Meus olhos já estavam pesando com o sono batendo, e a Rafaelly só passando as unhas levemente ainda por minha cabeça, descendo para a nuca.
Meu rosto ainda estava enfiado na curva de seu pescoço, e sinceramente isso estava me dando mais sono ainda.
Tinha trampado o dia inteiro na boca com os crias, fazendo cobrança e contando os lucros do dia, e da semana. Mó correria!
Estava cansado pra caralho, e vim achando que iria relaxar com a Rafa, mas só me estressei nessa porra, ouvindo a maluca do lado gemer.
Na moral, bagulho chatão!
Rafaelly: Wellington, tá dormindo? - ouvi ela perguntando baixinho, e eu só resmunguei baixo. - Ela parou.
Na hora eu já levantei a minha cabeça com tudo, ouvindo sua risada. Sai de cima dela, coçando os olhos, e me alongando ali.
Rafaelly: Vamo na hidro...- me olhou fazendo um biquinho, e eu só balancei a cabeça, indo ligar a hidro pra gente.
Tirei minha bermuda de moletom, deixando em cima da cama, e logo tirei a cueca também, ficando peladão na frente da menina.
Rafaelly: Aí Negão...- falou baixinho, mordendo o lábio inferior.
Assim que eu entrei na hidro, apoiei meus braços na borda, olhando fixamente pra Rafaelly, que se levantava da cama, ajeitando os cabelos.
Menina tava gostosa demais naquela lingerie preta, pô. Aguento não, mané, que isso...!
Só que ver ela tirando aquilo, com o olhar preso no meu, foi maior parada, que já senti meu pau ficando duro outra vez.
Respirei fundo, passando a língua por alguns instantes no meu lábio inferior, e continuei observando ela caminhar pelada em direção a hidro também.
Rafaelly veio direto sentando em cima de mim, com uma perna de cada lado, e o busto bem próximo a mim.
Seus peitos praticamente batiam em meus pescoço, roçando o bico na minha barba.
A filha da puta tinha um sorriso de pura malícia e luxúria nos lábios, enquanto me olhava com um olhar estranhão.
Apertei suas coxas com força, descendo minhas mãos até sua bunda, dando um tapa fraquinho ali.
Rafaelly segurou em minha nuca, e aproximou seu rosto do meu, juntando nossas bocas de uma vez.
Diferente dos outros, aquele estava sendo um beijo lento, com nós dois indo na boa, sem pressa alguma de acabar. Ela rebolava no meu colo, em cima do meu pau bem gostosinho pra caralho. Do jeito que eu me amarro mermo.
E ela sabe disso, e por isso faz, me deixando cada vez mais maluco por ela.
Tirei uma das minhas mãos de sua bunda, levando até seus cabelos, segurando com força, dando algumas puxadinhas.
Já estava ficando sem ar por conta do beijo, mas eu não queria separar minha boca da dela, então aguentei até o último.
Até que ela separou nossas bocas, e eu só senti sua respiração acelerada batendo contra a minha.
Dei um selinho demorado nela, e logo fui descendo minha boca, passando por sua bochecha, até chegar em seu pescoço, aonde comecei a dar vários chupões.
Ouvia seus suspiros baixinhos, e aquilo só me deixava mais instigado por ela.
Senti sua mão rodeando meu pau, começando a bater uma punheta lenta de baixo d'água.
Enquanto uma mão minha estava entre os cabelos dela, eu levei a outra até o meio de suas pernas, tocando sua buceta devagar.
Meus dedos encontraram seu clitóris, e eu já fui começando a massagear ele devagar, ouvindo ela começar a gemer baixinho.
Conseguia sentir meu pau pulsando na mão da Rafaelly, e ela só aumentando a velocidade da punheta.
Deixei o pescoço dela todo marcado com os chupões que por enquanto estavam vermelhos, mas que daqui a pouco já estariam começando a ficar roxos.
Dei um beijo em seu queixo, e com isso finalmente fui para seus seios, iniciando ali com beijos, mas fui logo enfiando o bico de um na minha boca, sugando com força.
Enquanto chupava seus seios, comecei a penetrar dois dedos dentro dela, movimentando lentamente.
Rafaelly gemeu um pouco mais alto, e encostou a testa na minha. Seus olhos estavam fechados, e eu não conseguia tirar o olhar de seu rosto, das expressões de prazer que ela fazia comigo apenas fodendo ela com meus dedos, e chupando seus seios.
Neguinho: Tá gostando assim, Rafa? - perguntei baixo, após eu afastar minha boca de seu peito. - Hm? Responde pô.
Rafaelly: Aham...- respondeu entre um suspiro, seguido por um gemido mais alto.
Rafaelly tirou a mão do meu pau, e segurou na minha mão, me fazendo tirar os dedos de dentro dela.
Segurou firme meu pulso, levando minha mão até sua boca. Ela chupou os dois dedos que eu estava fodendo ela, com o olhar preso no meu.
E mermão, aquilo ali me deixou instigado pra porra, com meu pau pulsando por ela.
Neguinho: Gostosa pra caralho... - murmurei, com ela ainda chupando meus dedos.
Assim que ela soltou minha mão, eu fui segurar em meu pau, pronto pra penetrar nela, mas foi quando eu lembrei da camisinha.
Rafaelly: Voltei a tomar os anticoncepcional, e eu sei que não é cem por cento seguro, mas... Neguinho, só... me fode logo. - ela pediu com uma voz baixa tão gostosa, que eu nem pensei duas vezes.
Comecei a penetrar nela devagar, mas a pilantra já foi sentando com tudo, me fazendo jogar a cabeça pra trás, soltando um gemido rouco.
Sua boca veio direto para o meu pescoço, e suas unhas arranhavam levemente o meu abdômen.
Ela intercalava as sentadas, com algumas reboladas, e as vezes ia para frente e para trás, de um jeito gostoso pra caralho, mané.
Eu só metia os tapão na bunda e na coxa dela, ou ficava puxando seus cabelos com força, porque sabia que ela gostava dessas paradas.
Rafaelly se comporta como uma dama em todos os lugares, mas pra mim, sua cara de "santa" não escondia que gostava de ser tratada como uma vagabunda na cama. E era isso que eu me amarrava nela.
Mina tem postura, mas entre quatro paredes faz cada parada surreal, que me deixa doidão, papo reto, consigo nem explicar esses bagulhos.
Só sei que eu já estava maluco por essa garota!
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Lance Proibido
RomanceA Razão nos contém dos nossos desejos proibidos... A vontade se cala, mas não se acaba... Hoje a emoção é amiga da Razão. Mas se a vontade falar mais alto e a emoção trair a razão... Amanhã vai sair na primeira edição, um crime de paixão...
