112° capítulo

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Dêem a estrelinha para ajudar o livro a crescer ⭐

Boa leitura 💜 🧚🏻‍♀️

Sarah.

Estava sentindo muita dor na barriga, como uma queimação que não parava por nada.

Também estava preocupada pois não estava fazendo acompanhamento médico, e consequentemente não sabendo se o bebê está bem.

Eu ganhei alguns kilos, Ben tem uma balança, mas também notei isso quando o short que sempre uso que era de Loren, de repente não entrava nas minhas pernas.

Na barriga eu até entendo, ela está enorme e difícil de esconder, mas o resto do corpo é impossível não notar que engordou.

E hoje faziam exatos dois dias que John apareceu depois de dias fora.

Ele trouxe presentes, vários. Estava bonzinho e brincalhão e veio com três caixas de pizza para comermos.

Eu mesma comi praticamente uma inteira.

Loren e Sky já notaram a minha barriga, mas eu falei que não estava conseguindo usar o banheiro direito, oque é totalmente mentira, mas a ingenuidade delas as fez acreditar.

Por que se parassem mesmo pra pensar, notariam que vou ao banheiro praticamente de 5 em 5 minutos.

Grávidas sentem mijadeira? Eu faço xixi o tempo todo!

— Sarah. — engulo em seco e finjo não ouvir, continuando a andar pelo corredor. — filha, venha cá. — ele não disse rude, mas disse mais alto.

Ben tomava banho cantarolando não tão alto, mas eu ouvi sua distração. As meninas conversavam no quarto e também estavam distraídas de todo o resto.

Eu apenas engoli em seco novamente e me virei após um tempo, com medo.

— sim, pai? — oh meu Deus, ele me olhou por inteiro.

Ele está me desejando...

— vamos conversar. Venha cá. — com muito medo eu andei calmamente até a sala.

Meu corpo, principalmente a minha barriga, pareciam ter mais alto controle do que eu. Eu não conseguia parar de tremer e a dor no meu estômago ficou maior.

Ao chegar próximo da poltrona em que ele estava sentado, eu me sentei para não ficar em pé a sua frente, com a barriga bem exposta a seus olhos... Ou a minha intimidade.

Peguei a almofada atrás de mim e cobri minha barriga.

— pode falar. — tento ser uma boa filha, aquela que "ama" a seu pai.

— você é mais esperta que aqueles três. — não disse rude a eles, mas sério a mim como se o assunto fosse bem sério. — sabe das coisas que faço. — não sabia oque dizer então apenas concordei, sentindo calafrio me percorrer.

E se ele me pedir pra ajudá-lo?

— aquelas duas pessoas que estavam aqui.. — ele faz uma pausa para olhar pelo corredor e se certificar de que ninguém vinha.

Eu por outro lado tive o coração acelerado. Naquele dia realmente achei que eles poderiam nos ajudar.

— então. — me encara. — eles fazem parte do grupo secreto da CIA. — engulo em seco e parece que aquilo era o suficiente pra eu sentir medo.

Mas eu senti muito medo!

Minhas emoções parecem estarem tão sensíveis. Eu choro por tudo ou sinto raiva e medo por qualquer besteira feita ou dita!

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