Ufa, acabei a tempo!
O capitulo de hoje está enooooorme para parabenizar a nossa amiguinha Marannesilva que está completando mais um ano de vida hoje. Amorzinho feliz aniversário, tudo de bom, muita felicidade e muuuuuuitos anos de vida. Obrigada pela companhia e pela participação. Desculpe pelas lágrimas que já te fiz chorar. hehehe
Hoje é seu dia, que dia mais feliz, parabéns, uhul 😘👏👏👏🎇🎆🎉🎊
Aos demais, um ótimo carnaval e boa leitura. Amo vocês ❤
Quem quiser capitulo no dia do aniversário só deixar a data nos comentários!
Ah um detalhe, tem uma parte no capitulo em que a Érin está de short e body, o look é o terceiro da foto. Bjs
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Três dias se passaram desde aquele dia no cemitério e eu ainda sinto o gosto da boca dela na minha. A Érin está irredutível quando o assunto é nós dois, diz que acabou e não tem volta e eu só pra não puxar outra briga faço de conta que aceito. Continuo indo ao quarto dela todas noites e todos os dias pela manhã, deixo sempre uma rosa e um bilhete de bom dia, nunca digo mais que isso para que ela não retome a raiva que sente daquele maldito beijo. Naquele dia no cemitério ela me pediu que não a beijasse mais, que o que havia entre nós estava acabado e aquele beijo só dificultava o nosso convívio, não houve brigas, ela foi calma e gentil nas suas palavras, parecia cansada e ainda parece, mas como sempre prefere caminhar sozinha. As vezes quando está acordada ela conversa um pouco comigo quando chego do trabalho, mas na maioria das vezes ela já está dormindo. Hoje cheguei do trabalho muito cansado, nem ia passar no quarto dela, mas os momentos que tenho com ela são tão poucos que me esforço um pouco mais e vou ao encontro da minha princesa. Pego a chave extra do quarto dela mas pra minha surpresa a porta estava destrancada. Entrei devagar, quase na ponta dos pés, era tarde e ela já estava deitada, parecia estar dormindo mas assim que me agachei diante dela abriu os olhinhos muito inchados e disse com a voz baixinha embargada pelo choro.
- Você chegou tarde, achei que você não viesse hoje.
- Por isso que a porta estava aberta, porque você achou que eu não vinha? - disse acariciando bem de leve o seu rosto.
- Não. Não adianta trancar a porta, você vai entrar do mesmo jeito, deixei aberta porque eu queria que você entrasse. - sorri meio sem graça - Você pode ficar um pouco comigo?
- Claro que posso amor.
Assim que me ouviu dizer sim ela se afastou um pouco abrindo espaço para que eu ficasse a seu lado na cama. Tirei o terno e ajeitei o travesseiro nas costas e me encostei na cabeceira da cama. A Érin veio todo dengosa para o meu colo, não disse nada, só ajeitou a cabeça no meu peito e chorou baixinho. A abracei e ela ficou ali quietinha, toda enrolada nos lençóis, o corpo quente de quem passou o dia na cama.
- Você quer conversar? - fez que não com a cabeça. Ficamos em silêncio por algum tempo, aos poucos ela foi se acalmando e parou de chorar.
- Você pode dormir aqui comigo hoje? - disse meio sonolenta.
- Todos os dias se você quiser, posso só tomar um banho? - fez que sim com a cabeça, beijei sua testa e saí - Já volto ta?
Se eu estava cansado a Érin parecia muito pior, o rostinho de menina ainda marcado pelas agressões do pai tinha as marcas das olheiras fundas que denunciavam que as noites eram longas para ela. Ela parecia um pouco mais magra também e a pele mais clara ainda por não ver o sol. Tomei meu banho e voltei para o quarto da Érin, ela estava lá, os olhos bem abertos e quando me viu sorriu tímida. Deitei a seu lado e ela veio direto para os meus braços, atropelando todas as minhas expectativas. Ficou quietinha e quando vi nossos corpos já estavam enlaçados como nos nossos melhores dias, braços e pernas jogados um por cima do outro e ela agarrada ao meu corpo, a respiração ficou mais leve e o choro foi vencido pelo sono. Ela dormiu a noite inteira, calma e tranquila como nos dias antes de toda essa confusão. Estar ali com ela era bom pra mim também, finalmente um pouco de paz. A puxei para mais perto e beijei seu rosto, deixando o sono me levar também.
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Entre o amor e a vingança
RomantikEla: Érin, 23 anos, virgem. Sem muitos amigos, perde o único irmão e melhor amigo aos onze anos. Sofre diariamente com os maus tratos de um pai violento, vê sua vida mudar aos doze anos com a entrada de um novo aluno na escola que em pouco tempo se...
