Capítulo 97 - Ciúmes

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Anahí estava belíssima. Havia cuidado dos cabelos, iluminado, pranchado, estava maquiada... Marichelo e Bruna haviam a transformado. Ela voltara ser a Anahí vaidosa de sempre.

- Não gostou? – Anahí mexia propositalmente nos cabelos.

- Isso não é pergunta que se faça!

Anahí continua a subir de costas: Vamos, já arrumei as coisas. – vira-se para continuar a subir e Alfonso engole a seco parado nos primeiros degraus, acompanhando o balanço de suas cadeiras no jeans justo.

Anahí já no topo: Não vem, Alfonso? – com as mãos na cintura.

E ele passa a subir. Ela dá as costas, morde os lábios e entra, não dando tempo de alcança-la para tirar algum proveito..

Está na caindo na minha. Ele me paga. Hehe – Bom, ele chegou... - Anahí  conta aos parentes na sala.

 Marichelo entristece: Eu tinha esperança que você as esquecesse aqui.

- Jamais! Não poderia. - Alfonso os cumprimenta.

- Notou a mudança? –Bruna pergunta apontando para Anahí.

 Alfonso responde encarando Anahí com olhos apaixonados: Claro!  Está perfeita!

Anahí sente o ego massageado, não segura o sorriso envaidecido, mas disfarça: 

- Vamos, bebê, papai chegou! - estica as mãos para a menina no colo de Christopher que antes de entrega-la a beija na testa -  Vamos despdir da vovó. - Anahí a leva até Marichelo que abraça as duas. Não queria deixar que elas fossem, havia ganhado a filha de novo e não queria separar-se nunca mais, mas, o que podia fazer? Ela tinha família... - Obrigada por tudo, mãe. 

Alfonso arqueia a sobrancelha. Perai, ela lembrou de tudo? Por isso esta assim?

 - Volta, filha. – Marichelo pede acariciando o rosto dela. Beija a neta.

- Claro, mãe.  E Bruna, assim que nascer seu bebê, você me avisa. Quero visitar. Foi um prazer te conhecer. - As duas tinham se dado bem.

- Pode deixar que eu aviso, vou botar anúncio no jornal e tudo. - Christopher responde orgulhoso. - Alfonso dá uma risada irônica. Vai sonhando que o jornal é seu... - Ah, o carrinho esta lá no jardim.

Alfonso pega as malas: Que carrinho?

- Que eu dei de presente. Vou botar no porta-malas.

- Com licença. Boa noite. Obrigado, Marichelo. – Alfonso se despede e segue o cunhado – Christopher...

Christopher sem parar de andar: O que é ?

- Anahí se lembrou? Ouvi chamar Marichelo de mãe.

- Não. Porque elas ficaram amigas e minha mãe pediu, viraram amigas de infância. Passaram a madrugada juntas ontem. Um grude só. Aqui o carrinho de Anabella. Comprei no shopping ontem.

- Não vou levar. Onde Anabella vai brincar com isso no apartamento? Vai ser um incentivo pra Anahí descer para o play com ela. Melhor deixar aqui, para quando Anabella vier.

Christopher da com os ombros: Você quem sabe...

Anahí vem descendo as escadas com Anabella. Estava um pouco escuro mesmo com a luz da entrada, por isso, Alfonso volta correndo e pega a filha para ajudá-la, da um beijo longo no pescoço da menina a fazendo rir e envolve Anahí atrás da cintura com o polegar no cós da calça jeans e a mão espalmada em sua nádega.

Anahí o repreende: Alfonso!

- Saudades, amor.

Anahí espalma a mão em seu peito o afastando, olhando assustada para Christopher, abaixo, que tranquilo guardava as malas no porta-malas.

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