Como o combinado Mal iria acompanhar Evie até Auradon. As duas não eram amigas, mas nos últimos tempos tinham conversando e estavam construindo uma amizade legal.
— Está pronta?
A roxinha perguntou em frente à casa da filha da Rainha Má
— Sim, se quiser ir na sua casa para se arrumar, pode ir.
— Eu já estou arrumada.
Olhou para si mesma. Calça de couro, botas e o cabelo estava arrumando.
— Tem certeza? Nem um pouco de blush?
— Não, eu estou bem.
— Você quem sabe, vamos?
— Sim. — As duas andaram pelas ruas vazias da Ilha indo até o local combinado com Ben. — Deve estar louca para tirar isso. — Mal combinou.
— Você não tem ideia, mamãe não para de encher o saco, porque não gosto de ir no salão desse jeito.
— Sua mãe é bastante vaidosa né?
— Mais do que imagina. Ela vendeu nosso sofá para comprar um creme de cabelo da Gothel. O creme é maravilhoso, mas as vezes acho que isto deveria ter algum limite.
— Se tirar esse gesso, poderia ir comigo e com os meninos amanhã lá nas docas
— O que vão fazer lá?
— Encher o saco da Uma e dos piratas, o que mais?
Perguntou como se fosse bastante óbvio
— Pode ser legal. Será que ele vai demorar, estou começando a sentir frio?
Realmente na Ilha fazia muito frio e a noite só piorava.
(...)
Ben ainda não tinha se acostumado a fazer coisas erradas. O rapaz estava suando frio por outra vez ter pego o controle da barreira mágica sem que seu pai, o rei de Auradon, soubesse.
O seu atual plano era rápido e eficaz. Levaria Evie a noite para Auradon e a deixaria na cabana do avô, igual a primeira vez. Doug estava o cobrindo para que ninguém sentisse sua ausência na escola, pois tinha que ficar com Evie lá. Diferente de antes, a cidade estava movimentada demais e não poderia levá-la ao hospital que foi atendida primeiro, por isso, pediu, aliás quase clamou a prima de Doug para que ela mesma tirasse o gesso e fizesse os exames necessários. Embora, fosse uma estudante e não médica, um pedido do filho do rei, fez com que, jurasse que estaria lá às 6:30 horas da manhã do outro dia.
Conhecendo o caminho chegou até a ponte e a atravessou rapidamente a ponte que se formou rapidamente. Diferente da primeira vez estava com seu próprio carro e não precisava ter tanto medo por estar lá dentro.
Quando parou o carro na parte mais escura, perto de um túnel mais escuro ainda, seu farol foi capaz de iluminar duas pessoas na frente dele. Um pingo de esperança nasceu do menino.
Quando desceu do carro viu sua teoria se comprovar. Era Mal. Inevitavelmente o sorriso apareceu no rosto quando viu ela ao lado de Evie.
— Oi, bom ver vocês.
Ele disse feliz, mas seu olhar estava em Mal, mesmo que ela estivesse preocupada pensando o motivo dele sempre estar sorrindo desse jeito.
— Você também Ben
Evie respondeu com o mesmo sorriso que o dele.
Mal queria entender como os dois podiam sorrir tão largamente, a mandíbula não doía?
— Você vai também Mal?
O rapaz perguntou tentando não parecer tão alegre o quanto realmente estava.
— Sim, se não se importar.
O que ela queria falar era que iria de qualquer forma, porém usou da frágil educação que tinha.
— Não, claro que você pode ir. Vamos então? — Ajudou Evie a entrar na parte traseira do carro e quando tentou ser cavalheiro e abrir a porta para Mal recebeu uma portada na cara e certamente não receberia desculpas pelo acidente. — Bom, eu pensei em vocês ficarem na cabana do meu avô e amanhã de manhã a Clara irá ver você Evie, o que acha? — Perguntou logo depois da barreira abrir e em rápidos segundos fechar novamente.
— Não vejo problema, por mim tudo bem.
Sua mãe estava com as outras mulheres jogando bingo. Possivelmente não sentiria falta dela.
Ben continuava olhando para o espelho esperando a resposta de um outro alguém que estava com os olhos distantes.
— Hã? Por mim tudo bem também
Em poucos minutos chegaram na velha cabana que ficaram outrora. Ben mandou uma mensagem para Doug para certificar que estava tudo bem e sim, Fada Madrinha não suspeitava de nada, afinal ele era o garoto exemplo.
— Se tiverem com fome tem pizza em cima da mesa
Ben disse, enquanto ligava as luzes da pequena casa
As meninas não deixaram que ele disse outra vez e foram se sentar para comer a comida auradoniana.
— O que é isso?
Evie perguntou pegando um vidro vermelho.
— Isso é ketchup, serve para pôr na pizza, fica bom
Ele disse para a azulada
— Mas é difícil de abrir né?
Em momento de difícil explicação Ben foi até a mesa para ajudar Evie abrir o vidro de ketchup e sua mão tocou na de Mal, que também estava tentando abrir o vidro.
Aquele pequeno toque gerou uma estranha eletricidade no corpo dos dois. Os pelos dos braços de Benjamin se arrepiaram e este arrepio seguiu até sua espinha. Diferente aconteceu com a pequena Malévola que sentiu uma estranha queimação em seu coração, que levou sua mão até o peito para checar se estava tudo bem consigo. Breves segundos que os dois ficaram presos um no outro, como se fossem atraídos um para perto do outro.
— Está tudo bem com vocês?
Evie que observou apenas as mãos se tocando, e os olhares estranhos, perguntou tentando entender
(...)
O livro tendo que cortar páginas também teve que adiantar vários acontecimentos, incluso o contanto mágico deles, que se fosse como originalmente teria ocorrido daqui algumas semanas.
"Fosse o mais simples contato de pele ou o mais profundo toque. Nada se comparava com isto. Era aquilo quando você olha para alguém e diz que é amor à primeira vista, porém neles só olhar não adiantaria.
Era para ser simples e imprevisível como toda a história seria.
Mal pegou na mão dele e sentiu aquela queimação, que era falta de algo que sempre quis. Benjamin sentiu aquele arrepio, porque mesmo conhecendo o que tinha de mais perfeito, nada comparava ao que sentiu naquele instante."
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Once Upon a Dream
Fanfiction"Eu te conheço, andei com você uma vez num sonho. Eu te conheço, seu olhar tem um brilho familiar e eu sei, é verdade que as visões são raramente o que parecem." O amor de Ben e Mal era um amor que já estava sendo escrito há vários anos. Quando fina...
