Interrogatório

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Mel

Antony não se opôs ao meu carinho, e me agarra me fazendo suspirar pela boca, e soltar um gemido dentro da boca dele. Quando separamos nossas bocas, estamos ofegantes e com os lábios inchados. Eu seguro nós dois braços do bonito e vou guiando ele até encostar suas costas na porta. Quando o corpo dele bate contra a madeira, ele solta um som de sua garganta, que vai direto para a minha buceta sedenta e molhada.

- Eu quero chupar você, Antony Berrutti.- sussurro com cara de safada para ele, e vejo seus olhos quase entrarem em erupção.

Ele morde os lábios, e o agarra entre os dentes, reprimindo um gemido. Eu me agarro a ele, beijo sua boca novamente, e vou passando a minha mão em seu corpo, até encontra seu membro duro e pulsante em minha mão. Ele solta um suspiro alto, assim que eu aperto meus dedos com força em volta dele.

- Eu vou fazer isso duro e rápido.- aviso antes de abri suas calças, e ele engole seco.

Quando o som do seu cinto anuncia que tocou o chão, eu enfio minha mão dentro da cueca de Antony e sinto seu pau duro feito rocha. Ele suspira sentindo meu toque, fechando os olhos e jogando a cabeça para traz lentamente. Minha boca fica cheia d'água quando sinto seu pau pulsar em minha mão.

- Mellany.- ele sussurra meu nome, feito uma ladainha em sua boca.

Eu vou me abaixando e levando junto comigo sua cueca, depois paro exatamente de frente para seu pau maravilhoso. Eu o movimento para frente e para trás, mordendo meus lábios, olhando para os olhos do bonito, que agora só consegue respirar pela boca. Quando meus lábios tocam a ponta da cabeça, Antony quase tem um treco, e segura firme em meus cabelos.

- Garota.- ele tenta dizer algo, mas eu afundo seu membro em minha garganta, e ele engasga com as palavras, me dando muita satisfação.

Eu o chupo com força, saboreando cada centímetro e todo o seu gosto gostoso. Bonito joga a cabeça pra traz, e tenta se controlar o máximo que pode. Porém, eu sou implacável e ansiosa para sentir seu gosto em minha língua.

- Não tenha pressa.- ele rosna entre os dentes, tentando freiar meus movimentos com um puxão de cabelo, mas eu não paro.

Quando sinto as primeiras gotas de seu sêmen, eu sorrio para ele e ele balança a cabeça em negação, um pouco antes de explodir em minha boca.

- Puta que pariu.- ele rosna com a cabeça jogada e segurando firme em meus cabelos.

Eu engulo tudo dele e depois limpo o que escorreu, ficando em pé, até estar mais perto de seu rosto.

- Eu senti sua falta.- falo já em pé de frente pra ele, e ele abre os olhos para me encara.

- Maneira peculiar de demonstrar isso garota.- ele diz com um meio sorriso, e ainda um pouco ofegante.- também senti sua falta.- ele declara, segurando dos dois lados do meu rosto, e dando um beijo em meus lábios.- Vamos voltar para lá.
...

Estamos sentados na mesa juntos com alguns dos meus parentes, e é claro, com o emburrado Rodrigo de braços cruzados, tentando não olhar para nós.

- Então Antony, o que você faz?.- minha mãe pergunta, e eu começo a ficar nervosa com essa pergunta.

- Sou empresário.- bonito responde educado e tranquilo.

- De que ramo?.- tia Nilsete pergunta curiosa, e meu coração acelera.

- Diversos, não gosto de comodismo, tenho um pé em cada lugar. Importação e exportação, tecnologia, agricultura, mobiliário, gastronomia... E por até vai.- ele diz despreocupado, e incrivelmente vontade com toda aquela atenção. Provavelmente deve ter respondido essas perguntas várias vezes na vida. Ele fala tão elegantemente, que e elas suspira.

- E você é daqui mesmo?.- pergunta Danielle.

- Sou descendente de italianos, fui criado na Itália, mas nasci aqui no Brasil.- Antony responde pacientemente o interrogatório.

- Agora você mora aqui mesmo?.- ela continua.

- Sim, moro aqui no Brasil, mas preciso ir à Itália frequentemente.- ele diz encarando ela.

- E como vocês se conheceram?.- Simone pergunta.

- Gente, já chega desse interrogatório.- eu falo colocando meu copo em cima da mesa.

- O que vamos fazer amanhã?.- meu pai muda de assunto, reconhecendo o meu incomodo e eu respiro aliviada. Pelo menos tenho ele pra saber a hora certa de me salvar.

- Nervosa garota?.- Antony sussurra no meu ouvido, e eu encaro seu rosto sarcástico.- não acha que por impulso, eu revelaria que sou um mafioso, perverso e assassino, ou acha?.- ele me provoca, e eu olho em volta nervosamente, com medo de alguém ter ouvido essa confusão.

- É apenas receio.- declaro para ele.

- Planos para amanhã senhor Berrutti?.- pergunta tio Carlos, interrompendo as provocações de Antony.

- Sim, tenho algumas programações em mente, mas isso dependerá de algumas coisas.- ele diz calmamente, e eu enrugo a testa.

- Poderíamos saber de que? Se não for um encômodo.- diz tia Nilda.

- De onde Mellany vai querer está amanhã.- ele diz agora me encarando, e eu o encaro, tentando descobrir algo em seus olhos.

- Vocês parecem ser bem próximos.- declara Danielle nós observando, mas eu não deixo os olhos do bonito, e nem ele os meus.

- Sim, somos.- ele responde a pergunta da minha prima, sem tirar os olhos de mim, e isso me deixa feliz igual uma bobinha.

- Bom, eu não sei vocês, mas eu estou indo me deitar.- avisa minha mãe.- todos já estão devidamente acomodados?.- ela pergunta, e depois me encara.

Sei que ela está querendo saber onde Antony irá dormi, mas não quer ser tão invasiva assim.

- Bom, eu aluguei uma apartamento aqui perto, e gostaria que Mellany fosse para lá comigo.- ele diz logo em seguida.- se isso não for incomodar ninguém.- acrescentar ele em direção ao Rodrigo.

Meu rosto fica quente...

- Bom, é ela quem decide, mas isso iria ajudar um pouco.- diz minha mãe, e eu enrugo a testa pra ela.- calma minha filha, não estou te expulsando, é só que teria mais lugar para os convidados dormirem.- ela se desculpa, e eu sorrio para ela.

- Tudo bem, eu vou com o Antony.- aviso, e ela concorda.- Vou pegar minhas coisas.- sussurro para ele, e vou para o quarto.

O SicilianoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora