De onde menos se imagina

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– Olá Malévola

Merlin disse tentando ser ao mesmo tempo educado e não mostrar medo

– Você e o Yen Said tem uma coisa em comum, sabia ?

– E o que seria?

– Os dois são duas velharias histórias

Malévola soltou seu riso estridente e por dentro até Rashid riu.

– Então, irá nos ajudar ?

Merlin disse usando o máximo de sua gentileza

– Claro, por que não ajudaria as pessoas que me trancaram por vinte anos naquela asqueroso lugar?

– Se tentar algo, eu aperto mais. — Rashid disse em relação as algemas  que colocou nela. Malévola usava duas algemas mágicas que impediam ela de tentar fugir usando mágica. — Aliás, acho melhor apertar agora.

– Não precisa. Agora, onde está minha filha?

– Segura. — Merlin disse. — Se não se importar acho melhor Mal ficar longe de Ruby

– Não acredito que vou dizer, mas talvez tenha razão. Mantenham minha filha longe daquela mulher.  Ok, eu concordei com isso, mas vocês tem um plano ?

– Você vai distrair a Ruby e eu a prendo na prisão dos espelhos. 

– Ok, mas isso não é um plano, vocês sabem né ? E não querendo ser pessimista, sem meu cetro eu não tenho 100% da minha magia.

– Eu preparo uma poção paralisante, Malévola joga nela e Cirse a prende de novo, mas dessa vez para sempre

...

Auradon

Depois de discussão nada agradável Ben voltou para fazer o que tinha planejado fazer desde o início. Ajudar o povo. No meio de toda aquela bagunça ele encontrou  Mal sorrindo ajudando uma criança. O sorriso dela era lindo, porém o que mais chamava a atenção dele era como ela brincava com o menino. Mal não era só uma garota da Ilha cheia de adjetivos ruins que todos pensavam.

– Você sabia que os garotos daqui não sabem correr? — Mal começou a dizer para Ben quando viu ele. — O menino ali me disse que quando tudo começou a desmoronar eles não correram, tipo eles não correram. Por que está me olhando assim ?

– Eu não sabia que gostava de crianças

– E não sei se gosto, só estou ajudando, eu acho. — Ainda era novo isso de ajudar as pessoas. — Eu sei que não é da minha conta, mas sabe você não acha que só sua família vai dar conta de ajudar todas essas pessoas né ? É muita gente e quando eu estava conversando com os meninos eles me disseram que tem mais gente nos bairros mais distantes.

– Uau! Você descobriu isso tudo em vinte minutos? — Ela assentiu como se fosse algo fácil e óbvio. — Em vinte minutos tudo que fiz foi brigar com meu pai, para variar.

– Ele foi muito duro?

– Nada fora do normal, mas esquece. Será que eles conseguiram convencer a sua mãe ?

– Honestamente, isso é praticamente impossível, mas não sei se entendo mais o mundo faz algum tempo

– Pois é. Princesas vilãs que se apaixonam por príncipes bonitinhos, que mundo é esse?

– Ei! — Ela deu um soco fraco no braço dele. — Isso é mentira, você sabe. 

– Qual parte?

– Não sei se é um príncipe completamente bonitinho. — Não sabia se estava certo em seguir seu coração, mas falou sério com o pai quando disse que não queria ficar longe de Mal. — Ben, eu não acho que...— Impediu o possível beijo deles. 

Once Upon a DreamHistórias para pegar e não largar. Descubra agora