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• Neguinho •
Rafaelly gemeu contra a minha boca, encostando a testa na minha, enquanto rebolava devagar em cima do meu pau.
Mordi o lábio dela, puxando um pouco com os dentes, e ela sorriu, me dando um selinho demorado.
Avisou que já estava quase gozando, então eu segurei ela pelas coxas, metendo rápido por baixo. Já estava quase gozando também, e quando ela deu uma reboladinha, foi o ápice pra mim.
Respirei fundo, passando a mão no rosto, e ela gemeu alto, gozando também. Encostou a cabeça no meu ombro, ainda sentada em cima do meu pau, comigo dentro dela.
Ficamos um tempo em silêncio, com ela deitada com a cabeça no meu ombro, fazendo círculos com a ponta do dedo ali.
Eu fiquei passando a mão nos cabelos enormes dela, enquanto pensava no que tinha acabado de rolar aqui dentro. E na moral, pensei até que iria me arrepender depois dessa porra, mas a verdade foi que não tô com um pingo de arrependimendo, serinho.
Ai, Sinistro que me perdoe, mas gostei pra caralho de transar com a irmã dele dentro do meu carro.
Rafaelly: É, não consegui cumprir minha meta. - falou do nada, dando uma risada baixa.
Neguinho: Que meta?
Rafaelly: Resistir a tu, negão. Atentou, atentou e cá estamos nós.
Neguinho: Agora vem dizer que tu não queria? Se arrependeu foi?
Rafaelly: Eu queria transar com você sim, mas tinha que resistir, por medo e insegurança. - levantou a cabeça do meu ombro, me olhando com uma careta. - E não, eu não me arrependi! Até que você faz gostosinho.
Neguinho: Gostosinho? Ah pô, fala ai, fui o melhor que tu já pegou.
Ela parou pensando, e deu risada negando com a cabeça. Olhei pra cara dela serinho, e ela saiu de cima do meu colo. Tá me tirando mesmo, porra.
Neguinho: Ah garota, dentro de um carro tu quer que eu faça o que? Tem nem espaço nessa porra.
Rafaelly: Não tô dizendo que foi ruim, porque nossa, eu gostei pra cacete, e fiquei maluca com você penetrando devagarinho por baixo, só que...
Neguinho: Só que nada. Ala. Deixa tu, na próxima tu vai ver. - apontei pra ela, que soltou um sorrisinho de lado, com a maior cara de safada.
Ih pô, conheci essa menina assim não!
Neguinho: Tu também não foi a melhor que eu já transei, mas tu sabe sentar gostoso pô, tu sabe. - fui jogando sujo com ela, e a garota veio me olhando no deboche.
Rafaelly: Mas fui a que mais você transou com vontade, tô ligada nisso. - falou, e eu nem disse nada, deixei ela lá com os pensamentos dela.
Suspirei alto, e tirei a camisinha cheia de gozo meu, e melada por fora, com a porra dela. Amarrei a camisinha, deixando ela do lado do meu banco, pra jogar no lixo depois.
Rafaelly arrumou mó treta pra se vestir, que até chorando a menina quase estava, reclamando que estava toda melada e que não tinha como se limpar ali.
Colocou a calcinha e logo em seguida o shorts, procurando depois pelo sutiã e a camiseta.
Só arrumei minha bermuda, colocando meu pau pra dentro da cueca, e já fui ligando o carro pra poder ir embora dali da onde a gente estava.
Só tinha parado o carro em uma rua escura que eu vi, e foi pô. Rolou.
Se alguém viu o carro balançando, eu não sei. Nem me liguei nessa parada quando ela estava me mamando, só quis parar logo e botar tudo pra foder.
Rafaelly: Passa na farmácia pra eu comprar uma pílula do dia seguinte. - me olhou.
Neguinho: Eu usei camisinha, Rafa.
Rafaelly: Isso não é 100% seguro não, Wellington. Se vazou e a gente não sentiu, nós tá fodido, e a última coisa que eu quero ser agora, é mãe.
Balancei a cabeça e fui indo na direção de uma farmácia perto da favela. Parei na frente de uma, dando o dinheiro pra ela, mas a menina nem quis, só desceu do carro e foi correndo comprar a parada.
Fiquei de boa ali, esperando ela voltar, e quando finalmente voltou, liguei o carro e parti pra comunidade.
Neguinho: Tu não toma anticoncepcional não, garota? - olhei pra ela de relance, logo voltando minha atenção para a rua.
Rafaelly: Eu tomava antes, mas eu parei. Não sei porque, mas vou passar no gine pra voltar a tomar. - suspirou.
Só resmunguei um 'aham' e ficamos os dois em silêncio o caminho todo até a favela. Parei o carro na frente da casa da tia, e desliguei o mesmo.
Neguinho: Aí Rafa, essa parada que rolou aqui dentro, fica só entre nós dois, porra. Tá ouvindo? - perguntei, e ela me olhou, balançando a cabeça. - Não conta nem pro Fábio.
Rafaelly: Vai ser difícil eu esconder algo daquela poc, mas eu juro que vou tentar ao máximo não abrir minha boca.
Neguinho: É só deixar a boca fechada, e esquecer disso quando estiver com os outros. - falei, e ela revirou os olhos. - Quando tomar a pílula me avisa.
Rafaelly me olhou confusa, mas apenas balançou a cabeça, e veio me abraçar. Dei um beijo no pescoço dela, e um cheiro logo em seguida, fazendo a garota soltar um suspiro baixinho.
Rafaelly: Deixa eu ir, antes que eu acabe dando pra você de novo dentro desse carro, euem negão.
Se afastou de mim, e eu só sorri de lado pra ela, dando uma piscada, esperando ela sair do carro pra entrar em casa.
Rafaelly mandou um beijo pra mim, e entrou na casa, fechando a porta.
Eu respirei bem fundo ligando o carro, e fui indo pra minha casa, só pensando no bagulho que tinha rolado dentro desse carro hoje.
Ai, gostei pra caralho mané. Garota representa demais nessa porra, pô. Fiquei até desnorteado com ela rebolando, papo reto.
E já até tinha a certeza, que mesmo não podendo, e correndo o risco de isso dar merda, eu queria fazer rolar outra vez com aquela menina. Ih.
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Ler os comentários de vcs da maratona, deixaram minha noite perfeita cara KAKAKAKAKAKAK eu amo.
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Lance Proibido
RomanceA Razão nos contém dos nossos desejos proibidos... A vontade se cala, mas não se acaba... Hoje a emoção é amiga da Razão. Mas se a vontade falar mais alto e a emoção trair a razão... Amanhã vai sair na primeira edição, um crime de paixão...
