Pov'Maya.
A psicologia nos permiti entender muitas coisas, analisar fatos que antes nos era confusos, muitas vezes até assustadores, não saber lidar com certas questões pode nos bloquear para muitos relacionamentos da vida, não apenas os amorosos, estudar psicologia me fez ver a vida de um novo ângulo, uma posição que antes não me era compreensível, uma delas era lidar com a doença do meu pai, saber que ele estava ali, mas estava ausente uma das piores coisas que vivi, mas depois de anos lidando com isso aprendi que não adianta sofrer mais que o necessário.
Poderia parecer falta de amor, mas não era, eu amava meu pai, o mantinha bem cuidado, visitava com frequência, mas entendia que não poderia me martirizar, nem deixar de viver. O ter em meu casamento foi uma das maiores alegrias que poderia ter na vida, Meredith havia me dado um presente que nem todo dinheiro poderia pagar, eu lembraria por toda vida daquele momento, era doloroso ver ele acabar tão rápido, mas acabou.
Eu recordaria com muita alegria, queria ter tido mais tempo, mas não aconteceria.
Minha vida seguia, olhava Carina dançar e cantar no quarto de hotel, havíamos chegado a Barcelona a menos de três horas, mas já era noite, então jantamos em restaurante perto do hotel, tomamos uma garrafa de vinho e voltamos para nossa suíte, abrimos outra garrafa de vinho, e mais outra, eu realmente amava ver Carina tão feliz, amava a ouvir cantar, mesmo que desafinado, principalmente depois de tanto vinho, a admirei dançar de uma forma que deveria ser sexy enquanto tirava a roupa, agora usava lingerie rosa claro, era delicado, mas provocante com seu sutiã meia taça sem alças.
A deixei aproveitar o momento teríamos tempo ali, e a ver tão livre era maravilhoso, seu olhar encontrou o meu e ela sorriu ainda mais, era capaz de ficar com a bochechas doloridas de tanto que sorria, quando a música mudou sua expressão mudou junto, seus lindos olhos arregalaram, minha linda garota deixou a garrafa vazia que fazia de microfone sobre a mesinha de centro e veio até onde estava sentada, sem precisar pedir sentou em cima de mim e me beijou.
- eu te amo Maya Bishop Delluca... Eu te amo - outro beijou estralado.
- eu te amo muito Carina - estava rindo.
- Carina Delluca Bishop... Eu adoro ser sua - ela me olhou seria - adoro te amar, e adoro que seja você quem amo, adoro seu sorriso, seu cabelo - seus dedos finos acariciavam a mecha solta - sua voz, adoro também sua boca - um beijo mais profundo - mas principalmente o fato de você ter me amado antes e agora...
- você lembrar de te embebedar mais vezes, você fica hiper romântica - brinquei.
- desculpa ser sempre chata e reclamona - Carina me abraçou deixando seu rosto escondido - meu irmão fala que eu sou assim desde criança.
- eu sei disso, mas não me importo - beijei seus rosto - pronta para dormir?
- não, ainda temos que ter sexo de lua de mel - o jeito depravado dela sempre me fazia rir.
- temos dois dias para sexo de lua de mel... Mas já que insisti - virei no sofá jogando Carina sobre ele - vamos ter sexo em cada cômodo e móvel possível dessa suíte.
A risadinha dela foi de susto e expectativa, quando me ajoelhei puxando o vestido que usava — sem sutiã — a garota que estava visivelmente bêbada se livrou do seu com uma certa dificuldade, a ajudei com a última peça, Carina era espetacularmente perfeita, os traços perfeitos, corpo esguio, mas com curvas delicadas, passei minhas mãos por seu corpo, subindo até seus seios enquanto descia minha boca entre suas pernas, o corpo dela curvou sobre o sofá, subi e desci minha língua em seu clitóris até os gemidos dela se tornarem audíveis, acreditava que fora do quarto se ouviria a música, mas ali o som que prevalecia em meus sentidos eram seus gemidos.
