Lúpus Mazzarella
Os últimos dois dias, foram cansativos e agitados. Participei de várias reuniões, tanto no submundo da máfia, e com vários políticos e empresários, que estão participando do evento.
" Thessaloniki international fair "
Que é um evento de exposição bem estabelecido, que reflete as tendências nacionais e internacionais e o ímpeto do empreendedorismo.
Fazendo assim, o encontro para a liderança política da Grécia, se reunir com seus cidadãos e informá-los sobre sua agenda econômica e política, a minha presença é fundamental por ser acionista, de algumas empresas no país.
A notícia espalhou-se rápido, sobre a morte do Alleanza, no submundo da máfia grega. Os nossos aliados, considerados como os chefes do crime grego os "Padrinhos da noite".
Que estão operando em grande parte como proprietários de discotecas , os grupos criminosos gregos conseguem operar os seus negócios ilegais em toda Grécia.
Certamente com à destreza de Antônio Alleanza, a maior parte dos clãs, estão condenando o meu ato.
Desgraça, filhos de uma putana...
Estou travando uma batalha muito grande, dentro da organização. Não sei, por quanto tempo.
Preciso descobrir o mais rápido possível, quem são os desgraçados que estão me roubando, e querem a minha cabeça.
Observo o corpo esbelto, de bruços totalmente despido sobre a cama. Seus cabelos estão bagunçados , sua respiração é suave e os lábios estão levemente entre-abertos.
Caminho descalço até a ponta da cama, vestindo apenas uma calça social, sem camisa. O quarto está bagunçado, denunciando o sexo selvagem que aconteceu horas antes, com a Chloe kouris.
Desde aquele fadigo jantar, ordenei a Salvatore, que trancasse Ara Blanche, no seu quarto de hotel. Sem água é muito menos alguma comida.
Devia ter feito, muito pior. Sua afronta foi assinatura, para o seu castigo. Vou arrancar tudo, o que ela mais ama, até entender que sou eu quem dita às regras.
Envolver-me com a Chloe, não estava em meus planos. Mas, a vadia não saía do meu pé. Até conseguir o que tanto queria.
Faz alguns anos, que a conheço. Mas, nunca a levei para minha cama antes, por motivos óbvios.
Por ser filha do primeiro-ministro da Grécia, faz com que ela seja soberba e mimada. Agindo de forma medíocre, com os demais. O que a torna totalmente intocável, pelo poder de seu pai.
— Amor, volta na cama. — resmunga olhando para mim. — Venha e deita comigo, Lúpus.
— Eu tenho muito o que fazer, Chloe. — Olho para ela sem paciência nenhuma.
— Porque você faz sempre isso...? — Cobre o seu corpo com o lençol. — Estou me sentindo usada.
A Chloe kouris, definitivamente é uma mulher linda. O sexo com ela é prazeroso, porém, eu detesto mulheres que não sabem qual é o seu lugar.
— Você sabe muito bem, que a única coisa que eu quero de você é sexo. — Seus olhos brilham, tentando conter as lágrimas.
— Você não tem o direito. — Funga o nariz. — De tratar-me desse jeito. — Levanta, e caminha até mim. — Eu, não sou essas putas, que você fica comendo, e depois descarta.
— Mais é claro que você é. — Faço um leve carinho, no seu rosto. — Uma vadia qualquer, que abre as pernas para mim, como uma cadela no cio — Ela tenta acertar o meu rosto, mas eu travo a sua mão apertando o seu pulso. — Está achando que vou lhe dar um casamento, por ter aquecido a minha cama!
— Eu achei q-que, você gostava de mim. — fala com raiva.
— Não tempo, para ficar escutando suas lamúrias. — Digo áspero.
— Isso não vai ficar assim, Lúpus. — Grita histérica. Merda!
Intensifico o aperto no seu pulso direito, com minha mão livre puxo o seu cabelo sem delicadeza nenhuma.
— Quem você acha é, para ameaçar-me, sua vagabunda? — Seu rosto contorce de dor. — Responde porra!
— Por favor, me solte você está me machucando Lúpus. — Derrama lágrimas.
Arrastei seu corpo até a porta, ouvindo seus gemidos de dor, e consternação.
Abri a porta e a joguei fora do quarto, fazendo seu corpo desequilibrar-se, agarrando o lençol em seu corpo com força.
— Você vai me pagar muito caro, por essa humilhação, Lúpus. — Fala em prantos, tentando recompor-se.
Encostei-me até o seu corpo, trêmulo. Sobre o olhar atento dos meus homens, que estavam no corredor fazendo a minha segurança.
— Não ouse nunca mais, fazer me ameaças. — Aperto seu maxilar. — Estou pouco, me fudendo se você é a filha do ministro ou da porra de um presidente. — Seu rosto está vermelho, ela segura as minhas mãos.— Não ouse, cruzar o meu caminho novamente.
Afasto-me do seu corpo, entrando no quarto. Fecho a porta, vou até a pequena mesinha e sirvo-me um copo de uísque.
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A minha cabeça, está girando. Não sei ao certo o número exato de garrafas eu tomei, mais há várias espalhadas pelo quarto.
Levanto cambaleando um pouco. Não sou fraco para bebidas, mas, confesso que estou sentindo-me estranho.
A ligação que recebi à horas atrás, contribuiu para raiva que estou sentindo agora.
A verdade sobre, Ara Blanche está diante de mim. Fotos, mensagens, relatórios, todo arquivo completo na tela do meu computador.
Mas, há uma problema maior, que está perturbando a minha mente.
O que vou fazer com ela...!!
O Salvatore, está encarregado de fazer a sua segurança, no quarto em que Ara, se encontra.
Seguro o telefone, ligando para ele.
Ligação Salvatore on
— Senhor Mazzarella. — Atende rapidamente.
— Como ela está...? — Questiono, sentido uma dor insuportável, na cabeça.
— O senhor bebeu! — afirmou. — Precisa que eu vá até aí? — Seu tom é ríspido.
— Responda a porra, da pergunta que eu fiz. — falo irritado, ignorando sua preocupação descabida.
— Ela está como o senhor ordenou. — Recompôs a sua voz. — O que está, acontecendo com o senhor...?
Suspiro tentando me acalmar, sei perfeitamente do motivo de sua preocupação.
— Volte a liberar às suas refeições, e auxiliar em tudo que ela precisar. — Sinto minha garganta seca. — Amanhã ela vai me acompanhar, para o último evento, cuide de tudo. — Encerro a ligação, antes de ouvir a sua resposta.
Ligação Salvatore off
Por mais que eu anseio, deliciar-me do seu corpo, sentir o seu cheiro, que tornou-se um vício para mim.
Merda...merda, sensação do caralho!
Mas, eu não posso! Nunca dormi na mesma cama com nenhuma mulher antes, e não vou quebrar essa regra por ela.
Os nossos quartos, são separados. Acho melhor assim, não posso perder o controle por à causa de uma mulher.
Busco apoio pelas paredes do quarto, adentrando no banheiro. Retiro à minha calça deixando o meu corpo totalmente despido. Dentro do box , a água fria faz contato com o meu corpo.
Fecho os olhos e a s palavras de Ara Blanche, veem na minha cabeça a todo vapor...
"Você me tem como um animal aprisionado em suas mãos, eu te odeio"
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CONTRAVENTOR
RomantikAra Couts Blanche, perdeu os seus pais muito nova. Os seus pais foram assassinados. O culpado não foi encontrado. Foi abrigada a viver com os seus tios. Depois de alguns anos, os seus tios decidem mudar da sua cidade natal, para viver em Nápoles. ...
