Uma nova Cinderela (parte 45)

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- Agora eu quero te chupar. - Eros colocou seus dedos embaixo do meu queixo erguendo meu rosto para que eu o visse de igual para igual. Seus olhos verdes pareciam como de uma fera.
Eros se levantou e me colocou deitada sobre a lancha. Ele enfiou as mãos por baixo do meu roupão, subindo pelas coxas e puxou minha calcinha para baixo. Eu ergui meus pés para ele tirá-la. Minhas costas tocando a lancha, minha cabeça virada para o céu agora azul.
Eros desatou o nó do meu roupão e o abriu. Eu apenas de sutiã. E ele puxou os bojos para baixo. Meus peitos ficaram durinhos pela friozinho da brisa. Eu sentia todos meus pelos se eriçando.
Eros caiu de boca no meio das minhas pernas. Com sede da minha buceta. Sua bermuda abaixada até joelhos. Seu pau pendendo para baixo, pesado, gotejando e sua bunda exposta ao vento sendo tocada pelo sol.
Eu só senti sua língua lambendo sobre minha vagina. Eu arfei e gemi alto. Como uma piranha. Como uma vadia. Como qualquer mulher que gosta e tem coragem de exprimir seu prazer sexual através de ruídos vocais.
Eros me lambia como um gato toma leite num píres. Me levando a loucura. Seus dedos percorriam entre a minha virilha me deixando louca de prazer. Meu corpo se contorcia. Minhas pernas queriam se fechar ao redor da cabeça de Eros.
E ele continuava me lambendo. Me deixando doida. Eu só queria que ele enfiasse a língua dentro de mim de uma vez. Queria sentir o músculo da sua boca levemente áspero, molhado, se remexer dentro de mim.
- Me chupa! Eu imploro! - eu espalmei a mão e coloquei sobre a sua cabeça. Conduzindo-o seu rosto para dentro de mim.
E ele obedeceu.
Senti sua língua entrando dentro de mim. Devagar. Depois rápida. Tentando devastar cada cantinho dentro de mim. Descobrir cada cantinho. Seus lábios tocando a entrada. Seu nariz roçando sobre. O ar quente bufando sobre minha vagina.
Eu só queria que sua língua fosse gigante e entrasse cada vez mais dentro. Me abrisse como uma rosa em botão tem as pétalas espaçadas pro crianças impacientes. Me devastasse em prazer.
Eros chupava com sede. Ele sentia prazer em me deixar louca. E estava conseguindo.
- Por favor, me coma! Quero seu pau dentro de mim. Eu não aguento mais. Me come! Come a tua noivinha.
Ao ouvir a palavra "noivinha" Eros parou e levantou a cabeça para me olhar. Eu o vi entre meus peitos e no meio das minhas pernas sorrindo.
Eros se lavantou e tirou toda a roupa. Pelado ao ar livre. Meu Deus! Meu coração chegava a falhar. Eu sentia ele batendo tão forte que o escutava pulsando ao pé do ouvido. Que homem! Um deus grego do sexo. A perfeição. O sol iluminava seu corpo nú. Seu pau gigante pendendo para baixo. Seus bíceps, tríceps, quadríceps, glúteos perfeitos. Duros. Firmes. Gostoso. Um sorriso branco e lindo. Gigante e mais belo ainda ao toque da luz do sol da manhã.
Seu cabelo voando. Ele caminhando até mim.
- Venha comigo! - Eros estendeu a mão para me ajudar a levantar.
Eu me ergui e ele tirou meu roupão e abriu o meu sutiã. Só senti as peças de roupas caindo sobre meus pés.
Estava totalmente nua. O vento do mar me causava arrepios e o desejo de fuder com este homem me deixava louca e fervendo. Eu me sentia tão viva e tão completa. Só queria sentir seu corpo dentro do meu. Eros beijou meu ombro e então segurando minhas mãos com seus dedos calejados me conduziu até a ponta da lancha.
- Não precisa ter medo. Eu estou aqui com você. Você confia em mim?
- É claro que confio.
Ao chegar mais perto da ponta da frente da lancha eu sentia um friozinho da barriga. O mar lá embaixo me dava medo.
- É só você se segurar nas barras de metais. Você não vai cair e eu vou te segurar.
Eu acenti abalançando a cabeça. Eros queria me comer na ponta da lancha e embora eu tivesse medo de cair, quando pousei minhas mãos sobre a barra me senti segura. Me senti firme.
Lá na frente o mar, na sua totalidade, até perder de vista. Vibrante. E o sol já se erguendo rumo ao alto. Os raios do sol esquentavam o meu corpo e Eros atrás de mim segurava suas mãos ao redor da minha cintura. Seus lábios beijavam minha nuca me causando arrepios que me deixavam molhadinha. Baforava no pé da minha orelha me deixando louca. E quando ele gemia, com sua voz aveludada e tão máscula, minhas pernas chegavam a tremer.
Eros subiu suas mãos até as duas apalparem meus peitos. Eu inclinei a bunda para trás, sentindo seu pau duro roçar. Eu rebolava contra o seu pau e Eros mordiscava meu pescoço me deixando ainda mais louca.
Então Eros cuspiu na palma da mão e lubrificou a cabeça dos seus 27 centímetros. Ele colocou seu pau quente entre minhas coxas e apoiando seu queixo sobre meu ombro ele envolveu seus braços ao redor do meu quadril até chegar na minha vagina e posicionar a cabeça do pênis para entrar por baixo dentro da minha vagina. Eu não me contive e contraí as coxas. Eros arfou fundo. Seus dedos apertaram com força meu quadril. Puxando para mais perto do seu corpo quente que me esquentava as costas e as nádegas e me acariciava.
Seu pênis entrou na minha vagina. Senti a cabeça me espaçando. Me deflorando. Meus dedos apertavam a barra da lancha. E eu apenas sentia a dorzinha, o prazer gigante do pau de 27 centímetros entrando.
Eu senti o pênis quente me cutucando por dentro. Eu arfava. E ele gemia. Fechava os olhos e apenas engolia a saliva desfrutando do sabor de comer a sua noivinha.
Estiquei um braço para trás e envolvi minha mão atrás da sua cabeça para puxá-lo mais perto de mim sobre meu ombro.
- Soca amor! Soca!
E Eros levantou seu corpo na ponta dos dedos dos pés, dobrando seus joelhos e empurrando o quadril para frente. E o pau batendo lá no fundo.

ErosOnde histórias criam vida. Descubra agora