Uma nova Cinderela (parte 33)

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Já era noite quando chegamos a casa à beira mar. Lindo. O som do mar quebrando e o cheiro da brisa do mar me revitalizaram da viagem.
Eros estacionou o carro, deu a volta e abriu a porta para mim.
- E agora podemos dizer que temos um encontro de verdade. Senhorita. - ele estendeu a mão para me ajudar a sair.
Ele me pegou no colo. Eu levei um susto. Envolvi meus braços ao redor do seu pescoço.
- Alguém pode nos ver, Eros. - me senti uma noiva sendo carregada pelo marido na lua de mel.
- Prometo te carregar assim toda noite até a sua cama.
- Você deixou o carro aberto lá atrás.
- Não tem problema. Depois resolvemos este pequeno problema.
Me senti uma criança no colo de Eros. Ele segurando e balaçando meu corpo a cada passo.
Ao chegar na porta ele parou na frente.
- Esqueci a chave no porta-luvas.
- Então me carregue de volta.
- Sério? - ele arregalou os olhos.
- Não seja fraco.
Ele jogou meu corpo para cima para reposicionar os braços por baixo do meu corpo. Girou e voltamos até o carro.
Ao chegar perto da porta do carona que continuava aberta eu inclinei meu braço para dentro e abri o porta-luvas.
- É a chave vermelha.
- Calma. Já vi.
Um barulho metálico tilintou quando peguei a chave.
Eros respirou fundo e girou o corpo em sentido a porta. Suas costas inclinadas para trás para equelibrar o peso dos nossos corpos. Suas pernas caminhando espaçadas e os pés virados para fora. Suas mãos me apertando.
- Se você não estiver aguentando é só me colocar no chão. Eu ainda sei caminhar, Eros. - eu ria da situação.
- Não. Eu. Consigo. - ele respirava trancado. As veias no pescoço quase explodindo. O rosto ficando roxo.
Chegamos na porta. Eu enfiei a chave e girei. Eros esticou a perna e com um chute abriu.
Eu passei a mão sobre a chave de luz.
- Esta quase. - Eros parecia desesperado para me atirar em cima da cama de uma vez.
A casa era muito bonita. Simples e bonita. Vasos de plantas por todos os lados. Pedras no chão. Uma estética rústica e bonita.
Eros me carregou pelo corredo a passos rápidos até chegar no quarto. Quando eu liguei a luz senti a alegria vibrante na respiração dele.
- Pode me colocar sobre a ca... - meu corpo foi arremessado sobre o ar.
No instinto abri os braços e as pernas enquanto pousava sobre a cama. Meus cabelos sobre meu rosto e eu gritando de surpresa.
Só senti o colchão da cama contra minha bunda e minha costa me amortecendo e joganda para cima.
- Você é do-i-do! - sussurrei enquanto gargalhava.
- Você não viu nada.
Eros colocou as duas mãos sobre o peitoral e segurou na divisória da camisa social.

Num estouro seco a camisa se rasgou. Seu peito musculoso, gigante, duro, gostoso, sexy a mostra.
- Finalmente sós. - a voz grossa, grave, profunda, reverberante.
- Estou toda molhadinha. - confessei.
- Você ainda não viu nada. - Eros pegou nas minhas pernas e me puxou sobre a cama.
A cama chegou a ranger.
Ele inclinou o corpo para frente e deitou seu corpo sobre o meu. Minhas pernas abertas, as dele fechadas por dentro. Seus braços gigantes envolta da minha cintura.
Eros percorreu os dedos sobre minha boca. De um lado à outro. O polegar acariciando o lábio inferior.
Entrando dentro da minha boca. E eu o chupando e olhando dentro dos seus olhos penetrantes.
Meu corpo desejando-o. Eu já estava ofegante.
Sua mão se posicionou atrás da minha nuca. Seus dedos entre meus cabelos. E seu rosto se inclinou até seus lábios tocarem os meus.
Um beijo sobre minha boca, alguns sobre meu queixo. E descendo até meu colo.
Uma mão apertando meu peito. Eu sentindo sua mão apertando meu peito com força. Com desejo.
Eu já estava desesperada pelo seu pau.
- Me coma. - gemi no seu ouvido. Arfei meu bafo quente e úmido.
Eros fechou os olhos por alguns segundos. Sem se mover. Eu percorri a ponta dos dedos pelas suas costas brincando. Como se tocasse um instrumento de cordas.
Simulei uma foda lenta. Levantei meu quadril e rocei meu corpo contra o dele. As pernas abertas entrelaçando ao redor do seu quadril.
- Me coma, Eros! Soque seu pauzão na minha bucetinha. Eu quero te dar. - Eu sabia que dizer essas coisas o deixava doido.
Sentia seu pênis duro roçando na minha coxa.
Eros se levantou e tirou minha roupa. Começou pelos pés. Beijando-os e fazendo um pouqinho de cócegas. Depois tirou o resto com tanto carinha. Entre beijos e passadas de mãos.
Passou sua mão por cima da minha calcinha. Friccionando contra minha buceta. Aquilo me deixava louca.
Levei as mãos até a minha boca. Enfiei dois dedos dentro da minha boca.
Eros se levantou e tirou o resto da sua roupa. Num sopetão puxou a cueca para baixo.
O pauzão estava lá. Já no prepúcio. As típicas gotinhas transparentes e espessas saindo da cabeça do pau. Ele estava com muito tesão.
Eu tirei o sutiã e dedilhei meus mamilos durinhos. Abri bem as pernas.
Eros segurou atrás de cada pé e levantou minas pernas para o alto num v desengonçado.
Ele posicionou as minhas pernas sobre seus ombros. Uma de cada lado.
E rápido ele rasgou a minha calcinha. Eu dei um grito de surpresa e tesão.
Que homem!
Eros pincelou seu pau sobre minha buceta. Bateu com seu cajado sobre ela. E então enfiou a cabeça.
Meu corpo tremeu de prazer. Meus dedos se agarraram sobre o cama.
- Sabe quanto punhetas eu bati pensando na tua buceta? - eu adoro quando ele fala essas coisas.
- Ela é só sua, Eros.
Eu senti seu pau entrando mais fundo. Me deflorando. Quente. Pulsante. E voraz dentro de mim.
- Ahhhhhhhhhhhhh! - gemi muito alto. E mais vontade me deu de gemer. - Ahhhhhhhhhhhhhhhhh!
E então eu senti o pau batendo lá no fundo. A dorzinha e o prazer inominável.
- Soca, Eros! - implorei.
E ele puxou o pau para fora e voltou com tudo. Seu corpo deu um estouro ao bater contra o meu. As suas mãos por baixo das minhas coxas segurando minhas pernas sobre seus ombros.
A força do movimento foi tão grande que eu só vi um borrão e escutei um estouro.
A cama veio abaixo. Uma socada da pirocona de Eros quebrou a cama.
E eu só conseguia dizer.
- Não para! Não para! Por favor! Não para!
E mesmo com a cama estatelada no chão, Eros socava seus 27 centímetros dentro de mim. O suor escorrendo pela testa. Eu gemendo como uma vadia e ele lá socando. Imparável.

ErosOnde histórias criam vida. Descubra agora