Eu não vou deixar

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Mel

Antony senta atrás de mim na banheira, e eu descanso minhas costas apoiada no seu peito. Bonito se endireita, e fica jogando água pelo meu corpo com carinho.

- Minhas costas está doendo.- reclamo fazendo careta.

- E como não vai doer? Você trocou um colchão italiano por um chão de madeira duro.- ele comenta e minha mente dá um nó.

Como ele sabe que dormi no chão se até onde eu sei, tudo foi escondido dele?
Me viro para olhar em seu rosto, e ele está com uma diversão estampada nele.

- O que? Você realmente achou que eu não sabia?.- ele diz sorrindo, e eu continuo o encarando incrédula.

- Como? Carine te disse?.- pergunto desanimada, e ele nega.

- Não, mas tenho certeza que ela sabia.- diz ele despreocupado, mas quando percebe que continuo o encarando interrogativa, ele volta para sua explicação.- querida, seu motorista só recebe ordens diretas de mim, por isso eu sabia, desde a hora que saiu da casa de seus pais, ate quando foi para o aeroporto. O carro tem GPS, e eu tenho um aplicativo no meu celular.- ele diz dando de ombros, e eu balanço a cabeça.

- Então não foi uma surpresa?.- faço beicinho para ele.

Poxa, eu estava tão empolgada com tudo aquilo, e agora ele me jogou um balde de água fria.

- Baby, quando a sua segurança está em jogo, eu não tirarei os olhos de você nunca.- diz ele segurando o meu rosto na mão, e depois me dá um selinho rápido.- o carro de Lucca está em nome da empresa, e também tem GPS, o hotel que ficou hospedada também é meu.- ele diz e eu bufo.

- Que saco, tudo é seu aqui, daqui a pouco, vou achar que a sicilia inteira é sua.- reviro meus olhos, e ele sorri.

- Bom, uma grande parte pode se dizer que sim, menos esse hotel, apenas o quarto é meu.- explica ele.

- Continua, eu quero saber até a onde você blefou comigo. Por isso você não estava ligando, ou mandando mensagem, você sabia exatamente onde eu estava né?.- insinuo, e ele concorda.

- Eu queria deixar você se divertir achando que sabia mais que eu.- ele debocha e leva um tampa no braço, onde ele fica passando a mão sorrindo.- o hotel tem vigilância de câmeras, e eu tenho o acesso de todas. Vi perfeitamente quando você se jogou no chão do apartamento.- ele diz com os lábios torcido, balançando a cabeça em forma de descrença.- na Villa eu também tenho o sistema de câmeras, eu só as desliguei, quando você começou a se arrumar, eu queria que isso realmente fosse surpresa para mim, e você como sempre me surpreendeu, mostrando que sempre pode ser ainda mais bonita.- Ao som dessas palavra, meu coração se enche.

- Você é impossível.- eu falo encostando meus lábios em sua boca, e começamos um beijo lento e carinhoso.

Querendo sentir centímetro por centímetro um do outro. Antony da a volta na minha cintura com seu braço, me puxa mais pra si, fazendo meu peito grudarem ao seu ainda mais. Nosso beijo começa a ficar mais devasso, e mais quente com forme o tempo, e bonito começa a apertar todas as partes do meu corpo. Me esfrego nele, e começo a sentir seu pau, fazer cócegas, em meu umbigo. Olho para baixo, e vejo uma ereção gorda me dando olá.

- Você acordou ele garota.- Antony diz sorrindo, e me suspende com as mãos em baixo da minha coxa.

Eu seguro seu pau para ele fica reto, e bonito me abaixa, se encaixando dentro de mim. Não consigo controlar o gemido, quando seu membro bate contra a parede do meu útero.

- Relaxe baby.- ele sussurra próximo ao meu rosto, e eu começo a me movimentar devagar para cima e para baixo.

Inclino levemente minha cabeça para traz, sentindo que o movimento provoca ondas de prazer pelo meu corpo.

- Você é tão linda Mel.- bonito diz, sem tirar os olhos de mim.

Ele segura no meu pescoço, e me puxa para um beijo com desejo, me invadindo com sua língua, e chupando meus lábios. Antony aperta minhas pernas atrás da sua cintura, e se levanta, invertendo as posições, agora eu que estou com as costas apoiadas na beira da hidro e ele em cima de mim. Ele me puxa mais pra baixo, e se encaixa entre as minhas pernas, ficando de joelhos no chão. Bonito começa a se movimentar, e se inclina para frente, pra poder me beijar novamente.
Seus movimentos são calmos, porém precisos, ele me enche empurrando bem no fundo precisamente, me causando calafrios e delírios de prazer.

- Você é minha, e eu cuido do que é meu.- ele sussurra no meu ouvido, me fazendo gemer com essas palavras.

Ele é tão delicado, porém tão firme, e eu não aguento mais me controla. Deixo meu prazer correr como um raio pelo meu corpo, fazendo ele palpitar, gritando e delirando com os olhos fechados.

Antony também não demora e explode seu sêmen quente dentro de mim logo depois.

- Senti sua falta, não vou mais deixar você sair de perto de mim.- ele fala, ainda sem tirar seu pau de dentro de mim, e roça seu nariz com o meu.

- Você vai ir morar em Belford roxo?.- eu zoo, e ele me encara.

- Se esse for o preço pra ter você, eu moro.- ele me olha sério, e eu enrugo a testa.

Ele está falando sério?

- Eu dúvido.- eu falo descrente que ele largaria sua mansão, somente para ficar atrás de mim.

- Está duvidando de mim?.- diz ele ofendido, e eu me arrependo na hora.

Ele realmente parece está sendo sincero, e isso me deixa um pouco desequilibrada.

- Vamos com calma.- eu faço carinho em seu rosto.- assim está tão bom.- beijo a boca dele e depois abro meus olhos para o encarar, e ele parece está pensativo.- O que foi?.- pergunto intrigada.

- Não é nada, vamos para a cama?.- pergunta ele, mudando rapidamente de semblante, e sai de dentro de mim me estremecendo.
...

Eu me deito na cama, e o bonito me cobre com o edredom, se juntando a mim de baixo da coberta logo depois.

- Boa noite.- ele beija meus lábios carinhosamente, e sorri para mim tão relaxado, que fico feliz em vê-lo assim.

Antony é sempre muito sério e fechado com as pessoas, parece sempre indiferente aos sentimentos e pensamentos alheio, e ver que ele é totalmente ao diferente comigo, me faz ama-lo. Parece que ele nunca se rende, e só para quando tem o que quer. Por isso que ele é tão grande no que faz, independente do que seja. Ele parece não ter medo de ir até o fim, e é isso que intimida.

- Antony?.- eu o chamo, quando ele já está com os olhos fechados.

- Huum...- ele sussurra, e depois abre os olhos para olhar pra mim.

- Do que você tem medo?.- eu pergunto para ele, e bonito enruga a testa.

Depois de pensar um pouco, ele estremece, e vejo seus olhos arregalaram um pouco, e pela primeira vez, vejo um tipo de pavor mascarado em seu rosto.

- Eu tenho medo de algo que não vai acontecer, pois eu não vou deixar.- ele afirma com certeza, e beija minha testa ternamente.- agora chega de perguntas e vá dormir garota, amanhã precisamos ir para vila cedo.- ele diz, e me puxa para mais perto, me abraçando forte.

O SicilianoOnde histórias criam vida. Descubra agora