Sua língua movia-se em perfeita sintonia com a minha. Ele colocou o joelho em cima do banco, ficando inclinado para mim. Suas mãos percorreram meu corpo, acompanhando minhas linhas. Sua língua foi para meu pescoço, sugando devagar.
- A pequena senti tanta falta disso - foi o que ele me disse, antes de atacar minha boca novamente. Eu não falava nada, nem me movia. Eu só queria aproveitar esse breve momento antes que meu consciente agisse.
- Eu sei que você gosta disso - ele volta a beijar, sua mão vai e vem nas minhas coxas, deixando-me sem ar.
- Você quer um tempo, né? - ele continua falando entre os beijos, usando sua mão para me afetar.
- Então, por que não combinamos o seguinte? Deixa eu te mostrar o que você está perdendo e depois você decide.
- Matt, eu não posso fazer isso - digo, obrigando-me a parar.
- Então, se não vai fazer por bem, vou fazer por mal - ele liga o carro, acelerando de um jeito louco.
- MATTHEW, PARA, NÓS VAMOS BATER.
- CALMA, EU JÁ TIVE MUITA CALMA E, SINCERAMENTE, EU NÃO SOU BOM NISSO.
- Por favor - sussurro, mas ele não me dá ouvidos. Minutos depois, reconheço seu apartamento.
- Matt, isso não estava combinado - digo enquanto tento abrir a porta do carro.
- Mudanças de planos, baby - aquele sorriso estava presente de novo, eu estava com medo e curiosa ao mesmo tempo. Mas ele estava prestes a violar o trato.
Ele sai do carro, abrindo minha porta com voracidade, agarrando-me pela cintura e pendurando-me em seu ombro. Enquanto caminha pelas escadas de funcionários, tento gritar, mas não adianta; começo a bater em suas costas, mas então ele morde minha bunda.
- SEU IDIOTA! ISSO É ESTRUPAMENTO, SABIA?! - grito.
- Seria estrupo se você não quisesse isso.
Ao chegar em seu andar, ele abre sua porta com facilidade, colocando-me no chão. Tento escapar, mas ele me empurra para o sofá.
Ele tranca a porta, logo coloca a chave dentro de sua calça, sorri para mim enquanto liga as luzes.
- Você quer ir embora? Precisa de uma chave.
- Então, Matt, é sexo que você quer? - pergunto, erguendo a sobrancelha.
- Quero fazer amor.
Caminho até ele pulando em seu colo. Eu não iria negar; talvez uma última vez seria bom. Agarro suas costas, arranhando, deixando minha marca. Ele reclama, não me importo, arranho sem piedade.
Seus lábios, que já haviam me tomado, sincronizavam em movimentos perfeitos, como sempre. Suas mãos estavam agarradas em minha bunda; ele caminha até o outro lado da parede, batendo contra minhas costas.
Meus lábios passam pelo seu pescoço até sua nuca. Ele se arrepiava, ficando frágil a mim. Suas mãos apertam minha bunda, fazendo-me sentir uma excitação intensa.
Seus lábios vão até meu decote, passando sua língua sobre o colo do meu peito. Deixo minha cabeça cair para trás.
Ele anda até a bancada da cozinha, colocando-me em cima. Com pressa, retira sua camisa por cima dos ombros, logo chuta seus jeans para longe com facilidade.
- Que corpo... - deixo escapar enquanto me livro de minha regata; ele puxa minha calça, deixando-me de lingerie à sua frente.
- Nossos corpos foram feitos um para o outro - ele fala antes de tirar meu sutiã.
Ele derruba alguns pratos da bancada, fazendo-os cair no chão e quebrar.
- Deita - ele manda, obcecado, deitando na bancada. Ele morde os lábios quando sua mão passa pela minha barriga. Por um breve momento, ele apaga as luzes e logo volta para mim. Uma janela estava iluminando o ambiente com as estrelas. Ele beija meu braço, descendo até meus peitos; ele morde e aperta com cuidado para não machucar. Enquanto suga, sua outra mão vai até minha calcinha, que já estava úmida.
Ele geme ao sentir o líquido lubrificante. Sua boca volta para minha enquanto ele me estimula. Eu arqueio as costas, sentindo o prazer intenso proporcionado por seus dedos.
Logo, suas mãos separam meus joelhos, tirando com facilidade minha calcinha. Ele morde minha virilha enquanto eu mesma apertava meus seios. Sua respiração estava quente entre minhas pernas, deixando-me ansiosa pelo seu toque. Com calma, sua boca traça uma linha de beijos até onde eu queria. Sua língua toca-me de um jeito marcante e excitante. Ele me estimula com sua mão. Eu fico extasiada.
Logo volta seus lábios para meu peito; eu quero mais que isso.
- Matt, por favor.
- Calma, pequena - ele diz, enquanto volta seus lábios para baixo. Então percebo que ele está se estimulando também.
Sem obedecer, sento na bancada. Ele fica na minha frente e começo a beijá-lo com fervor. Levo minha mão direita até seu pênis, para estimulá-lo.
Tento ser o mais hábil possível. Ele joga a cabeça para trás. Com a outra mão, levo até seus testículos, começando a afagá-los.
- Foda-se - ele grunhe.
Ele me puxa e me joga em cima do sofá, deixando-me apoiada na parte do encosto, de joelhos. Ele me agarra, encaixando-se em mim. Grito de prazer quando ele movimenta-se rápido. Sua rigidez em mim provoca sensações prazerosas.
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Querida Babá
RomanceEmmanuela enfrenta um turbilhão de emoções quando a vida que construiu com Matthew começa a desmoronar. Após uma série de eventos que põem à prova seu relacionamento e sua confiança, Emma descobre que Matthew não é o homem que ela acreditava conhece...
