CHAPTER 133: RIDERS OF THE STORM

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Scott (On)

HOSPITAL DE RIVERDALE

Betty: Eles não estão mais aqui.

Veronica: Vai ver eles foram levados — de repente um som metálico ecoou pelo corredor, alguém do outro lado da porta do elevador tentava abri-la — Liam?

Liam: É, sou eu — a resposta veio carregada de frustração — Estou preso no elevador. Vocês podem me dar uma ajudinha aqui? — resmungou, batendo de leve contra a porta metálica

Jughead já se aproximava, passando as mãos ao longo da fresta entre as portas. Ele firmou os pés no chão, sentindo os músculos do braço tensionarem ao forçar a abertura. Archie se juntou a ele, e juntos puxaram com toda a força. Com um rangido estridente, a porta do elevador finalmente deslizou alguns centímetros, revelando Liam do outro lado.

Jughead: Tudo bem? — Liam deu um passo para fora, respirando fundo, os olhos varrendo o ambiente como se esperasse um ataque a qualquer momento

Liam: Sim, estou bem.

Archie: E os cavaleiros? Onde estão?

Liam: Eu não sei. O Theo me deixou preso no elevador... Ele lutou contra eles — Betty, que havia se afastado alguns passos, parou subitamente diante de algo na parede

Betty: É bom vocês verem isso aqui.

Os outros se aproximaram, o coração batendo forte. Diante deles, uma enorme placa metálica estava presa à parede. Vários nomes de cidades estavam listados em ordem, seguidos por diferentes horários.

Betty: Essas são todas as cidades que os Cavaleiros Fantasma passaram.

Veronica: E Riverdale é a próxima parada.

O ambiente ao redor de Stiles era sufocante. A estação de trem fantasma estava lotada de pessoas pálidas e confusas, suas expressões refletindo o vazio de quem havia sido arrancado da realidade e lançado em um pesadelo sem fim. O teto alto era sustentado por vigas de ferro enferrujadas, e as luzes fracas piscavam, lançando sombras inquietantes nas paredes de concreto gélido. O ar estava carregado de eletricidade, como se uma tempestade estivesse prestes a se formar dentro daquele espaço esquecido pelo tempo. No meio daquela multidão, um som cortou o caos como uma lâmina afiada.

CAÇADA SELVAGEM

“Stiles… — Lydia”

Stiles: Lydia? — murmurou, os olhos varrendo a multidão em busca de qualquer sinal dela

Antes que pudesse dar mais um passo, os alto-falantes da estação crepitaram, e uma voz robótica ressoou pelo ambiente, indiferente ao desespero ao seu redor:

"Atenção passageiros, o trem chegará daqui a trinta minutos"

Stiles ignorou o aviso, o foco totalmente voltado para a única coisa que importava naquele momento. Ele começou a se mover, se empurrando entre os corpos que pareciam não ter direção nem propósito.

Stiles: Lydia! — sua voz subiu uma oitava, carregada de urgência

Ele tentou avançar, mas as pessoas à sua volta se aglomeraram ainda mais, como uma maré densa impedindo seu caminho. Ombros batiam contra os seus, braços o seguravam momentaneamente, como se a própria Caçada Selvagem tentasse mantê-lo ali para sempre.

Stiles: Lydia, espera! — gritou, se forçando a atravessar a barreira de corpos

De repente, um som ensurdecedor de um tiro ecoou pela estação, fazendo com que todos se encolhessem em choque. A multidão se afastou instintivamente, criando um espaço ao redor de Stiles. Seu coração disparou, e ele olhou na direção do disparo.

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