Capítulo 40

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Boa leitura

Paulo

A música começa a tocar. Não acredito que ela realmente me mandou fazer isso. Essa mulher me deixa louco — e o pior é que falou sério. Olho para ela, incrédulo, sorrindo com o pedido, e decido atender essa ordem sem pensar duas vezes.

Enfio as mãos nos bolsos, tiro carteira e celular e deixo sobre a mesinha ao lado da tábua. Fico em pé à sua frente e começo a tirar o calçado, jogando-o para o lado. Um sorriso malicioso nasce em seus lábios. Desabotoo lentamente os botões da camisa, um a um, até tirá-la e jogá-la junto ao calçado. Ela se inclina para frente, me observa como uma leoa observando sua presa, apoiando o cotovelo na coxa e a cabeça na mão, apreciando o "show".

Por fim, desabotoo a calça e a tiro.

— Pronto, madame — digo, certo do que virá a seguir.

— Eu disse TODA a roupa! — ordena ela, firme.

Olho ao redor, tudo escuro, e sussurro:

— Sua diaba...

Encaro-a, apertando os olhos, e começo a tirar a cueca. Ela olha direto para meu pau, sorrindo satisfeita com o meu estado duro. A música não para, parece um loop infinito. Me sinto totalmente exposto, sob o olhar fixo dela que me devora. A cada segundo, fico ainda mais excitado.

Ela descruza as pernas, dá um longo gole no vinho, coloca a taça na mesa e começa a tirar as botas, colocando-as de lado. Levanta-se e caminha em minha direção, ficando perto — mas não demais. Então, solta uma ordem que nunca imaginei receber:

— Ajoelha.

Estreito os olhos e franzindo a testa, ela reforça:

— Agora, ajoelha!

Sem outra escolha, me ajoelho no chão, que não é duro, mas parece um material de borracha que imita cimento queimado.

— Maldita... — digo olhando fixamente em seus olhos enquanto me prostro aos seus pés.

Vejo o brilho de satisfação neles e, para minha surpresa, não sinto vergonha; adoro ser dominado assim. Continuo olhando, aguardando o próximo passo. Ela tira o cinto da calça e o joga no chão, puxa a regata para cima, revelando o sutiã bege quase da cor da pele dela. Minha respiração acelera. Ela continua, desabotoa a calça e a tira, ficando só de lingerie.

Eu a olho de cima a baixo, detendo o olhar em sua intimidade delicada. Ela leva as mãos às costas, tira o sutiã e, em seguida, segura a calcinha pela barra e a desliza para baixo. Minha boca enche d'água ao vê-la nua diante de mim.

Ela se aproxima, segura meu rosto entre os dedos, morde meus lábios, enquanto eu apalpo as laterais de sua bunda.

— Agora me chupa — ordena, olhando fixamente nos meus olhos e soltando meu rosto.

Sem pensar duas vezes, passo o braço por baixo da sua perna direita, trazendo-a para o meu ombro e abrindo sua buceta para mim. Passo a língua de baixo para cima, sentindo o gosto doce e quente. Ela geme, segurando meus cabelos com força.

— Hmmm... isso, assim — murmura, a perna esquerda bamboleando, mas ainda firme.

Olho para cima e concentro-me no clitóris, chupando com pressão, sem desviar o olhar. Ela se curva para frente, olhos fechados, puxando meus cabelos como se quisesse me prender ali, quase gritando:

— Annnn... humm... mmm... MEU DEUS, QUE DELÍCIA!

Aperto sua bunda e coxas, mordendo com leveza seus pontos sensíveis, depois assopro para refrescar.

— PAULOOO! — grita seu nome, tentando afastar minha cabeça, mas eu a puxo para mais perto, sugando o clitóris, mantendo as chupadas constantes.

— Aaaaah... isso... não para... hmmm, amor, vou gozar na sua boca, assim... — sinto sua intimidade contrair, gozando.

