Capítulo 25: Flutuando

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Rodolffo colocou tornado para correr e não demorou muito para que eles chegassem em casa.

Ao passar pelo criado da porta, Rodolffo ordenou.

- pode mandar guardar o cavalo. Hoje não vou mais sair. Por favor, na hora da próxima refeição diga que alguém nos leve no quarto. Por hora, não quero ninguém subindo ao andar dos quartos. Entendido?

- sim, senhor.

Rodolffo e Juliette subiram apressados pela escada e ao cruzarem a porta do quarto, ele passou a tranca para que ninguém do lado externo conseguisse acessar aquele aposento.

Ele também foi até às cortinas do quarto e as fechou.

- está um pouco frio, não tem nenhum mal se ficar um pouco escuro, ou tem?

- está ótimo assim.

Ele foi até Juliette e a prensou contra a parede, colando seu corpo ao dele com muita volúpia.

- eu quero que se sinta mulher... Quero que flutue e se sinta poderosa.

- me beija! Preciso do seu beijo.

Ele fez o quê ela pediu e a beijou com fervor. Ao sentir que ela tinha a boca aberta, sua língua se pôs a explorar aquele ambiente e Juliette a chupava com maestria, nem parecia que tinha começado a beijar esses dias.

Rodolffo ergueu as pernas dela até seu quadril e descolou  suas costas da parede, acessando o zíper do vestido que ela usava. Enquanto a beijava, ele também a despia com experiência e ao colocá-la na cama só precisou passar o vestido por suas pernas para tê-la totalmente despida.

- é tão irresistível...

Ela olhava para ele e quis sentar-se. Mas ele se pôs sobre ela e bloqueou os movimentos.

- tire a camisa. Quero sentir você. - ela pediu.

Imediatamente ele retirou sua camisa e as botas que usava, mas permaneceu de calça.

Os beijos quentes foram só o início daquela sensação que invadia o corpo de Juliette. Quando ele começou a beijar seu pescoço e logo acessou seus seios, ela ergueu o corpo que já estava  em chamas. Ele investiu pesado ali e ao passar o dedo por sua abertura já a sentiu bem úmida. Foi quando resolveu dá o próximo passo.

Juliette já estava amando os momentos anteriores e acabou se assustando quando dos beijos da barriga, ele passou a beijar sua intimidade.

- não faça isso. - ela disse assustada e ele sorriu.

- vai gostar disso. Vai ver daqui a pouco.

E ele começou beijando suas coxas, depois deu lambidas ali e Juliette arfou, segurando firme em seu cabelo.

- não me importo que puxe meu cabelo, acho até bem exitante. - ele disse quando deu a primeira lambida no seu sexo. - e a força que Juliette fez antes sobre seu cabelo foi dissipada. Ela se sentiu fraca.

Rodolffo sorriu ao ver que ela já estava mais molhada que antes.

- não vou parar... - ele avisou.

Ele sabia onde tocar e o quê fazer para que uma mulher chegasse ao ápice. Enquanto usava a boca para deixar Juliette louca, suas mãos completavam a tortura estimulando os seus seios.

- ah Rodol... - ela disse tentando se controlar para não gritar e segurando os lençóis. - vai me matar.

Ele não parou as investidas e por fim, colocou sua língua dentro da abertura macia de Juliette, fazendo ela levantar os pés e enlaçar sua cabeça.

Ela estava muito ofegante quando gemeu alto e seu corpo inteiro tremeu. Ele estava pronto para sentir o gosto de toda a umidade que vinha dela e se deliciou com aquilo.

Levou em seguida para sua amada o próprio gosto num beijo profundo.

Ela ainda tinha a respiração ofegante quando lhe pediu.

- me possua...

- mas eu acabei de lhe dá prazer...

- não podemos ter isso juntos?

- pode ser que ainda sinta dor.

- não importa. Não me negue.

Rodolffo livrou-se da calça e a penetrou. Ela gemeu baixinho com a introdução do pênis, mas não sentiu dor como na noite anterior.

Com movimentos leves e contidos, ele começou a amá-la. E depois intensificou as estocadas ao vê-la se contorcer embaixo dele.

- por Deus chegue lá. - ele mentalizou.

E ela chegou. A tempo dele se retirar de dentro dela e despejar sua semente fora do corpo de sua esposa.

Ele deitou-se sobre o corpo dela e disse sem se sentir: "por Deus, foi por pouco".

- o quê? - ela perguntou.

- que não me mata de amor Juliette. Ainda vai me matar.

Ela sorriu e ele selou os seus lábios no dela.

...


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