Dêem a estrelinha para ajudar o livro a crescer ⭐
Boa leitura 💜 🧚🏻♀️
Sarah.
Depois da ida de Jay e daquele choro intenso que tive repleto de várias emoções, finalmente liberaram o Ben para vir ao quarto.
E foi a melhor coisa.
Tudo graças ao segurança da porta, vou chamá-lo assim apenas.
A médica também disse que era obrigatório uma grávida ter acompanhante e "menores" de idade também.
Mas eu não poderia ser acompanhante das meninas já que eu também era uma paciente.
Sobrou pro Ben, que pôde vir ao quarto finalmente ficar com nós já que ganhou alta bem rápido.
Ele estava bem, com a cabeça abalada mas bem de suas dores. Disse que nunca tomou um remédio tão bom, e que até conseguia andar certinho, não tinha aquela dor extrema ao pisar no chão.
Isso era tão bom de ouvir, vê-lo bem depois de tudo aquilo. Depois de todo o seu passado vivendo com um refém de John Miller.
Todos esses anos... Eu acho que eu deveria ter investigado, eu deveria ter ido atrás só pra ter certeza.
Sei que ele pensa como eu em relação ao John, que o odeia tanto a ponto de pensar "tanto faz" se ele morrer. Então não conversamos naquele momento sobre a morte do nosso "pai".
Deixei que ele distraísse as meninas, que agora estavam as duas acordadas. Prometemos nós dois uma vida melhor na cidade, e que deixaríamos pra lá o passado. Seria um novo círculo.
Também avisei que tínhamos coisas pra conversar, todos nós, mas que seria mais pra frente.
Isso as fez ter milhões de perguntas. Principalmente sobre a casa em que estavam em Nova York.
Perguntei se elas queriam pra elas, só pra fazê-las querer ir de uma vez pra Nova York, e elas aceitaram entusiasmadas.
E agora era a vez do Ben a pegar sua primeira sobrinha.
Era tão mágico, louco, surreal imaginar a cena. Mais ainda vê-la!
Todos esses anos achando e acreditando mesmo que John matou o próprio filho, que o enterrou na floresta e algumas partes jogou no rio... Que eu ajudei até!
E agora ele está aqui, tão crescido, alto, encorpado, mas com o mesmo olhar do Ben que me lembro.
Segurar a minha filha em seus braços, só me dá uma sensação de que tudo irá dar certo. Sei que Jay não vai me abandonar, mas e se ele fizer isso?
E se fizer eu sei que terei meus irmãos.
— não é doido pensar que somos todos irmãos? — pergunto sentada na cama, cansada encarando ele a minha frente sentado com a pequena.
— é, realmente. — sorri me olhando.
— mais o pai dessa bebê é irmão delas. — olho para as meninas, que também dão risada.
— é muito mais louco. — a gente riu. — mas que tal descansar um pouco? Tá parecendo um zumbi. — elas concordam com o Ben e eu nem respondi, eu só me deitei e coloquei os pés para trás dele, que deu carinho ali. — não se preocupa, vou cuidar bem delas. — eu nem estava preocupada com isso, confio muito em meu irmão, mas apenas concordei de cabeça me entregando fielmente ao sono.
Jay.
Eleonor tinha muito a tratar com John. No começo quando voltei do hospital, ela só fazia perguntas, agora estava com mais pessoas em uma linha pra falar com o John.
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• Paixão Obsessiva
Romance- que tudo se foda. - Disse ela. E seu assassino a fodeu dia e noite incansavelmente, enquanto ela implorava por mais. Sarah é filha de um dos maiores assassinos dos Estados Unidos. Além de crescer com traumas precisa sempre andar escondida pois seu...
