**Capítulo 73**

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Meu corpo se arrepiava a cada toque que o Wellington dava em meu corpo. Suas mãos subindo e descendo pelas minhas coxas pressionando cada parte delas, faltava eu morrer de tanta sensação que isso me trazia.

Eu estava pressionada em uma das paredes de seu quarto, enquanto ele beijava meu pescoço, sempre subindo a boca pelo meu queixo, até chegar em minha boca.

Eu me desmanchava inteira quando nossas bocas se tocavam e um outro beijo caloroso começava.

Minhas mãos subiam e desciam por suas costas já nuas. Ele estava quase sem nada. O que nos separava era sua cueca e a minha calcinha. Apenas.

Meu seios estavam de fora, roçando em seu peito nu. Os bicos enrijecidos e implorando para que ele levasse a boca até lá.

E acho que lendo meus pensamentos e vendo meu desejo em meus olhos, Wellington separou sua boca da minha, descendo a mesma por meu pescoço até meus seios.

Fechei meus olhos, apoiando a cabeça na parede. Meus lábios entreabertos soltavam diversos gemidos baixos, implorando por mais.

Sua língua quente rodeava o bico do meu peito, chupando e as vezes mordendo levemente. Meu corpo reagia, e a minha intimidade já estava encharcada naquele momento.

Uma de suas mãos desceu pela lateral do meu corpo, indo até o meio das minhas pernas que abraçavam sua cintura.

Assim que senti seus dedos por cima da minha boceta, raspando na calcinha, eu abri meus olhos na hora, implorando para ele estimular de uma vez.

Seus dedos arrastaram minha calcinha para o lado, e assim que seus dedos encostaram em meu clitóris, eu gemi um pouco mais alto.

Deitei a cabeça em seu ombro, mordendo levemente aquela parte de seu corpo. Sua boca subiu até meu ouvido, onde ele começou a me dizer diversas putarias, que só me estimularam ainda mais.

Mordi um pouco mais forte o seu ombro e em troca ganhei um forte tapa na lateral de minha coxa.

Seus dedos voltaram a esfregar minha intimidade, e quando finalmente ele introduziu um dedo, eu me desmanchei por completo. E enquanto meu gozo escorria para fora, ele continuava a esfregar os dedos naquela região.

Depois de mais alguns instantes, ele tirou os dedos de lá, levando os até sua boca, onde chupou cada resquício meu que havia em seus dedos.

Aquela cena fez minha boceta pulsar, querendo mais. Muito mais.

Levei uma das minhas mãos até seu pau que ainda estava coberto pela cueca. Já estava duro, implorando para finalmente me sentir.

Baixei sua cueca lentamente, vendo seu pau pular para fora, babando.

Mordi meu lábio inferior, mas resolvi que iria colocá-lo na boca mais tarde, pois agora eu queria mais do que tudo senti-lo dentro de mim.

E como eu tinha voltado a tomar anticoncepcional, não me importei com a camisinha naquele momento.

Na verdade, eu não estava me importando com mais nada naquele momento.

Sabia que essa seria a nossa última vez, então queria aproveitar cada mínimo pedaço dele. Queria senti-lo por completo. E logo.

Bati uma rápida punheta para ele, passando o polegar na cabeça. Então levei seu pau em direção a minha intimidade.

Esfreguei seu membro no meu clitóris por um tempo, torturando nós dois, e quando ele pediu com a voz rouca de tesão para eu enfiar logo, eu finalmente me ajeitei em seu colo, deixando mais fácil para ele me penetrar de uma vez.

Seu pau deslizou para dentro de mim, arrancando gemidos altos de nós dois. Enlacei meus braços em seu pescoço, puxando-o mais para mim.

Nossas bocas colaram uma na outra novamente, enquanto nossos corpos se chocavam. O barulho de suas bolas batendo em mim era alto, e meus gemidos quase mais alto do que aquilo.

Eu não conseguia controlar. Na verdade, eu não conseguia controlar nada quando estava perto desse homem.

Uma de suas mãos apertaram minha cintura com força, e a outra voltou a esfregar minha boceta, enquanto seu pau entrava e saia com força de mim.

Eu gemia contra sua boca, e o Wellington ainda dizia várias e várias sacanagens pra mim. Isso já estava me deixando maluca.

Quando pude olhar em seus olhos, eu senti tanta coisa, que nem eu soube explicar direito para mim mesma o que estava rolando naquele momento.

Era vários sentimentos maravilhoso rondando meu peito, e os único que consegui decifrar, foi a paixão e o desejo que eu sentia por ele.

E logo meu peito se apertou ao lembrar que depois dessa noite, nossos corpos iriam se desgrudar para sempre.

******

Por alguns momentos, meu olhar estava preso no teto do quarto do Neguinho, enquanto ele sussurrava em meu ouvido o quanto eu era linda, perfeita e tudo aquilo que ele sempre sonhou.

Depois de termos uma transa maravilhosa, ficamos enroscados um no outro em cima de sua cama.

Alguns minutos em silêncio, e os outros com ele dizendo coisas que faziam meu coração disparar.

Meu dedo indicador descia de sua boca, passeando por seu queixo, e voltando para sua boca.

Ele era tão lindo.

Nossos olhares estavam cravados um no outro, e nenhum de nós dois tinha a intenção de desviar ou sequer piscar.

Neguinho: Eu... eu amo você, Rafaelly. - sua voz saiu tão baixa que quase não escutei.

Mas consegui escutar e ouvir aquilo foi a coisa mais incrível que já escutei. Meu coração disparou e ele faltou sair pulando de meu peito.

Rafaelly: Eu também te amo, Wellington. - admiti, sentindo meus olhos marejados. - Muito.

Meu peito se apertou tanto naquele momento, e a única coisa que eu desejava era ficar em seus braços para sempre. Sempre.

Neguinho: Não importa o que aconteça, Rafa, sempre lembre que eu te amo como jamais amei alguém nessa vida, tá ouvindo? - balancei minha cabeça. - Tudo vai ficar bem no final entre a gente. Eu te prometo.

Sim, tudo tinha que ficar bem.

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