Gabriel
— Gabriel, que merda você tá fazendo cara? — passo a mão no rosto enquanto converso comigo mesmo. Sai da casa da Juliana jurando pra mim mesmo que seria a última vez, aí na primeira oportunidade eu ligo pra mina. Porra, tava pegando um monte de mina e nada de ficar assim, aí apareceu a Juliana e fez minha mente confundir tudo. A frase que a Dhiovanna me falou na festa tá ecoando na minha cabeça.
Desço e abro a porta da casa, já avisei na portaria e me sento no sofá mexendo no celular. Tem dezenas de dm's no Instagram, a maioria são mulheres, algumas eu já peguei, outras conversei, outras tentando algo, só que eu não tenho a mínima vontade de conversar com nenhuma delas, imagina ter algo.
Eu ainda tô tentando entender o que tá acontecendo comigo nesses últimos dias. Não tô me reconhecendo, pensando nela tanto assim.
Escuto o barulho do carro, e pouco tempo depois a Juliana entra.
— Oi Gabriel
— Oi Juliana, fecha a porta — ela faz isso. Eu a observo, ela tá com uma camisa grande e eu quero saber se tem algum short por baixo ou não, mas e se essa camisa for
— Relaxa Gabriel, essa camisa é minha mesmo — a voz dela interrompe meu pensamento e ela nega o que eu estava imaginando
— Não pensei nisso — limpo a garganta
— Pela cara que você fez, tava pensando sim — se aproxima e coloca uma mini mochila do meu lado
— Vai se mudar pra cá?
— Vou sim, trouxe só minha roupa preferida, aí como você é rico, eu refaço meu guarda-roupa todinho — estala a língua e senta no meu colo — quem diria você me ligando pra vir pra cá. Ligou logo pra mim por quê?
— Casa tá vazia, a minha mãe já voltou pra Santos, o Fabinho foi curtir a noite e a Dhio foi pra casa de uma amiga, aí pensei em te chamar pra gente fazer o que nós não fizemos de manhã — ponho o cabelo dela pro lado e beijo o seu pescoço
— Gostou do chá? — solta uma risada e eu não espero mais nenhum segundo para beija-la. Parece droga, vicia pra caralho. Minha mão adentra a blusa dela e eu começo a apertar um dos seios, termino o beijo mordendo o lábio inferior, beijo o seu pescoço e aperto forte o seio dela e isso faz com que um gemido escape. Ela junta nossas bocas novamente rebolando no meu colo e isso me faz ter vontade de comer ela agora, mas dessa vez vai ser como eu quero do início ao fim.
Desço minha outra mão, sinto apenas o fino tecido da calcinha, então eu coloco pro lado e faço movimentos circulares com os dedos e isso faz com que ela solte gemidos na minha boca. Ela para de me beijar, então introduzo dois dedos dentro dela que geme sem nenhum pudor enquanto meu tesão só aumenta. Vou aumentando os movimentos de vai e vem rapidamente.
— Minha puta... é assim que você gosta que eu sei — seguro o rosto dela
— Porra — diz entre gemidos — você sabe... como fazer — diz com dificuldade. Solto um tapa forte na bunda dela — Gabriel, eu vou
— Goza, pode gozar — Ela se desmancha na minha mão, deito ela no sofá e fico por cima, tiro os meus dedos levando até a boca — gostosa do caralho — tiro a blusa dela vendo os seus seios desnudos, a Juliana faz a cara mais safada possível — só de calcinha e sem sutiã, safada — minha boca vai ao encontro dos seios dela. A ver desse jeito é loucura, puta que pariu. Minha língua e minhas mãos passeiam pelo corpo dela, algum tempo depois me levanto pegando a camisinha em um móvel do lado do sofá, se ela estava preparada eu também estava.
— Cê deixa camisinhas espalhadas pela casa?
— Só quando você vem — abro o pacote, desço minha cueca e coloco a camisinha no meu pau rapidamente — hoje eu vou te comer olhando no seu olho — ela morde o lábio e dobras as pernas as afastando, eu encaixo e deito por cima sem jogar todo o meu peso nela. A Juliana me beija como se dependesse disso pra viver, começo a penetrar e ela entrelaça as pernas na minha cintura, aumentando o atrito entre nossos corpos.
— Amo você me comendo — sussurra no meu ouvido assim que nossas bocas se separam, eu penetro fundo a fazendo gemer alto e ela crava as unhas nas minhas costas — Porra... assim.
— Eu sei que assim que você gosta, Juliana — minha mão vai ao pescoço enforcando — penetro fundo e faço ela gemer alto mais uma vez — você gosta, não gosta?
— Gosto — fala baixo, tiro minha mão do pescoço dela e dou um tapa no rosto dela — mais rápido Gabriel — Me pede para aumentar o ritmo.
— Eu que mando aqui hoje — deposito beijos em sua mandíbula até o pescoço, as minhas mãos passeiam por todo o seu corpo e as dela ficam no meu cabelo e nas minhas costas. Depois de um tempo eu aumento o ritmo.
— Assim, não para — sussurra ofegante no meu ouvindo. Os gemidos de ambos estão incontroláveis e nossos corpos soados. Uma das mãos dela aperta forte minhas costas e a outra puxa meu cabelo, sei que ela está chegando lá mais uma vez.
— Eu sei que você tá quase lá, goza pra mim de novo, Juliana — aperto um seio dela e solto mais um tapa no rosto dela que começa a tremer e ficar ofegante, outro orgasmo. Eu continuo metendo até chegar lá também. Levanto, tiro a camisinha com cuidado e dou um nó.
— Vamo tomar um banho — digo depois de alguns segundos.
— Me ajuda, sozinha eu não vou conseguir — sorrio de lado — tira esse sorrisinho do rosto Gabriel — estendo a mão e ajudo ela levantar, ela pega a roupa que estava vestindo e a bolsa.
— Consegue subir a escada?
— Não é pra tanto — revira o olho — puta merda.
— Pira não, pretinha — só me dou conta que falei essa ultima palavra quando a Juliana desvia o olhar. Faço um gesto pra ela ir andando na minha frente e eu vou atrás.
Viemos direto para o banheiro do meu quarto. Ela entra no box primeiro ligando o chuveiro e eu entro depois. Coloco a mão em sua cintura e sinto sua pele arrepiar com o meu toque, dou um tapa forte na sua bunda enquanto sugo a pele do seu pescoço.
— Gabi — ela fala baixo. Porra, a primeira vez que ela não me chama de Gabriel.
— Silencio, empina essa bunda— ela se apoia na parede e empina bem, bato forte mais uma vez e sei que amanhã ela vai estar marcada. Entro com tudo, ela geme alto enquanto movimento rápido e puxo seu cabelo. Mais uma vez ela chega no ápice do prazer e eu tiro meu pau de dentro dela, então ela vira e se ajoelha, segura meu pau e começa um oral — Porra, Juliana — eu gozo e após ela engolir tudo se levanta com a maior cara de puta.
— Agora vamo tomar nosso banho — assim fizemos e nos deitamos. Ela deita afastada, mas eu a puxo pra perto.
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OI!!!!
Essa vitória me deixou tão feliz que tô lançando capítulo essa hora. E eu não lancei só aqui, 1º capítulo de "Destino - João Gomes" tá no ar.
Até mais! Beijos! 💋
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Meu sonho - Gabriel Barbosa
RomanceJuliana Vieira é uma quase jornalista já que está no último período. A carioca apaixonada pelo Flamengo, conseguiu um estágio na Rádio Globo Rio, e acaba sendo escalada para cobrir o jogo do seu time de coração o que era seu sonho. O que ninguém ima...
