A Razão nos contém dos nossos desejos proibidos...
A vontade se cala, mas não se acaba...
Hoje a emoção é amiga da Razão.
Mas se a vontade falar mais alto e
a emoção trair a razão...
Amanhã vai sair na primeira edição,
um crime de paixão...
Dei um beijo na nuca da Rafaelly, enquanto fodia ela agora de lado em cima daquela cama enorme. Ela estava com os olhos fechados, com uma das mãos em meu rosto, fazendo carinho.
Segurei sua coxa firmemente, deixando um tapa forte ali.
Levei meu olhar até o espelho que tinha preso no teto, em cima da cama que estávamos. E ver nós dois ali, junto um ao outro, me deu mó bagulho estranho.
Ih, ala.
Tava nem me entendendo hoje nessa porra, menor. Euem.
Penetrava nela com força, e Rafaelly esfregava dois dedos seu em sua buceta, um pouco à cima da onde meu pau entrava e saia dela.
Ela virou o rosto por cima do ombro, me olhando com aquele sorrisinho safado dela, e eu não resisti em beijar ela mais uma vez.
Já estava sentindo ela ficando cada vez mais mole, com a respiração mais acelerada, então comecei a diminuir a velocidade das investidas dentro dela, penetrando bem devagarinho.
Nosso beijo também era lento, gostoso pra caralho, e tava ligado que estava me viciando nisso já. Ala.
Meu pau começou a pulsar dentro dela, então assim que percebi que ela já tinha gozado, eu tirei meu pau pra fora, gozando em sua coxa.
Rafaelly soltou um suspiro alto, e se ajeitou ao meu lado, ainda com as pernas abertas. E quando já ia me levantando pra ir tomar um banho, vi ela passar o dedo indicador sobre a coxa, no meu gozo, e levando ele até sua boca.
Engoli em seco, mordendo meu lábio inferior, reparando o quanto aquela mina é surreal até nas pequenas coisas que ela faz. Caralho, mané.
Rafaelly: Vou tomar banho contigo. - se levantou também, dando um sorrisinho.
Nós foi direto pra ducha que tinha naquele quarto também, e a maluca já foi ligando o chuveiro no quente, entrando de baixo d'água.
Neguinho: Tá querendo derreter nessa porra aí?
Rafaelly fez uma careta pra mim, me ignorando legal. Neguei com a cabeça, e empurrei ela um pouco pro lado pra poder entrar de baixo da água.
Passei as mãos por meu rosto com a água caindo, e fiquei morgando naquela parada, até sentir a Rafaelly me abraçando por atrás, encostando a cabeça nas minhas costas.
Na hora, comecei a pensar em diversas coisas estranhas enquanto ficava com ela abraçado ali.
Neguinho: Aí, Rafa... tá rolando sentimento nessa parada aqui, não né? - perguntei baixo, com um certo receio.
Não tive resposta logo em seguida, e só escutei ela respirando fundo, me apertando mais naquele abraço.
Rafaelly: Não... não está!
******
Encarei bem aquela menina deitada de bruços na minha frente, apenas de calcinha, me olhando com um sorrisinho no rosto, e dei risada.
Neguinho: Ala, deixa ela saber que tu fica fofocando da vida dela pra mim.
Rafaelly: Se você não abrir a boca, ela nunca vai saber. - fez uma careta. - Mas já não é novidade pra sua ficante, saber que não vou com a cara dela.
Neguinho: Não fico mais com a Yasmin faz uma cota já, mas eu até gostava de passar um tempo com a mina. Ela é firmeza!
Rafaelly: Firmeza contigo que bancava ela, né Wellington?! Euem, trabalhei com ela na lojinha e posso dizer com toda a certeza que ela é um cão com todo mundo.
Dei de ombros nem rendendo mais nesse assunto, e ela fez bico, olhando para o espelho no teto.
Rafaelly: Cadê seu celular em?
Apontei para a minha bermuda no chão, e ela se levantou, indo até lá para pegar meu celular. Se deitou novamente na cama de bruços, apoiando a cabeça em minha coxa, e logo o barulho dela tirando foto.
Rafaelly: Ninguém mexe nesse seu celular aqui, não né? - me olhou, entregando meu celular.
Neguei com a cabeça, e só vi a foto que ela tinha tirado do nosso reflexo no espelho do teto.
Neguinho: Seu bundão nessa foto parece que ficou maior...- olhei bem pra foto, passando a mão na barba.
Ouvi sua risada, e ela logo veio vindo deitar com a cabeça em meu peito. Tirou a minha mão do meu queixo, e começou a passar as unhas em minha barba, enquanto cantava alguma música baixinho.
Deixei meu celular de lado, e me ajeitei ali com ela, abraçando sua cintura.
Comecei a pensar em várias paradas ali sobre eu com a Rafaelly.
Isso era um bagulho que nem deveria ter começado, e hoje estou aqui agarrado com ela nesse motel, sentindo mó parada boa.
Tinha perguntado pra ela no banheiro se estava rolando sentimento, praticamente gritando pra ela dizer não, pois não queria que ela se apegasse, ou sentisse algo mais profundo, porque eu sei que isso aqui que nós tem hoje, logo vai acabar.
E na moral, não quero que fique uma relação estranha entre a gente quando essa parada aqui parar de uma vez
******
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.