Agradecimentos

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Para Aqueles que Caminharam com Jacob

Queridos leitores, meus companheiros de jornada, uma jornada mais longa que o esperado. Chegamos ao fim de mais um capítulo da vida de Jacob Black. Ou, pelo menos, ao fim deste intenso arco de luto, sacrifício e, finalmente, resgate.

É com o coração cheio de gratidão que escrevo esse agradecimento a vocês. Obrigado(a). Obrigada por terem acompanhado Jacob e Trish, por terem vibrado com o amor deles, por terem aceitado a complexidade do lobo e, acima de tudo, por terem permanecido ao lado de Jacob quando ele estava mais quebrado. A energia e o apoio de vocês foram a bússola que guiou esta história. Obrigada inteiramente a todos aqueles que mesmo odiando Trish desde o início, se mantiveram firmes esperando uma melhoria, sinto se os decepcionei.

Sei que o fim foi brutal. A perda de Trish foi um golpe para Jacob, e sei que foi um golpe para muitos de vocês. Havia a esperança de um final feliz, de mais capítulos da vida a dois, de ver Ephraim crescer com a mãe, mas...

Lamento sinceramente a dor que este final causou. A escrita é um ato de amor e espero que esta dor tenha sido recebida como um sinal do quanto a personagem de Trish e o seu amor por Jacob eram reais e vitais.

Mas há uma verdade que preciso compartilhar: O fim de Trish foi, tragicamente, o plano desde o início.

Esta história nunca foi sobre a construção do amor, mas sobre o custo dele. Perpétua é uma reflexão sobre como o luto e o dever podem se tornar uma forma de prisão, um fardo que carregamos em nome de quem perdemos.

O sacrifício de Jacob em não era uma falha dele, mas a materialização da nossa questão central: Como um amor tão forte pode ser uma âncora e, ao mesmo tempo, uma jaula?

A morte de Trish não foi um artifício para causar drama, mas o gatilho necessário para que Jacob entendesse que a sua maior honra não era sustentar o sonho dela (a loja), mas sustentar o homem que ela amava.

Sei que a perda dói, mas espero que os capítulos extras os ofereça a resolução necessária. Ela queria a liberdade dele, e não a penitência.

Obrigada por terem entendido a carga de perpétua desta escolha narrativa e por terem me permitido explorá-la com tanta profundidade.

Vocês são o motivo pelo qual as histórias ganham vida. Espero que me acompanhem nos próximos trabalhos, como em Submerso de Paul Lahote.

Fiquem com os capítulos extras como meus mais sinceros pedido de desculpas.

Com todo meu carinho e gratidão,

Rêh_Salutt. 



PERPÉTUA - JACOB BLACKHistórias para pegar e não largar. Descubra agora