Boa noite! Finalmente saiu capítulo! 👏👏
Meus amores desculpa a demora, mas eu precisava de um tempo para colocar as coisas em ordem por aqui.
Só queria agradecer o carinho de vcs, isso foi muito importante para que eu voltasse a escrever. Só vou pedir mais uma coisinha, alguém sabe pode me dizer o nome do namorado da Paulinha? É tanto tempo sem escrever que eu esqueci o nome dele kkkk
Chega de falar, boa leitura e sejam bem vindos de volta a minha história.
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A Érin foi para o quarto com tanta raiva que o Erick achou melhor não ir ao quarto dela naquela noite. Foi dormir puto da vida, custava tanto assim ela entender que ele fica preocupado? Cada vez que ela sai sozinha é um problema diferente e ele já está de saco cheio de tantos problemas. O dia amanheceu e o Erick quase não tinha dormido direito pensando no que havia acontecido na noite anterior, afinal de contas onde a Érin esteve? Ele recebeu notificações no celular das compras que ela havia feito, mas isso foi cedo e a Érin só chegou meia noite e meia, sem falar que essa história de que ela estava com o Nando não convencia muito, aliás ela ter saído de casa com tão pouca roupa já não convencia tanto assim. Entrou no banho meio sonolento ainda, passou mais tempo que o normal no banho e não ouviu o barulho da porta. O mau humor tomando conta de um dia que acabara de começar, a dúvida não o deixou dormir a noite, onde a Érin estava e por que ela tinha sacolas de uma loja masculina? Aquele último comentário ainda estava fazendo eco na cabeça dele, mas será? Não, a Érin não faria isso, ela pode ter todos os defeitos do mundo, mas sempre respeitou a relação deles, mas então onde ela estava? Não ligou para o primo porque não queria ser esse tipo de homem, se ele não pudesse confiar na mulher não fazia sentido lutar tanto por ela. O problema é que a dúvida o deixava tão nervoso que não dava para bancar o homem seguro, precisava saber se ela estava ou não com o primo. Decidiu no final do banho que ia ligar para o Nando, saiu apressado, o coração apertado, morrendo de medo de ouvir um não, o que ele faz se a Érin resolver dar o troco por uma traição que nunca aconteceu?
Quando saiu do banheiro uma coisa chamou sua atenção, em cima da cama havia duas sacolas e um bilhete. Duas sacolas da sua loja de roupas preferida, a mesma loja na qual a Érin havia feito compras no dia anterior, no bilhete somente duas palavras BOM DIA! O sorriso estampou no rosto. Enquanto isso no outro quarto a Érin queria ter mais tempo, começou a entender que havia passado tanto tempo se machucando com coisas que deveriam ser insignificantes que não percebeu o tanto de coisas que poderia ter vivido. A adolescência podia ter sido muito melhor, mas ela estava presa a tantas dores e tantas mágoas que nem se deu o trabalho de reparar que existia outras coisas para viver. A vida cobra caro tudo aquilo que você deixa de viver e hoje ela só queria ter mais tempo para aproveitar a companhia do Nando. Pensando um pouco mais a fundo chegou a conclusão de que o ser humano vive como se cada momento fosse eterno e esquece ou só não se preocupa com um dia que pode nunca chegar. Nunca passou pela sua cabeça que um dia não teria tempo de estar com o Nando ou que estaria tão afastada da melhor amiga ou pior, que haveria um dia em que o Erick não quisesse estar com ela. Tantas incertezas, tanta coisa mudou no último ano, todas as hipóteses impossíveis se juntaram num único dia, de repente ela acordou numa manhã em que não havia tempo com os amigos e muito menos um amor, estava sem graça de entregar o presente e fez do jeito que achou melhor.
Tudo que ela acreditava estava fora do lugar, o que o Nando fazia era no mínimo lavagem cerebral, ela tinha acabado de "entregar" o primeiro presente ao marido e a única coisa que conseguia pensar era se devia ou não procurar a ajuda de um psicólogo. Estava sentada na cadeira que ficava na parede de frente para a cama, toda emboladinha numa cadeira apertada tentando ler a cópia digital de um dos romances de sua autora preferida. O celular era só um disfarce para uma mente que acordou barulhenta. Calculava o tempo do banho do marido para ver se ainda dava tempo de pegar de volta o presente sem que ele a visse, não fazia muito sentido presentear alguém que lhe fazia tanta raiva.
Estava realmente distraída quando a porta do quarto abriu, o Erick entrou meio sem graça, calça social preta, sem camisa e descalço, o cabelo molhado e sem pentear, a pele ainda meio molhada e se ele soubesse o efeito que isso tem na Érin ganhava fácil essa briga.
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Entre o amor e a vingança
RomansaEla: Érin, 23 anos, virgem. Sem muitos amigos, perde o único irmão e melhor amigo aos onze anos. Sofre diariamente com os maus tratos de um pai violento, vê sua vida mudar aos doze anos com a entrada de um novo aluno na escola que em pouco tempo se...