— Amooor... annnnn... — sugo até sentir que ela vai cair, e a sustento. Ela se inclina por cima, segurando meus ombros.

Consigo me levantar, abraçando-a pela cintura. Me inclino, a pego no colo, um braço atrás das costas, o outro por baixo das pernas. Ela enrola os braços no meu pescoço, colando nossos lábios e sentindo o gosto um do outro. O ar acaba e ela me olha, quase totalmente recuperada.

— Você tem uma boca incrível — diz, lambendo os lábios.

— E você é uma gostosa de chupar! — respondo.

Gloria

Ele diz isso, olhando nos meus olhos, e sinto a excitação crescer de novo. Ele está completamente duro, e no meu colo sinto sua pressão contra minhas coxas. Ele vai caminhando devagar, entrando na piscina. Sinto a água quente subir, cobrindo minha bunda e subindo até metade do meu corpo. Ele solta minhas pernas, mas eu continuo agarrada ao pescoço dele. A água chega até os meus ombros e abaixo do peito dele.

— Você é tão gata, sabia? — diz, passando o polegar no meu rosto com carinho.

Sorrio satisfeita pelo elogio e pulo no colo dele, enrolando as pernas na cintura. Beijo sua boca e ele me aperta contra seu corpo, sentindo seu pau duro bater na minha bunda. Um calor intenso me invade.

Ainda nos beijando, ele me abaixa até estarmos submersos. Mergulhamos, paramos o beijo e emergimos juntos. Solto seu pescoço, passo as mãos pelo cabelo, jogando a água para trás. Ele não perde tempo e cai de boca nos meus seios, me pegando desprevenida. Seguro sua nuca, gemendo enquanto ele chupa meu mamilo com voracidade.

Ele gira, leva meu corpo até o canto da piscina, encostando minhas costas na borda. Afasta o quadril dele do meu e, de repente, penetra minha buceta com força.

— Hmmm... puta que pariu... annn — tento fechar as pernas, mas não consigo. Ele chupa meu outro mamilo e eu seguro sua cabeça, pedindo mais.

— Isso... chupa, seu cretino safado — imploro.

Ele suga com ainda mais força, eu abro as pernas em convite, e ele começa um vai-e-vem delicioso. A água balança ao nosso redor e não consigo parar de gemer. Ele morde meu mamilo, passa a língua pelo pescoço, chupando minha olheira e maxilar, até devorar meu lábio inferior.

Esse homem sabe exatamente como me deixar louca. Como não me apaixonar por ele? Impossível.

— Sua gostosa do caralho, vou gozar nessa sua buceta apertada, sua maldita! — ele sussurra, gemendo no meu ouvido.

Eu o aperto com toda a força da minha vagina, segurando seu pescoço e olhando em seus olhos. Estamos pegando fogo nessa piscina.

— Então, goza na sua buceta, vai, toda sua, seu cachorro — digo, mordendo os lábios com um sorriso safado.

Ele sai de dentro de mim, me vira de costas e eu empino a bunda na direção dele, apoiada na borda da piscina. Ele me ajuda a me sustentar e penetra novamente, agora com estocadas curtas, quase sem sair. A sensação é deliciosa.

Leva a mão ao meu clitóris, pressionando com movimentos circulares enquanto me fode num ritmo constante. Eu não aguento e gozo de novo.

— Aaaaaan... que delícia, amor, porra... seu gostosooo... você me fode gostoso demais — murmuro, apertando ele com a vagina enquanto ele me masturba.

— Hmmmm... filha da puta gostosa... você é muito boa... que tesão gozar na sua buceta apertadinha — ele diz, gozando enquanto sussurra no meu ouvido, ainda se mexendo dentro de mim.

Morde minhas costas mesmo depois de gozar, ficando com a cabeça apoiada, esperando o fôlego voltar.

E então escutamos:

— MÃÃÃÃÃE... CADÊ A SENHORA?

[...]

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