CHAPTER 49: SILENT NIGHT, DEADLY NIGHT

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Jughead (On)

Antigamente, em dezembro, o Senhor da Desordem presidia os feriados de inverno, conhecidos na época como a Festa dos Tolos. O Natal acontecia, mas naquele ano, o Senhor da Desordem era o Gorro Negro.

PEMBROOKE

Betty: O Amigo Oculto do Kevin era registro a US$20,00.

No luxuoso hotel Pembrooke, Betty e Veronica estavam cercadas por uma pilha de presentes cuidadosamente embrulhados, cada um adornado com fitas cintilantes e papéis de embrulho de alta qualidade. O ambiente era decorado com luzes natalinas piscando suavemente, coroas de flores frescas penduradas nas portas e uma enorme árvore de Natal ao fundo, decorada com enfeites de cristal e uma estrela dourada no topo, refletindo o brilho das luzes.

Kevin, havia organizado o amigo oculto deste ano, estabeleceu um limite de US$20,00 para os presentes, incentivando todos a serem criativos e focarem no espírito da festa ao invés do valor material dos presentes. No entanto, Veronica, conhecida por seu gosto extravagante, não resistiu a ignorar o limite.

Veronica: O Kevin precisa relaxar. E esses presentes não são só para o Natal dele, claro. Comprei uma echarpe para minha mãe, um porta passaporte de couro para o meu pai, agora que ele pode viajar e uma lembrancinha para minha melhor amiga. E comprei também uma coisinha pro Archie.

Betty: Vocês vão voltar?

Veronica: Comprei antes de terminarmos. E você não sabe? Ainda somos amigos.

Betty: Ah, sim. Todos somos, não é?

SOUTH SIDE ( Sunnyside )

Jughead: Estava pensando sobre o nosso problema com a Penny.

Sr. Jones: Meu problema, não nosso.

Jughead: Sou eu quem aparece entregando drogas no vídeo dela.

Sr. Jones: Como vou lidar com a Penny não é da sua conta.

Jughead: Entregando drogas?

Três batidas firmes e rítmicas na porta ecoaram pelo trailer, interrompendo a minha conversa com meu pai. Eu estava sentado no canto da pequena mesa de jantar, o som despertou um misto de curiosidade e apreensão em minha mente.

O meu pai caminhou até a porta e a abriu lentamente. Do outro lado estava Tall Boy, sua figura alta e imponente projetando uma sombra que quase preenchia o batente da porta. Ele carregava duas sacolas enormes, que pareciam pesadas e repletas de conteúdos volumosos.

Sr. Jones: Entra — se afastou um pouco para permitir que Tall Boy passasse

Fiquei observando em silêncio, com meu olhar fixo nas sacolas enquanto Tall Boy as colocava no canto do trailer, conforme ordenado pelo meu pai. As sacolas, de lona grossa e escuras, estavam cheias até o ponto de quase estourar os zíperes mal fechando em torno de seus misteriosos conteúdos.

O que poderia estar dentro? A pergunta pairava na minha mente. “Drogas”, era a palavra que ressoava na minha cabeça, ecoando com um peso crescente.

Tall Boy: Tudo certo? — perguntou com uma voz baixa e rouca que parecia cortar o ar como uma lâmina 

Sr. Jones: Sim, tudo certo — assentiu, cruzando os braços — Vou cuidar disso mais tarde.

O silêncio se instalou novamente no trailer enquanto Tall Boy saía, fechando a porta atrás de si com um clique suave. O meu pai permaneceu de pé, olhando as sacolas por um momento antes de se virar para mim.

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