Não vou negar. Minha vontade de resumia em enfiar a cabeça da minha futura sogra dentro da privada. Que prazer eu teria em fazer isso.
Fiquei sem palavras com o pedido dela. Não me restavam muitas opções. Eu poderia mandar uma mensagem para Eros, mas eu sabia que isso só traria mais problemas para eles dois. Então o melhor era dar logo a cópia da chave e não contar nada por enquanto. Logo. Mas em muito breve eles estariam longes e eu teria Eros só para mim.
- Está aqui a cópia da chave, senhora. - extendi a mão alcançando a cópia que ficava guardada na gaveta de emergência no escritório.
- Sabia que você não iria me decepcionar, Tati. Você parece ser muito esperta.
Larguei meu sorriso mais forçado.
Não deu três minutos e ela já subia as escadas rumo ao quarto do filho.
A tarde foi tranquila. Nenhum imprevisto.
Ela revirou o quarto de Eros. Aproveitei para tentar espiar dentro do quarto. Mas ela tinha trancado a porta. Queria privacidade. Eu apenas fiz meu serviço e quando deu cinco horas fui para casa.
É tão gostoso chegar em casa e encontrar sua filha sorrindo.
- E o Eros? - com cinco anos e tão curiosa.
Minha mãe estava de ouvidos postos.
- Você não fala nada dele que até sua filha está curiosa. Então vamos lá. Desembucha. - minha mãe puxou a cadeira e sentou do meu lado enquanto eu tirava os sapatos dos pés.
- Somos namorados, sim. Se as duas estão tão interessadas assim.
Minha mãe abriu um sorisão.
- Só pedi um tempo para oficializar. A família dele também é supercomplicada. A mãe dele quer mandar na vida dele. Quer que ele.se case com uma garota que ela trouxe junto de viagem. Tá um saco.
- Hummmmm. - minha mãe estava superinteressada. Nem me interrompia. Só queria que eu despejasse tudo de uma vez.
- É fogo! Mas é só por uns dias. Depois eu acredito que tudo vai poder voltar ao normal.
- Então vocês já tem um relacionamento a mais tempo que eu imaginava.
Fiquei vermelha. Ela me pegou no pulo. Como eu era namorado dele se tinha conhecido-o há tão pouco tempo.
- É complicado. Mas é como qualquer outro relacionamento, mãe. Nem tudo é perfeito. Infelizmente.
- E você acha que isso tem futuro? Não quero parecer pessimista. Mas você sabe que essa gente rica é tudo exótica para não dizer o mínimo.
- Eu não sei, mãe. Eu só sei que eu gosto dele e ele gosta de mim. De verdade. Então eu vou apostar na sorte já que o azar é certo.
O celular tocou. Uma mensagem de Eros na tela.
ESTOU COM SAUDADES.
E em milésimos de segundos meu humor mudou para feliz. Dei um beijo na bochecha da minha mãe.
- Te amo. - e dei um beijo na bochecha da minha filha. - Também te amo.
Entrei no banheiro para tomar banho. Tranquei a porta e sentei na privada. Liguei o chuveiro.
TAMBÉM ESTOU COM SAUDADES, digitei na tela do celular.
Eros estava online.
ESTÁ FAZENDO O QUÊ? ESTOU MORRENDO DE TÉDIO AQUI. VOCÊ ESTÁ SOZINHA?
SIM, respondi com um emoji de sorriso. VOU TOMAR BANHO.
PENA QUE NÃO ESTOU AÍ PARA AJUDAR. POSSO TE LIGAR? QUERO TE VER.
VOCÊ ME VÊ TODO DIA. Eu estava eufórica com as mensagens.
DEIXA VAI! QUERO TE MOSTRAR UMA COISA.
OK. Meu coração batia desenfreado de emoção. Apertei no botão de video-chamada e esperei ele atender. Tentei arrumar o cabelo. A câmara do meu celular me deixava um canhão. A luz então me deixava uma bruxa.
- Oi, amor. Está fazendo o que? - Eros tinha aquele sorriso debochado nos lábios. Os olhos insinuantes.
- Estava entrando no banho. O que você queria me mostrar?
- Ahhhh. Isso aqui.
Eros estava no seu escritório na empresa. Ele abaixou o celular e me mostrou seu pau duro.
- Você é muito safado, Eros.
- É você que me deixa assim. Quer me ver gozar rapidinho? Eu bato uma aqui em sua homenagem.
- Eros você não vale nada.
- Quer ou não?
- Quero.
- Então me mostra teu peitinho. - Eros não tirava o foco da sua câmera do pau. A calça social aberta, o pênis e as balotas para fora. A mão subindo e descendo. No fundo o carpete, a madeira do que supunha ser a sua mesa e os sapatos sociais. Que pau gostoso. Eros aproximava a câmera do celular. A cabeça do pau. O furinho com uma gotinha transparente. A excitação. Puxando a pele para trás e exticando a cabeça. Deixando bem à mostra.
Eu tirei a camisa e puxei o peito para fora do sutiã.
Percorri o dedo indicador sobre o bico do peito.
- Ahh! Que delícia! Quero chupar esse peitinho.
Apertei meu peito com a mão. Massageando.
Eros se levantou. Um barulhão do celular. Vi só suas pernas se levantando. E ele colocando o pau sobre a mesa.
Que delícia! Só queria chupar esse pau. Dormir com ele na boca. Como um pirulito. Lamber a cabeça. Girar a língua ao redor. Por todo comprimento. Segurar na palma da mão suas balotas.
- Me mostra a bucetinha. Vai!
Meus olhos fixaram na porta do banheiro. Tinha que ser rápida.
Abaixei a calça e a calcinha de uma vez. E apontei de baixo para cima o celular.
Eros via meu capô de fusca como se eu estivesse sentando na sua cara.
- Quero chupar essa bucetinha gorda. - Eros estava gemendo e batendo punheta.
- Goza aí! Vai!
- Você quer ver eu gozar?
- Quero. Jorra porra em cima da mesa do escritório. Faz pra mim!
Coloquei os dedos sobre minha buceta. Massageando. Cutucando com o dedo médio.
- Isso! Não para. Enfia lá dentro. Quero ver você se tocando.
Eu obedeci.
Enfiei o dedo lá dentro. Eu já estava doidinha para dar. Queria sentir seu corpo.
- Quero ver esse pauzão jorrando leitinho. Me mostra vai.
- Já vou gozar. Só para você ver. - Eros batia punheta rápido e incessante. A respiração ofegante dele vinha alto até mim pelo telefone. - Vou gozar.
Então eu levei o meu celular até perto do meu rosto. Queria ver o cacetão jorrando.
Eros inclinou o quadril para frente. E o parou de se masturbar. Em dois segundos jatos de porra sairam voando sobre a mesa. Melecando tudo.
Eros aproximou a câmera dos vestígios. Para que eu visse melhor o esperma. Branco. Consistente. Farto.
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Eros
RomantikDepois de um casamento fracassado e uma gravidez não planejada, agora Tatiana aceita qualquer emprego para sustentar a sua filha. Ela é só mais alguém no mundo tentando neste momento sobreviver e seguir em frente. Depois de ser traída pelo pai de su...
