CHAPTER 86: TIME OF DEATH PART II

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Scott (On)

No mundo real, distante dos meus sonhos, o silêncio no cofre dos Hale foi quebrado por um leve rangido. A luz pálida da lua atravessava a entrada, projetando sombras sinuosas nas paredes de concreto. Peter Hale entrou, seus passos ecoando suavemente no chão, o olhar atento e frio como o de um predador prestes a atacar.

De costas para ele, Malia estava agachada diante de um cofre. Suas mãos trabalhavam com agilidade, uma mistura de força e precisão, enquanto ela removia o que restava da tranca. O som metálico do último mecanismo cedendo ecoou no ar.

Peter cruzou os braços, a observando por alguns segundos antes de finalmente falar, sua voz gotejando sarcasmo:

COLÉGIO RIVERDALE ( Cofre Dos Hale )

Peter: Pelo visto, terei que comprar um cofre melhor — dá um passo à frente, seu tom endurecendo — Não posso deixá-la levar esses documentos.

Malia congelou por um momento, mas logo se levantou, segurando os papéis em uma das mãos e encarando Peter com os olhos semicerrados, desafiadora.

Malia: Talvez você não tenha escolha.

Peter: É mesmo? — um sorriso lento e perigoso se formou nos seus lábios

Malia: Acho que consigo acabar com você — Peter inclinou a cabeça, como se estivesse considerando as palavras dela

Peter: Ouviu rumores de que não sou tão forte quanto antes?

Malia: Algo do tipo.

Sem aviso, Peter socou uma parede ao lado. O som da parede sendo destruída reverberou pelo cofre como um trovão. Pedaços de concreto voaram pelo ar, caindo ao redor deles enquanto a poeira subia em uma nuvem fina.

Malia recuou instintivamente, seus olhos se arregalaram por um breve segundo antes de se recompor. Seu instinto dizia para lutar, mas a demonstração de força crua de Peter era um lembrete de que ele não era alguém para subestimar. Ela suspirou, ergueu os documentos lentamente e os balançou no ar em direção a ele.

Malia: Beleza.

Peter deu alguns passos à frente, seu andar controlado, quase preguiçoso, mas os olhos traziam um brilho feroz. Ele pegou os papéis das mãos dela, a tensão no ar era quase palpável.

Peter: Eu disse que você não poderia ir com eles — começou, se inclinando ligeiramente na direção de Malia, que manteve sua posição firme — Mas não disse que não poderia ler.

HOSPITAL DE RIVERDALE

Sra. McCall: Por que estamos fazendo isso? — perguntou, sua voz carregada de emoção — Por que estamos pedindo para que eles entrem nessa briga?

Sra. Yukimura: Porque, do contrário, teriam que fugir e se esconder pelo resto da vida. E sabemos que não é isso que eles querem.

(...)

Liam: Era pra ficar assim? — perguntou, o cenho franzido enquanto olhava para uma das câmeras falharem

Stiles: Não, não era — Kira se inclinou para a frente, os olhos atentos à tela

Kira: Onde é isso?

Stiles: No terraço. Alguém tem que ir lá verificar.

Kira: Eu vou.

Stiles: Não deve ser defeito — havia uma advertência clara em sua voz, mas Kira apenas deu de ombros, com a determinação brilhando em seus olhos

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