Quais questões te incomodam? Quais ideias podem ser aplaudidas? Por que? Como? Onde? Com quais propósitos? Quem é você? Quem somos nós? Para onde vamos? O que está acontecendo?
Somos bilhões de vidas envoltas em perguntas; bilhões de mentes question...
Olá, caro leitor. Abro o texto de hoje com um questionamento: você gosta de dragões?
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Bom, eu adoro. E o tema de hoje está diretamente ligado a essas criaturas maravilhosas que povoam as mais fantásticas histórias já criadas.
Já falamos aqui de tantos livros, entre eles "Harry Potter" e "Dead Note". Obras que costumam sofrer com o preconceito clássico "não leio tal livro porque é de criança".
Como já disse e dei ênfase diversas vezes aqui, apegar ao engodo de que livro tem idade para ser lido é perder a oportunidade de conhecer um novo mundo e descobrir que muitas vezes o simples pode dar a mais agradável de todas as sensações.
Feitas tais considerações, bora conversar sobre esta linda história de Cressida Cowell. "Como treinar o seu dragão" (em especial aqui o primeiro livro), sendo um livro dedicado a um público jovem, é simples. Não há grandiosidades em termos de trama na sua história; os personagens são fáceis de identificar, a leitura é fácil e prazerosa. Vale a pena ler.
Bom, não falarei muito do conteúdo do livro. Por enquanto basta que saibamos o seguinte: a estória tem como protagonista Soluço Spantosicus Strondus III, o inútil, diga-se assim. Soluço, um jovem que nada é daquilo que se esperava do filho do chefe Stoico, O imenso. Como respeitar um viking fracote e que não gosta de matar dragões? Bom, Soluço podia não ser o ideal de guerreiro, mas tinha algo: o cérebro.
Para não fazer do texto algo mais longo do que ele precisa ser, vou direto à parte final. O livro (os livros) é de um uma leitura rápida, leve, gostosa. Vale a pena ser lida. Claro, você já deve ter visto os livros de Soluço e Banguela nas livrarias da vida, afinal a série não é de pouca fama, mas o curioso é que o estopim da fama de Como treinar o seu dragão não é de fato os livros, mas a série animada que embasada nele foi. Série que, digo sem titubear, é agradável e serena; perfeita para se assistir antes de dormir.
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E quanto ao filme? Bom, os filmes são muito bons. Claro, alguns pontos fogem do texto do livro, mas isso não muda a delícia que é mergulhar de cabeça no mundo dos Hooligans Cabeludos. Vale a pena assistir.
Por fim, amigo leitor, deixo aqui uma reflexão. Confesso que não é minha. A peguei em algum desses textos contidos na infindável rede mundial de computadores. Não sei quem escreveu isto, mas recordo-me que era de uma tal de "Cabine Literária". A frase era mais ou menos esta, "Ao levar peixe para alimentar o dragão, Soluço estabeleceu um contato e contrato de confiança com a criatura", e continuou assim "é preciso alimentar sonhos e o conteúdo de quem convive conosco também, para ambos alçarem voos longos".
Então, amigo interlocutor, este foi o texto de hoje. Beijos, abraços e até Domingo.
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