Capítulo 44

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É cena hot que você quer, @? 

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Depois do beijo acalorado que tivemos em frente a casa, puxei Alek pela mão e o levei para dentro. Não poderíamos dar um show na frente das pessoas.

Assim que entramos na sala, tranquei a porta e ele depositou o violão no sofá. Nosso reencontro havia sido gostoso, mas ainda havia uma reconciliação a ser feita. Era difícil acreditar que aquele homem estava tão interessado em mim a ponto de fazer uma serenata em plena luz do dia. Ou nem tanta luz, já que o céu estava fechado, ameaçando um temporal.

Ele me encarou por alguns segundos enquanto eu permanecia parada do outro lado do cômodo. Seus olhos me fuzilavam com uma ânsia profunda, certamente desejando que eu dissesse alguma coisa a respeito da música e toda a nossa situação.

Mas o que aconteceu foi o contrário do que pensei. Assim que ele se aproximou de mim, encaixou seus braços em minha cintura e me encarou. Coloquei minhas mãos em seus braços e admirei o Alê verdadeiramente. Seus olhos escuros estavam estreitados e seus lábios grossos eram um convite irresistível. Subi as mãos para sua nuca e falei baixinho:

— Acho que precisamos resolver algumas coisas.

Suas mãos acariciavam vagarosamente a curva da minha cintura e uma dor nova surgia em meu peito. O silêncio de Alek se seguiu junto com suas mãos que subiam por minhas costas e por seus olhos que se fecharam em frente a mim. Eu não poderia resistir àquela clara tentativa de deixar tudo para depois.

Coloquei minhas mãos em seu rosto, passando os dedos em sua barba rala e o beijei. Não havia percebido até então como havia sentido falta das nossas bocas coladas, descobrindo novas sensações. Alê não demorou a corresponder e a dominar a situação.

Ele juntou meu cabelo com uma mão só enquanto a outra subia nada tímida por dentro da minha blusa. Uma explosão de saudade surgiu dentro daquela sala, enquanto trocávamos mordidas nos lábios e um beijo molhado. O fogo tomava conta de cada centímetro do meu corpo, e sua boca parecia novidade naquele instante.

Não demorei a cravar minhas unhas em suas costas e Alek me puxou ainda mais para perto, nos fazendo um ser só. Nossas respirações nublavam o ambiente, ansiosos e sedentos para descobrir cada detalhe do corpo um do outro.

Ele me empurrou nada gentil para cima do rack e eu envolvi minhas pernas ao redor da sua cintura. Ele pausou o beijo para descer sua boca para meu pescoço, e gotas de suor surgiam em nós.

Cada lambida e leve mordida em meu pescoço e orelha, despertavam ainda mais tesão. Eu soltava leves suspiros, que se intensificavam a cada aperto dele em meu corpo. Empurrei-o para trás tirando sua blusa, enquanto passava demoradamente meus dedos pelos quadradinhos de seu abdômen. 

Havia sonhado tanto com aquele momento, e ainda assim, tudo que ele fazia conseguia ser ainda melhor do que minha imaginação. Alek grudou seus olhos em mim enquanto eu retirava minha própria blusa.

— Meu Deus, você é muito gostosa. – Falou, de repente como uma voz baixa e rouca. Suas mãos percorreram as laterais do meu sutiã, vindo nada tímidas para a frente e tocando meus seios.

— Cala a boca e me beija. – Repliquei com um sorriso malicioso e ele me levantou da estante me levando para o quarto.

Não foi difícil batermos em cada pedaço da casa enquanto nossas bocas estavam presas uma a outra. Eu sentia seu desejo latente e não via a hora de estarmos conectados da melhor maneira possível.

Assim que chegamos ao quarto, Alek me jogou na cama e subiu em cima de mim. Nossas bocas volta e meia se escapavam entre os gemidos, e ele passava e apertava minha coxa com sua mão como se eu fosse a coisa mais sagrada do mundo.

Cada detalhe e pegada era motivo para uma respiração pesada e ansiosa. O virei de modo eu ficasse por cima e puxei suas mãos para minha bunda. Me curvei beijando seu pescoço e desci até a linha do ombro. Alek apertava minhas curvas com força e, assim que desci os beijos para seu peitoral, ele foi rápido em tirar meus shorts.

Sorri com a atitude, rebolando devagar em seu colo e gemendo em uma performance digna. Alê se virou me deixando por baixo e tirando sua bermuda com uma rapidez impressionante.

Permanecemos alguns segundos nos admirando em plenitude, até ele vir até mim e começar a beijar minha barriga. Era quase uma tortura como seus lábios traçavam um caminho pelo meu corpo até chegar próximo ao meu desejo ardente.

Havia tantas coisas que estavam presas em nossas gargantas naquele momento, mas nada importava além da sensação de arrepio que tomava conta da minha pele. Nada além da eletricidade que me deixava à flor da pele, aberta a todas formas de prazer que ele pudesse me proporcionar daqui em diante.

Alek tirou minha calcinha com os olhos presos nos meus, e não demorou muito até que nos conectássemos de uma forma que seria impossível voltar atrás.

Alek tirou minha calcinha com os olhos presos nos meus, e não demorou muito até que nos conectássemos de uma forma que seria impossível voltar atrás

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Na Sua Onda [COMPLETO] (Irmãos Soaint 1)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora