Oiie, meus amores! Está tudo bem com vocês? Espero que sim! Cá estou eu, novamente, para mais uma postagem♥️
Eu espero que gostem do capítulo, comentem e me deem sua opinião, eu adorarei ler todos os comentários! Afinal de contas, os comentários, opiniões e críticas construtivas me incentivam demais♥️
Eu gostaria de pedir um favorzinho, apertem a estrelinha de voto, pois, é um grande incentivo para que eu continue postando, e, sigam o meu perfil, para que possam ficar atualizados (as) das fanfics❤️
*PS.: Aproveitem que esse é o penúltimo capítulo das férias deles!
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(Nina POV)
Sábado 09:43 AM.
— Eu disse que a feira cultural iria se estender até hoje — Ian diz, de maneira convencida. Eu o encaro com ambas as sobrancelhas erguidas, em puro desdém.
— Você sabe muito bem que não tinha certeza de nada — Retruco, sorrindo irônica — Essa foi apenas uma desculpa que usou, e no intuito de poder dormir até mais tarde ontem — O acuso. Em resposta, ele pisca em falsa surpresa.
— Assim você me ofende, meu anjo — Ian põe a mão sobre o peito, dramático.
— Seu sarcasmo e cinismo me comovem — Eu reviro os olhos, embora um sorrisinho curve os cantos da minha boca.
— Fazem parte do meu charme encantador — Ele sorri. Balanço a minha cabeça em negação, prendendo o riso — Funcionou com você, não foi? — Questiona, sorrindo quando não rebato. Abro minha boca. Contudo, ao não saber o que dizer, torno à fechá-la. O sorrio dele aumenta, a satisfação cintilando em suas feições.
— Então, quer dizer que você usou seu charme encantador para me conquistar? — Pergunto, o observando com atenção.
— Claro que sim — Responde, de imediato. Ian para de andar, e, se aproxima de uma pequena banca de acessórios. Eu o sigo, curiosa — Fui... Um verdadeiro idiota com você. E, no início, só mostrei meu lado ignorante e arrogante — Ian faz uma pausa, enquanto experimenta um dos óculos de sol ali expostos, mas ele logo volta à dizer — Essa era uma situação desagradável, e uma que carecia de conserto. Eu quis mostrar mais, e me abrir para você e fazê-la enxergar o que eu tentava esconder — Comenta, baixinho, enquanto se abaixa levemente. Ele encara seu reflexo no pequeno espelho posto em cima da mesa improvisada – a que exibe os produtos à serem vendidos — Esse aqui ficou bom, não é? — Indaga, mudando de assunto brevemente e se virando em minha direção, mostrando-me o óculos de armação, e também lentes, preta. Ian o abaixa, equilibrando-o no nariz. Ele me olha, seus olhos azuis astutos me sondando o rosto.
— Ficou, sim. Perfeito — Sorrio, concordando. O moreno se vira na direção da dona daquela banca.
— Vou ficar com esse — Decide, entregando o acessório para que a mulher pudesse guardar na caixa.
— Quando foi que você decidiu que iria tentar me conquistar? — Pergunto, curiosa, cruzando os braços frente ao peito e o esperando pagar a mulher, cujo nome é Palmer. – Escutei ela falar para Ian, assim que se apresentou e se fez bem prestativa à atendê-lo.
— Não sei ao certo — Ian admite, pegando sua compra. O meu namorado me abraça de lado e, ele nos guia pelas ruas pavimentadas — Bem à princípio, a encarava como uma mulher... Eu a encarava como uma mulher inacessível. Você é direta, sempre deixou muito claro que não me suportava — O moreno possui uma expressão claramente pensativa, enquanto diz: — Então, quando eu comecei à gostar de você, eu fazia uma puta questão de te irritar. E, eu buscava, desesperadamente, uma forma de chamar sua atenção. Você era tão indiferente comigo, e tão distante — Ele resmunga, o que me faz sorrir — Sabe, eu percebi que estava perdido no dia da detenção — Ian confessa, me encarando — A sua pergunta me pegou, e completamente, de surpresa. Eu fugi — Ele solta uma risada, então franze sua testa — Em certos momentos, eu fui completamente contraditório ao me expressar, ou até mesmo lidar com aquilo o que sentia. Eu buscava formas de lhe chamar a atenção, sim, mas quando conseguia, simplesmente travava. Então, eu a afastava — Ian desliza a mão pela minha cintura, apertando levemente — E você sempre tinha as perguntas, e as respostas, na ponta da língua. E eu me sentia estupidamente perdido. Eu tinha em mente que precisava, de verdade, chamar sua atenção. Entretanto, não sabia o que fazer depois que a conseguia — O homem ao meu lado faz uma careta — Eu... Me dei conta de que gostava de você no dia que te vi chorando na escada — Começa, a expressão séria — Me doeu tanto, mas tanto, vê-la chorar. Eu fiquei estático. Por um breve, mas doloroso momento, sua dor se tornou a minha. Foi algo tão forte, e se tratava de uma dor esmagadora. Uma sensação de impotência me consumiu, se espalhou pelo meu corpo, naquele momento. E eu não sabia o que tinha acontecido, e isso me enlouqueceu. Você me afastou uma, então uma segunda vez. Eu fiquei desesperado. E quando você disse que não tinha motivos para sorrir... Eu pensei: caralho, tudo o que eu quero é ser o causador dos sorrisos dela — Sinto as lágrimas quentes escorrerem por minhas bochechas — Então, prometi que a faria sorrir novamente — Ian para, segura meu rosto entre seus dedos e limpa as lágrimas salgadas com carinho — Oh, meu anjo, eu simplesmente amo o seu sorriso. E sempre farei de tudo para mantê-los aqui — Ele aponta para aquele que cresce em minha boca. Um próprio curva seus lábios — Aqui é o lugar deles — Afirma, se aproximando. Ele me puxa pela cintura, me abraçando pela lombar e repousando as mãos ali — Amo você — Diz, e me dá um beijo na testa. Eu sinto o meu peito quentinho. Os meus batimentos cardíacos são constantes e tranquilos.
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FUCK ME, TEACHER || NIAN
Fanfic*Em revisão* Até onde você chegaria, o que você seria capaz de fazer pra poder conseguir aumentar seu desempenho na matéria que você está com a nota péssima? Conseguiria engolir o orgulho, esconder os sentimentos e admitir que precisa das aulas part...
