108. O hospital.

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Pov'Meredith.

Sentei ao lado de Thiago, e peguei sua mão, a essa altura Maya já estava ali, Levi e April, Owen estava na sala de cirurgia, era ele quem estava operando Andrew, Teddy estava lá também, a bala havia chegado muito perto do pulmão, ela estava lá para caso fosse necessário intervir, Alex havia ligado falando que Léia estava sob custódia da polícia, Nico estava na delegacia também tentando um pedido de prisão contra Victor e Sam, Andrew estava lutando pela vida, e criminosos estavam a solta, indiretamente Sam e o pai também eram culpados.

- eu já volto.

- onde vai?

- só ligar para casa, saber como Zaya está - levantei - já volto.

Fui até o lado de fora do hospital e só então liguei, ouvi o telefone chamar várias vezes até ele atender.

Ligação on.

- Meredith, ele saiu da cirurgia?

- ainda não, mais eu pensei em uma coisa.

- pode falar.

- tenta falar o o juiz Gabriel Sloan... Andrew o conheceu no hotel, quando conseguir falar quem é... Ele com certeza poderá ajudar, se não puder expedir a ordem, pode tentar ajudar de outra forma.

- vou procurar por ele. Obrigado.

- Nico?

- sim?

- não precisa medir palavras, ele sabe a história toda, e vai ajudar...

- tudo bem, dou notícias.

- obrigada.

Ligação off.

Voltei para a sala de espera e vi de longe Owen e Teddy, outra vez estava correndo pelos corredores daquele lugar, todos me olhavam assustados, mas só parei quando estava diante deles.

- Andrew?

- vai se levado para UTI, mas correu tudo tudo bem - Owen falava tranquilamente -  Teddy me ajudou o tempo todo, ele vai ter uma recuperação lenta, mas vai ficar bem.

- podemos ver ele? - perguntei.

- ainda não, mas assim que puder alguém vem buscar você, só uma pessoa, até ele poder ir para o quarto.

- tudo bem.

- alguma novidade? - Teddy perguntou.

- Léia está presa, Nico está tentando mandato de prisão para Victor  - contei. Ainda estava sobre o controle, ainda parecia que não era meu marido.

- deveria ir para casa, Andrew não vai poder receber visitas por algumas horas.

- não vou a lugar algum - murmurei - mas obrigada.

- vou levar Carina para casa - Maya apertou minha mão - voltamos depois.

- levem Thiago também - pedi.

- não, só saio daqui quando souber que o papai tá bem.

- ele está bem - Owen interviu - agora só está em observação.

- podem ir, vamos ficar aqui - murmurei, peguei a mão de Thiago e o levei em direção às cadeiras, ninguém comentou nada, só foram indo embora, até estarmos apenas nos dois.

- obrigado.

- é o seu pai, e não importa quantos anos a gente tem, da medo de perder ele - murmurei, infelizmente não tinha como falar isso em relação a minha, e não queria falar da dele, mas sobre pais eu poderia.

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