120. A adoção.

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Pov'Andrew.

A sensação era de segunda chance, não era isso porque Zaya estava ali conosco, era um presente maravilhoso, mas a gestação de Meredith era isso, uma nova chance, nova oportunidade de apreciar aquele momento, estar presente como desejei ter estado na primeira vez, fazer todas as vontades , aproveitar cada segundo de todos os desejos, e  saciar cada um, desde os sexuais como o dessa manhã logo que acordamos, era os desejos mais loucos, acordei com Meredith me chupando, antes que pudesse entender ela me olhou e sussurrou "estou com desejo de você" e voltou a me chupar com avidez, quando estava viajando no prazer, ela se ergueu e sentou em cima de mim e pediu "agora faz daquele jeito embaixo de mim", sim eu era casado com uma garota que tinha esse nível de desinibição, então fiz o que ela pediu, comecei a foder ela com força até a ouvir gemer e falar que estava gozando.

Agora a garota comia tranquilamente seus waffles com cobertura de cauda de morango, e mais umas três misturadas, eu tinha certeza que aquela não era uma boa idéia, mas seu sorriso de orelha a orelha era contagiante, quando Thiago entrou na cozinha me olhou desconfiado, já que nessa gestação Meredith estava com o mau humor mais aguçado do que na gestação de Zaya.

- bom dia - meu filho murmurou - bom dia madrasta e pequeno príncipe - ele se curvou e beijou o cabelo de Meredith.

- bom dia filho, como foi no aniversário?

- muita mulher, muita gente bebendo, muita música, depois da meia noite todo mundo se jogou na piscina e começou a se pegar - ele falou sério, depois começou a rir.

- espero que pelo menos uma dessas partes seja mentira.

- uma delas é - ela afirmou - mas a Laura apareceu na festa.

- Laura, a garota mais velha? - Meredith averiguou.

- ela mesmo, tava com uma amiga que era convidada do Fernando - pela animação que meu filho contava esse fato deduzi que ele deveria ter ficado com ela, o que era engraçado ele falar tão abertamente sobre isso, mas era também bom.

- e aí? - Meredith continuou interessada - vocês se pegaram? - a pergunta saiu abafada pelo pedaço de waffle que comia.

- já que tô solteiro e sem amigo ... Colorido... Sim... Vamos sair hoje de novo.

- ainda tem camisinha? - minha linda e sem filtro esposa perguntou.

- Meredith - Thiago a encarou sem jeito.

- querido, eu sou mãe, não sua, mas quase, e apesar de que irei apreciar ser "vódrasta" um dia, não será agora, então?

- sim... E eu sei onde compro mais - meu filho respondeu fazendo uma careta.

- ótimo... Acho que comi demais - Meredith fez uma careta.

- acho que sua ideia de misturar as caudas que não foi boa.

- shiu - Meredith levantou rápido e correu para o banheiro social, por sorte essa fase passaria logo, levantei e fui atrás dela, me abaixei ao seu lado e esperei até que o enjôo passasse - as vezes eu te odeio.

- eu te amo sempre - afirmei.


;)

Entrei em casa e encontrei Meredith sentada na poltrona, Zaya em seu colo dormindo, em alguns momentos dava pra ver a barriguinha de quase quatro meses dela, uma bebê de quase seis meses e um filho a caminho, parecia loucura, na verdade era, mas ainda sim eu estava feliz.

- oi - falei baixinho para não acordar nossa filha - a quanto tempo está ai?

- não faço ideia, eu não consigo soltar ela.

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