88° capítulo

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Jay.

Estava sendo torturado, e não era eu quem deveria estar sendo. Era ela.

Queria se vingar de mim pela chupada gostosa que eu dei nela.

Deito nu na sua cama depois de fechar a porta. Sarah se sente incomodada que Brutus e Mia vejam algo.

Seguro meu pau firme para cima, não vendo a hora de Sarah vim sentar nele.

Disse que ia no banheiro ou faria xixi na cama. Não seria ruim, ela gozaria mil vezes melhor, mas não quis gozar na minha boca e duvido muito que iria querer deixar escapar xixi na cama dela.

Mas entendi, ela adora gozar no meu pau, e queria fazer isso. Não vou impedi-la.

— Sarah! — a chamo não aguentando, quase enlouquecendo e indo atrás dela. — a cabeça do meu pau já tá doendo. — a escuto rir, enquanto me sinto sendo torturado.

— promete que não vai fazer outra cara ao invés de tesão? — olho para a porta do banheiro, onde ela estava apenas com a cabeça a mostra, escondendo o restante do corpo.

— prometo, oque foi? — ela põe mais um pouco. Vejo seus belos seios dentro de um sutiã de renda vermelho. A parte de baixo dos seus seios era coberto pelo tecido vermelho forte, mas do biquinho pra cima era totalmente renda.

Eu me deliciei de prazer. Era o conjunto que dei a ela, que a imaginei usando em todas as minha fantasias.

— vem logo antes que eu te busque. — falava sério, autoritário, ela riu.

— minha ppk fica descoberta. — concordo como se fosse óbvio.

— essa é a intenção, não tô a fim de colocar nada pro lado. Ou eu rasgo tudo ou eu meto do jeito que tá. — ela morde o lábio e vem andando vagamente, com as mãos pra frente me impedindo de ver o local que eu mais queria. — adoro essa Sarah envergonhada. Mas eu já vou tirar essa vergonha dela. — a puxo pra cama, onde ela deita e eu me levanto, ficando sobre ela.

Seus seios fartos pediam por mim e preferi me deliciar neles primeiro antes de ver a surpresinha lá em baixo.

Abocanhei ambos de cada vez, ouvindo Sarah gemer alto. Sabia que ela tinha os biquinhos tão sensíveis ao toque. Ao meu toque.

Chupei, passei a língua e deixei vários chupões como recordação amanhã para ela.

Fui fazendo uma trilha de beijos pela sua barriga até chegar na virilha, onde eu estava ansioso para ver aquela calcinha.

E porra... Que delícia. Foi feito pra ela. Ficou certinho, abraçou a sua cinturinha fina de uma maneira tão delicada, e deixou toda a sua buceta de fora pra eu meter sem dó, sem que o tecido se rasgue ou deslize pro meio de sua bunda.

que delícia, caralho. — dobro suas pernas, deixando a sua buceta bem apertada entre as coxas.

Sarah as segurou e eu pincelei meu pau ali, deslizando a cabeça pra dentro e retirando.

Como pode ela ser tão apertada de uma maneira absurda. Como ainda não se acostumou com o meu pau? Como o meu pau ainda não se acostumou com ela?

põe tudinho, ela aguenta. — contraio o maxilar ao ouvir isso, me enchendo de tesão e querendo me enfiar nela de uma vez por todas.

Mas acima de tudo, queria aproveitar.

A vontade estava tanta, que era capaz de eu gozar rápido.

— vai amor, bota rápido. Tava com saudade dela? Hum? — encaro o seu rostinho perverso e enfio sem dó nela, colocando tudo.

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