - ele disse apontando o dedo na cara de Serkan – e você mal saiu das fraudas ! Seu pai devia ter me nomeado presidente, e não a você que nem sequer sabe o significado da palavra responsabilidade. - Se você falar mais um vez do meu pai … - Serkan alertou entre os dentes - Falar o que ? Que ele deve estar se revirando na cova de tanto desgosto, e vergonha que esta sentindo do se único herdeiro ? - Ah se desgraçado ! - Serkan empurrou Engin e acertou um soco na boca de James, que tentou retrucar com um chute. Engin, tentando separá-los, segurou Serkan o puxando para trás, permitindo por descuido que James, acertasse dois socos na face de Serkan. Um no olho e outro no maxilar. Serkan conseguiu livrar ma mão que Engin segurava, e acertar outro soco na face de James, desta vez no nariz. - Saia daqui agora James ! - Engin gritou voltando a segurar Serkan O homem levou a mão no nariz gritando de dor. Seu nariz estava quebrado. - Isso não vai ficar assim ! - ele anunciou antes de abrir a porta e sair correndo. Eda, assim como os outros funcionários que estavam ali perto ficaram chocados ao ver o homem sair correndo enquanto seu nariz jorrava sangue. Num pulo se levantou e foi até a porta do escritório de Serkan, vendo este gritando bravo, enquanto Engin tentava acalmá-lo : - O espetáculo terminou pessoal. - ela disse para o bando de curiosos que se aproximavam – Voltem ao trabalho. Falando isso ela entrou na sala de Serkan e fechou a porta : - Alguém pode me dizer o que houve aqui ? - perguntou brava fazendo ambos os homem encarrarem-na sem reação - Isso é sangue ? - ela disse apontando para Serkan, sem dar tempo para eles lhe responderem a pergunta anterior – Oh me Deus é claro que é sangue ! - ela disse levando a mão até a boca histérica - Eda, - ele disse calmo – poderia se retirar ? Agora não é um bom momento.
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