cap 105 - De volta ao lar

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Antes de qualquer coisa quero dar os parabéns  a Bruna9071rodriguesgm que está faze fazendo aniversário hoje! Bruna muito obrigada por me acompanhar a tanto tempo e por estar sempre comigo, me dando forças para nunca desistir dos meus sonhos, vc e cada leitor são muito especiais na minha vida, que Deus te cubra de bençãos. 🎂🎊🎉🎈

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Sei que essas coisas são relativas somente aqueles que se importam, mas a alegria a nossa volta era tanta que fazia parecer que o Brasil inteiro estava em festa com a volta do Nando. A Érin não parava de falar, seu olhar estava tão iluminado que nem de longe lembrava aquela menina triste e calada. A Érin fez questão de que o Nando ficasse lá em casa com a gente, disse que uma semana passava rápido de mais e meu primo já havia decretado que não passaria mais do que isso no Brasil. A Constância era só alegria, ela que sempre gostara de ter a casa cheia, parecia vó com os netos correndo pela casa. A minha casa finalmente parecia um lugar agradável para se viver, só faltava mesmo a chata da Paulinha, aquela baixinha teimosa que espalha alegria por onde passa, mas aquela lá conseguia ser mais orgulhosa e teimosa que a minha Érin e tinha também o fato de que o meu primo não queria que a Paulinha soubesse que ele estava aqui. Então de alguma forma não dava pra ser como antes, vai ver a Érin tem mesmo razão quando diz que nem tudo da pra concertar.

- Pára Nando! Me põe no chão. - a Érin dizia aos risos enquanto meu primo a carregava feito um saco de batata no ombro.

- Ué reclamou tanto que tava com saudade e já quer distância? - diz enquanto a coloca no chão em meio a uma gargalhada.

- Não quero distância seu chato, só que você não precisa me virar de cabeça pra baixo como se eu fosse um saco de batatas.

- Quem manda ser pequena e magrela. Kkkkkkkkk 

- Ra ra ra! Muito engraçado você. - disse mostrando a lingua.

- Ô primo vem pra cá! 

Eu estava  parado no corredor que dava para o escritório, a Érin havia subido com o Nando para instalar ele em um dos quartos que nunca foram usados, eu tinha aproveitado o tempo para separar alguns documentos que precisaria para amanhã, parei no meio do caminho quando ouvi os gritos da Érin e a gargalhada do Nando enquando ele descia as escadas com ela no ombro. Era bonito de ver eles assim, desde que me mudei era a primeira vez que a minha casa se tornava um lugar barulhento e só havia se passado uma hora desde que o Nando havia chegado.

- É o coisa chata, vem pra cá, esquece um pouquinho o trabalho e vem ficar com a gente.

- Eu sou a favor da gente ir pra piscina! 

- Você é louco Nando?! Já viu a hora?

- Hummm, deixa eu ver... - estendeu o braço olhando o relógio - São exatamente seis e meia.

- É seu doido, são seis e meia da tarde! Ta frio lá fora.

- Fiquei sabendo que alguém entrou em mar aberto as duas e meia da manhã.

- Mas.. - a Érin ficou meio sem graça, talvez recordando o nosso primeiro beijo na praia.

- Mas nada, sobe logo e vai botar um biquíni anda!

- A Érin entrar na piscina? Duvido, essa dai ta pior que gato, não entra na piscina por nada.

- Você vem com a gente? - me encarou ainda meio sem graça - Só vou entrar se o Erick entrar também.

Felicidade é um troço que contagia, quando dei por mim a gente parecia três crianças fazendo arte na piscina, os três tremendo de frio e ninguém queria sair da água. A Constância brigava com a gente igualzinho a vó da gente faz.

Entre o amor e a vingançaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora