Quase 18 anos depois do desaparecimento de Christopher, seu pai acaba falecendo e deixando a empresa para sua única neta, Mariana. Dulce por ser a responsável pela menor, acaba tomando as rédeas da situação. Mas, ela não esperava que tudo isso trari...
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Outono de 2023
Dulce María
Seus beijos desceram da minha boca, para meu pescoço lentamente.
Toda a vez que sua língua tocava minha pele, era uma explosão absurda de sentimentos que queimava dentro do peito e em minhas veias, irrompendo por todo o meu corpo, me fazendo sentir coisas inexplicáveis.
Senti suas mãos subindo pelas laterais do meu corpo, passando o dedo levemente por cima do seio, fazendo com que eu imediatamente ficasse em alerta, sentindo minha intimidade formigar e esquentar.
Christopher distribuiu beijos pelo meu ombro, enquanto descia a alça do meu sutiã com as pontas dos dedos. Fechei os olhos quando senti sua boca descer pelo vale dos meus seios, logo tocando a língua quente no bico direito.
Gemi baixinho e cravei as unhas de leve em seus cabelos molhados. Pressionei as pernas na sua cintura, trazendo ele ainda mais para perto de mim, sentindo seu pau roçar na minha boceta.
Ele voltou seu olhar para o meu, enquanto massageava um dos meus seios com a ponta dos dedos, me fazendo umedecer os lábios e ficar com a respiração descompassada.
Percebi que seus olhos estavam com a pupila dilatada e brilhava de uma forma escura. Era fácil identificar o desejo puro através dele, e aquilo me deixava ainda mais molhada. Eu me sentia desejada e amada em seus braços, de uma forma que nunca ninguém antes me fez sentir.
Me inclinei para grudar minha boca na sua de novo, mas Christopher se afastou com um sorriso pervertido no rosto, mordendo o lábio inferior em seguida.
— Nem pense em me torturar. — Falei entredentes e baixinho.
— Porque não, Dulce María? — Ele falou aproximando mais seu rosto do meu.
— Porque eu quero você, Christopher Uckermann. — Senti que minha voz saiu um pouco mais rouca que o normal, o que fez seu sorriso aumentar ainda mais.
Christopher grudou seus lábios nos meus novamente, descendo a mão pela minha barriga e a colocando dentro da minha calcinha, tocando meu clitóris de leve, enquanto descia os beijos para o meu pescoço de novo.
Ele introduziu dois dedos dentro de mim, me fazendo gemer um pouco mais alto. Escutei uma risadinha pelo nariz, enquanto ele levantava um pouco o rosto, colocando os lábios perto da minha orelha.
— Dentro da água só assim poderia sentir o quanto você está pronta para mim. — Suspirei e cravei as unhas nas costas dele, o fazendo gemer baixinho no meu ouvido.
— Eu não disse que queria você? — Falei baixinho.
Minhas mãos desceram por suas costas, enquanto abaixava o rosto para depositar alguns beijos em seu ombro direito.
Christopher tirou os dedos de dentro de mim, se afastando levemente para abaixar sua cueca.
Senti sua mão retornar para minha intimidade, puxando minha calcinha para o lado e me puxando pra cima, se encaixando em minha entrada. Suspirei baixinho em seu pescoço, sentindo sua pele se arrepiar por completo.