sequestro

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Ele olhava a foto e sorria parando o carro em frente a casa de sua sogra, onde provavelmente sua mulher e seu filho lhes esperavam, ele atrasou um pouquinho, mas isso foi coisa de dez minutinhos, ele não via a hora de contar as boas novas, contar que a família iria crescer e não via a hora de abraçar sua mulher e compartilhar com ela a felicidade que ambos sentiam e também explicar ao pequeno tudo que iria acontecer e que estava acontecendo, ele desceu do carro e viu uma movimentação estranha na frente da casa da sogra.

O: Bento meu filho, Helena está com você ?? ( Olhando para o carro)

B: não sogra, marcamos de nos encontramos aqui com vocês, ela ainda não chegou? Deve estar arrumando o Breno!

Lu: não tá, acabou de vir de lá e só encontrei isso no meio do caminho! ( Seu coração de pai está agoniado, e depois que encontrou o sapatinho do neto perdido no chão no caminho desesperou-se)

B: esse sapatinho parece com o do Breno!

Lu: pare e é! ( Vira o solado e mostra o nome colocado era o que ele gostava de ir pra creche então era necessário identificação)

O: meu coração tá apertado meu Deus...

Chorosa, ela fala e em desespero Bento corre em direção a sua casa, esquecendo até mesmo do carro ao seu lado, ele corria em desespero e quando chega acompanhado de seu sogro ao tocar na porta ele sentiu uma sensação inexplicável, um péssimo presságio, ele abre em desespero e pressa e grita por sua mulher em agonia.

B: Helena, meu amor!!  Helena?? HELENAAAA!! ( grita passando por todos os cômodos da casa e o pai da sua mulher faz o mesmo mas não tinha sinal da presença da mulher e da criança) Meu Deus... Meu Deus.... ( Pega o celular e começa ligar em desespero para ela)  Fora de área!!!

Lu: Bento, não quero te desesperar, mas meu coração de pai diz que precisamos chamar a polícia... ( Engole a seco seu choro e a atenção e voltada para a senhora que entra em lágrimas a procura dos olhos de seu neto)

SC: meu filho me perdoa.... ( Chora em desespero e é acompanhado por os dois pais do Bento) Me perdoa, eu não consegui ver a tempo... ( Chora)

B: Ci, do que você está falando? ( Preocupado e angustiado)

BF: mamãe teve uma visão, onde está Helena e meu neto? ( Sua voz tinha preocupação e não queria acreditar na visão de sua mãe que estava passando a tarde com ele naquele dia)

B: o que você viu? ( Segura ela pelos ombros em desespero) 

SC: eu vi um carro preto, vi mãos grandes tapando a boca dela e vi meu bisneto chorando e pedindo pra mamãe dele acordar, mas depois o colocaram pra dormir a força... ( Chora)

BF: para mãe, para!!!( Começa ficar sem fôlego, ele também tinha flashback das visões, infelizmente ao ver dele ele não conseguia se livrar de seu sangue cigano)

B: meu Deus... Meu Deus, minha mulher e meus filhos.... ( Senta com as mãos na cabeça)

SC: eu não consegui ver a tempo... ( Chora)

J: você não tem culpa,Ci... Precisamos chamar a polícia!

O: Bento... Aí meu Deus... ( Entra em casa com uma mulher e um homem) Eles viram um homem levando minha filha.... ( Fala em choro)

Pedro: meu nome é Pedro e essa e Jane minha esposa, a gente não sabia como agir, chegamos aqui agora no condomínio, ele não nos viu, puxei a minha esposa pra destras do nosso carro...

Jane: sinto muito, ligamos pra polícia e relatamos a placa do carro... A moça daqui ainda tentou segurar o homem pra o menino correr mas ele colocou alguma coisa no nariz dela e jogou ela com tudo dentro do carro preto, o menininho paralisou e quando ia correr foi pego....

B: eu imploro, como ele era?

Pedro: foi tudo muito rápido, mas ele era alto,  era forte na verdade mais gordinho mas não tanto, cabelo escuro...

Jane: parecia um pouco com o senhor! ( Aponta pra júnior) Só que nem mais novo...

O clima pesa e automaticamente o pai fica angustiado, talvez pressentisse.

B: quem será meu Deus... ( Ele não conseguia ligar os pontos, seu medo era maior que qualquer coisa)

J: filho, agora precisamos chamar a polícia!

O: eu já chamei, eles já estão vindo...

Pedro: a gente também, relatamos o número da placa!

Lu: graças a Deus...

Logo o caos foi instaurado, a polícia chegou e foi confirmado, aquilo se tratava de um sequestro relâmpago, Bento estava desolado, foi ouvido ele e todos mais presentes, principalmente as testemunhas que viram e logo as buscas começaram.

....

Continua....

Minha Doce Vingança Histórias para pegar e não largar. Descubra agora