Sorrindo gloriosamente, ela se ergueu, o rosto corado.
Jacob a presenteou com um beijo apaixonado, antes de resolver que era hora de dar o troco.
Ele a segurou pela cintura e a levantou do chão com uma facilidade impressionante, girando-a até que as costas dela batessem suavemente contra a parede. Trish soltou um ofego, sentindo o corpo quente dele pressionar o seu, o cheiro de fumaça e pinho se misturando de forma inebriante.
— Você achou que ia me deixar assim? — Jacob murmurou contra a boca dela, a voz grave e cheia de um desejo que mal se continha. — No meio de um corredor, depois de quase incendiar a casa?
— Você é quem causou o incêndio — ela provocou, rindo, agarrando o colarinho de sua camisa.
— E você está prestes a apagar o próximo.
Com um movimento rápido, ele deslizou as mãos para as coxas dela e a levantou, enlaçando-as em sua cintura. Trish, que ainda estava de pijama, sentiu a seda fria deslizar pela sua pele enquanto ele a ajeitava. Seus joelhos encontraram a lateral do corpo dele, e Jacob começou a avançar escada acima, sem quebrar o beijo.
Ele a carregou até o quarto, o ritmo urgente, mas cuidadoso. O alarme de incêndio, que ainda apitava, parecia a trilha sonora caótica e perfeita da paixão deles.
Ao chegar ao quarto, Jacob não hesitou. Ele a soltou sobre a cama, o colchão macio engolindo o corpo dela por um momento. Ele subiu imediatamente, ficando de joelhos sobre ela. A camisa dele estava aberta, e a calça, desabotoada, mal se mantinha na sua cintura.
— Você está encrencada — ele disse, o hálito quente no pescoço dela.
Trish não respondeu; apenas arqueou as costas, convidando-o para mais perto.
Dessa vez, era Jacob quem estava no controle, e ela ansiava por isso. Ele a beijou com possessividade, explorando cada centímetro da boca que acabara de levá-lo ao êxtase. Suas mãos não eram gentis, mas eram adoradoras, rasgando o tecido da calça de pijama que a impedia.
O som do tecido se rasgando foi abafado por um gemido de Trish. Ele estava impaciente.
Em seguida, Jacob removeu a camisa molhada e amarrou-a na frente dos olhos dela. A escuridão repentina intensificou todos os outros sentidos de Trish: o cheiro de pele e paixão, o toque áspero das suas mãos, o som ofegante da respiração dele.
— Você não vai ver, mas vai sentir cada segundo — ele prometeu, a voz rouca, fazendo um arrepio percorrer a espinha dela.
Trish mordeu o lábio inferior. Essa era uma nova camada de perversidade que ela estava amando descobrir no seu Quileute.
Ele a preparou com uma série de toques lentos e calculados, desenhando padrões de fogo por sua pele, torturando-a com a antecipação. O toque dele era preciso, cada carícia a levando a um novo limite. Ela tentou alcançá-lo, mas ele estava um passo à frente, sempre se afastando no último segundo.
Quando ela já estava tremendo de desejo, Jacob se posicionou entre as pernas dela. Ele a penetrou de uma só vez, com força, fazendo-a gritar seu nome por trás do tecido amarrado nos olhos.
O grito foi uma mistura de surpresa e prazer avassalador.
Ele parou por um segundo, permitindo que ela se ajustasse ao seu volume. O silêncio momentâneo só era quebrado pela respiração pesada de ambos e o irritante (mas agora ignorado) alarme.
Jacob começou a se mover. Lento no início, ditando um ritmo profundo e dominante. Ele não estava apenas se movendo; ele estava se afirmando, possessivo, marcando seu território em seu imprinting.
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PERPÉTUA - JACOB BLACK
Manusia SerigalaA ânsia pela concretização se arrasta tanto que a esperança se transforma em agonizante incredulidade. Se a máxima é que o tempo é um bálsamo e um revelador implacável, por que, em meu caso, ele falhou duplamente? Ele nem curou a ferida, nem mostrou...
