Nos bastidores da novela Terra e Paixão, dois veteranos da teledramaturgia se encontram não apenas em cena, mas também na vida real. Paulo Rocha e Gloria Pires, ao darem vida a seus personagens, acabam despertando sentimentos que ultrapassam o rotei...
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Gloria
Me inclino sobre ele, rebolando de verdade, sentindo o atrito quente e delicioso entre nós. Meu corpo responde no mesmo instante, um choque de prazer percorrendo minha espinha. O contato direto me deixa latejante, faminta por mais, e a cada movimento eu sei que poderia perder o controle ali mesmo.
Ele aperta minhas coxas com força, os dedos afundando na minha pele como se quisesse me marcar, enquanto sua respiração se torna mais pesada. O calor entre nós se intensifica, e sinto seu corpo reagindo, duro, pulsante, encaixado perfeitamente onde deveria estar. Meu coração acelera, e o suor começa a umedecer minha pele. O tesão é palpável, perigoso, e eu me perco completamente na sensação, no prazer proibido que estamos dividindo ali, diante de todos.
Paulo
Ela se esfrega em mim, e a cada segundo meu pau fica mais duro, pulsando contra ela, implorando por mais. Os gemidos que escapam de sua boca só atiçam meu desejo, e quando ela fecha os olhos, abrindo a boca com aquela expressão de pura safadeza, eu quase perco a noção de onde estamos.
Tudo que eu mais quero é rasgar essa última barreira entre nós e enfiar meu pau nessa buceta quente que está me provocando sem piedade. A forma como ela rebola, pressionando o clitóris contra mim, me deixa insano. Se eu não me controlar, vou acabar esquecendo que isso é apenas uma cena.
Gloria
Estou completamente excitada, e meus gemidos não são fingimento. Ele se mexe sob o lençol, criando um atrito torturante contra o meu clitóris, e por um segundo acho que vou gozar ali mesmo, na frente de todo mundo. Meu corpo está pegando fogo, minha calcinha ensopada de desejo.
Vejo seus olhos verdes escurecerem, as pupilas dilatadas, denunciando o mesmo tesão que me consome. A necessidade nos devora, e eu não resisto—agarro sua boca com voracidade, sentindo seu gosto, sua respiração quente se misturando à minha. Então, como um balde de água fria, ouvimos o "CORTA!" do diretor.
Paramos o beijo de repente, ofegantes, os corpos suados, o peito subindo e descendo freneticamente. Ainda estamos presos no que acabou de acontecer, tentando voltar à realidade.
Gravamos o restante da cena do motel, mas minha cabeça ainda está presa naquele momento. Quando estou prestes a sair do estúdio, sinto uma mão segurar meu braço.
- Gloria, o que foi aquilo na gravação? — ele me questiona, sério, os olhos cravados nos meus.
- O que, querido? — tento me fazer de inocente, fugindo do assunto.
- Você sabe muito bem... Não é possível que não tenha sentido o mesmo que eu.
Meu coração acelera, mas mantenho a pose.
- Eu estava gravando uma cena, apenas isso. Fazendo meu trabalho. — encaro ele de frente, sustentando o olhar.
Paulo se aproxima, diminuindo ainda mais a distância entre nós. Olho ao redor e percebo que estamos sozinhos no estreito corredor.
- Não foi só trabalho, você estava gostando muito eu senti, você sabe que não era só atuação.
Sua voz sai firme, carregada de desejo. Meu corpo reage antes da minha mente, respiro fundo, tentando retomar o controle.
- Paulo... eu sou casada e você também. A posição em que estávamos não ajudava, só isso mas agora eu preciso ir, tenho outras cenas para gravar.
Viro-me e saio quase correndo, mas sem nunca perder a pose. Porque se eu ficar mais um segundo ali, corro o risco de fazer algo que não posso voltar atrás.
Paulo
Quando digo que não foi só trabalho, vejo sua respiração vacilar por um segundo. Um instante mínimo, mas suficiente para me dar a certeza de que estou certo ela sentiu tanto quanto eu.
Mas Gloria é uma atriz incrível—e agora, diante de mim, está interpretando seu melhor papel. Em segundos, recupera o controle, veste a máscara da indiferença e foge do assunto.
Sem me dar tempo para insistir, simplesmente vira as costas e vai embora, me deixando ali, com o gosto dela ainda na minha boca e o corpo fervendo de desejo reprimido.
Gloria
Gravo tudo o que tinha para gravar e volto para casa. Quando chego, converso com o Orlando, explico sobre a cena que vai ao ar ele não gosta muito, mas também não pode fazer nada—afinal, é meu trabalho.
Os dias passam, e depois da cena do motel, nossas gravações ficaram ainda mais intensas, começo a seguir todos os fã-clubes de "Virene" no Instagram e curtir as fotos dele. Nossos flertes e provocações só aumentam, deixando as fãs enlouquecidas com o romance na tela. Quando Vinícius "morreu" na novela, foi uma verdadeira comoção.
[...] Meses depois
A novela chegou ao fim e cada um seguiu sua vida, mas eu nunca deixei de falar com ele. Continuamos interagindo no Instagram, conversando pelo direct. No entanto, percebemos que os fãs estavam sempre atentos a tudo, então começamos a curtir as coisas de forma mais discreta.
Paulo
Mesmo depois do fim da novela, eu e Gloria continuamos conversando. Falamos sobre tudo—esportes, exercícios, alimentação—desde a época das gravações. A verdade é que nunca paramos. E, claro, as provocações também nunca cessaram.
Antes mesmo da novela acabar, meu relacionamento com Juliana já estava desgastado. Brigávamos quase todos os dias, e eu sentia falta das conversas paralelas que tinha com Gloria nos bastidores. Faz algumas semanas que a novela terminou, mas eu já estou morrendo de saudade de beijá-la, de sentir o cheiro da sua pele. A única pessoa que sabe disso é Daniel Rocha, meu amigo e confidente de anos.
No dia 1º de fevereiro de 2024, aproveitei minhas férias e fui para Portugal visitar meu pai. No dia 3, postei uma foto com ele no Instagram. Quando voltei para casa, depois de alguns dias fora, briguei novamente com Juliana sempre pelo mesmo motivo: ela diz que estou frio, que sente que estou gostando de outra pessoa.
Será que estou demonstrando tanto assim o que estou sentindo?
[...]
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Gloria
Já faz um mês que a novela acabou, e eu sinto falta de vê-lo. Orlando, para variar, está viajando novamente, e me vejo sozinha mais uma vez.
Meu querido amigo Eri me chama para jantar, e decido ir—estava mesmo precisando. Durante o jantar, bebo mais do que devia. Conversamos, jantamos, fofocamos e damos muitas risadas sempre é bom estar com ele.
Fazemos vários vídeos e postamos alguns no Instagram. Em um momento de loucura, entro na página de Paulo e comento em uma foto dele com o pai: "Que sonho!". Curto algumas outras fotos e saio do Instagram sem imaginar o impacto que esse simples comentário terá na minha vida... e na dele.