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• Neguinho •
Enrolei os cabelos da Andressa na minha mão, e puxei devagar, fazendo ela soltar um gemido baixinho, com a cara no colchão.
Dei maior tapão na bunda da mina, e quando já ia penetrando nela outra vez, meu celular começou a tocar do meu lado, e eu bufei, indo pegar aquela porra.
Quando vi que era a Naysa me ligando, eu desliguei, e a Andressa me olhou por cima do ombro
Andressa: Acho melhor você atender. - fez um bico, e eu dei de ombros.
O celular começou a tocar mais uma vez, e a minha vontade foi de tacar aquela porra na parede, mandando a Naysa tomar no meio do cu dela.
Andressa: Atende Neguinho! Pode ser alguma coisa com teu filho...
Neguinho: Provavelmente é a louca enchendo a porra do meu saco.
Me sentei na cama, e atendi aquela merda, colocando no ouvido.
Ligação:
Neguinho: Qual foi, caralho? Fala logo em Naysa.
- É eu, Neguinho.
Neguinho: Tá fazendo o que com o celular da maluca, Rafaelly? - fiz uma careta, ouvindo o suspiro dela.
Rafaelly: Eu não sei aonde a Naysa está, Wellington. William me ligou do celular dela, falando que estava com dor na barriga.
Neguinho: Ele estava sozinho?
Rafaelly: Estava na casa de uma vizinha. Tô aqui com ele no posto, esperando pra ser atendido. Ele está chorando de dor, Wellington, e eu tô desesperada.
Me levantei da cama na hora, e já fui me vestindo rápido, ainda na ligação com ela.
Neguinho: Tá no postinho perto da favela?
Rafaelly: Aham.
Ela respondeu e eu só ouvi o William chorando no fundo, e já comecei a ficar desesperadão, pô.
Ligação.
Desliguei a chamada, e terminei de me vestir na pressa. Andressa me olhou confusa, mas também foi se vestindo.
Só fiz um sinal pra ela, que já entendeu e saiu do quarto daquele motel comigo correndo. Já tinha pagado por algumas horas, então fui direto para o meu carro, entrando ali e ela veio junto.
Sai de lá a milhão, com a Andressa só pedindo pra eu tentar ficar calmo, se não acabaria batendo o carro, mas na moral, não tinha como eu ficar calmo sabendo que meu filho estava no hospital, e que a mãe dele tinha sumido e largado o menino com qualquer pessoa.
Vai tomar no cu, deixa só a doente aparecer, que ela vai ter o dela. Tá me tirando já pô, rum.
Graças a Deus não estava tão longe lá da favela, então em menos de meia hora, eu já estava na frente do posto. Tinha ambulância chegando, e estava uma correria do caralho já ali frente.
Andressa: Tu tem convênio em algum outro hospital? - me olhou, e eu balancei a cabeça. - Então só vai lá pegar ele, pra gente levar em outro lugar, aqui está um caos.
Deixei ela ali no carro e entrei naquela porra que estava cheia pra caralho. Procurei por todo o canto a Rafaelly com o meu filho, e fui encontrar ela perto da enfermaria, sentada no chão, com o William chorando no seu colo.
Assim que ela me viu, se levantou com o William, e já pude ver que ela também estava chorando.
Neguinho: Ele ainda não foi atendido? - ela negou com a cabeça, passando a mão no rosto.
Peguei o William no colo, que chorava pra caralho mesmo, apertando as mãos na barriga.
Neguinho: Tá sentindo dor em que lugar da barriga? - olhei pra ele, que colocou a mão um pouco abaixo do peito.
Balancei a cabeça e sai com ele e com a Rafaelly daquele postinho, indo em direção ao meu carro.
Coloquei o William junto com a Rafa no banco de trás, e entrei no motorista, já dando partida pra sair dali.
Rafaelly: Oi. - falou com a Andressa, que sorriu pra ela. - O William disse que tá com essa dor a alguns dias já, Wellington, mas falou que a Naysa disse que era só uma dorzinha no estômago.
Neguinho: E cadê essa filha da puta?
Rafaelly: Eu não sei. William disse que ela saiu era de tarde ainda, e até agora não voltou. - suspirou. - Deixou o menino na vizinha com o celular dela, e saiu.
Neguinho: Vou mandar os caras atrás dela, e quando ela aparecer, vai ter a cobrança que ela tá merecendo a tempos.
Andressa: Esquece essa mulher agora, Wellington. Depois você pensa no que fazer com ela, a gente só tem que levar seu filho pra fazer exame logo, menino não tá aguentando de dor.
Eu nem disse nada, só fui indo em direção ao hospital que eu pagava o convênio para o William.
Quanto mais eu ouvia o choro dele atrás no carro, mas eu ficava com um medo do caralho de ser algo sério, mas também meu ódio pela Naysa só subia cada vez mais, e por agora, já tinha chegado no meu limite com ela, só esperando ela aparecer pra mandar pra cobrança.
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Lance Proibido
RomanceA Razão nos contém dos nossos desejos proibidos... A vontade se cala, mas não se acaba... Hoje a emoção é amiga da Razão. Mas se a vontade falar mais alto e a emoção trair a razão... Amanhã vai sair na primeira edição, um crime de paixão...
