Boa leitura
Paulo
Acordo e não sinto ela perto de mim. Meu coração dispara ao abrir os olhos, temendo que ela tenha ido embora durante a noite. Mas lá está ela, dormindo tranquila ao meu lado. O quarto ainda está escuro. Pego o celular, a claridade me incomoda, são 5h04 da manhã.
Fico ali, só observando. Ela respira calma, com o rosto sereno, e eu me pego sorrindo. O edredom cobre metade do seu corpo. Viro de lado, apoio a cabeça na mão e passo os dedos de leve pelo seu rosto. Ela se mexe, mas não acorda.
— Será que um dia você vai me deixar dizer que eu te amo? — sussurro, quase pra mim mesmo.
Ela se mexe de novo, jogando os braços acima da cabeça. O edredom escorrega, deixando a virilha à mostra, a calcinha marcando o contorno que eu tanto desejo. Um pensamento atravessa minha mente, impossível de ignorar. Resolvo retribuir o prazer que ela já me deu.
Me aproximo, tiro o edredom com cuidado, e encontro suas pernas entreabertas. Passo o nariz devagar por cima da calcinha, sentindo seu cheiro doce. Ela continua dormindo. Com o dedo, afasto o tecido para o lado e levo a boca até ela, sugando seu clitóris com a pressão certa. Ela solta um gemido rouco, ainda dormindo, e abre mais as pernas.
Paro por um instante para apreciar a cena, depois coloco suas coxas sobre meus ombros e puxo a calcinha mais para o lado, deixando sua buceta exposta, linda, do jeitinho que eu adoro.
Começo a chupá-la com vontade, sentindo o gosto dela na minha boca. Ela geme mais alto, ainda com os olhos fechados, o corpo se arqueando. Quanto mais ela geme, mais eu sugo, descendo a língua até sua entrada e voltando a lamber seu ponto mais sensível, dando leves mordidinhas que a fazem gritar.
— Aaaan... meu Deus... — ela murmura, a voz rouca pelo sono.
Ela segura meu cabelo, me puxando pra mais perto, me prendendo entre suas pernas. Eu continuo, sem parar, sentindo suas coxas tremerem, até ela arfar manhosa, o corpo inteiro reagindo.
— Paulo, eu vou gozar... continua... — ela implora.
E eu continuo até ela explodir, gemendo alto, seu gosto escorrendo quente na minha boca. Quando termina, solta meus cabelos, as pernas caem pesadas sobre a cama. Eu tiro sua calcinha rapidamente, observo seu corpo suado, a respiração ainda falha. Tiro minha cueca, subo sobre ela e separo suas pernas, deixando-a completamente exposta pra mim.
— O que você está fazendo? — ela pergunta, surpresa, a voz baixa.
Eu me inclino e beijo sua boca, sugando seus lábios enquanto a seguro, forçando suas pernas para baixo. Sem pressa, deslizo para dentro dela, fundo, e vejo seu rosto se contorcer de prazer.
— Estou te dando bom dia, minha linda — sussurro, olhando nos olhos dela.
Ela ainda está sensível, então começo devagar, os gemidos dela enchendo o quarto, nos perdendo naquele ritmo lento, profundo.
— Hmmm... isso... aí que delícia... — ela geme, os olhos fechados.
Sinto suas paredes apertarem meu pau, o corpo dela implorando por mais, me enlouquecendo.
— Não me aperta assim, Gloria... estou tentando ser delicado — digo entre dentes, tentando manter o controle.
Ela abre os olhos, queimando os meus com o olhar.
— Quem disse que eu quero delicadeza? Me fode gostoso, Paulo. Do jeitinho que só você sabe.
Ela fala isso com tanta naturalidade, me desmonta. Seguro suas pernas, firmo o corpo, e começo a metê-la com força e fome. Ela segura minha bunda, puxando para mais perto a cada estocada, nossos corpos se chocando, ecoando pelo quarto. Seguro seu pescoço de leve, inclinando seu queixo para mim enquanto enfio tudo dentro dela.
— Gostoso... assim mesmo... do jeitinho que eu gosto... — ela sussurra, mordendo os lábios.
— Safada... buceta gostosa... — murmuro, quase perdendo o fôlego.
A gente se beija com força, línguas famintas, mãos puxando cabelos, unhas cravadas. Ela afasta os lábios, me encara, e diz com a voz rouca:
— Agora, me come de quatro?
— Com todo prazer, minha cachorra.
A viro na cama, coloco-a de quatro e seguro seus pulsos para trás com uma mão, mantendo-a presa. Começo a penetrá-la, sem pressa no início, só para sentir como ela me aperta. Dou um tapa na sua bunda.
— É assim que você quer, sua cadela?
— Aaan... assim... isso... hummm...
Eu a puxo pelo quadril, forçando as costas dela para baixo.
— Empina essa bunda pra mim.
Ela obedece, gemendo, rebolando no meu pau de um jeito que me deixa maluco. Eu aumento o ritmo, socando fundo, sem piedade.
— Aí, caralho, que tesão... quero gozar...
Ela diz, e eu aperto seus pulsos, fodendo mais rápido. Ela abre mais as pernas, me deixando entrar ainda mais fundo, rebolando em círculos enquanto me encara com um sorriso de puro prazer.
— Vou gozar... rebola pra mim, isso...
Ela geme alto, o corpo tremendo, o líquido quente escorrendo pelas coxas. O aperto dela me leva junto, gozamos juntos, ela gemendo "meu amor" enquanto se desfaz, e eu gozo dentro dela, me segurando para não dizer o que sinto.
Quando termino, saio de dentro dela, sem forças, e a deito de bruços. Deito ao seu lado, ainda ofegante, cruzando os braços atrás da cabeça enquanto a observo.
— Bom dia, minha linda.
— O melhor bom dia que eu já ganhei — ela diz, sorrindo, virando o rosto pra mim.
Ela leva o dedo até a parte interna da coxa, colhe um pouco do nosso gozo e o leva à boca, chupando devagar, de olhos fechados.
— Hummm... você é delicioso — murmura.
Eu fico fascinado, sem conseguir tirar os olhos dela.
— E você é uma feiticeira... — digo, hipnotizado.
— Bom dia, meu amor — ela diz, rindo baixinho.
Levo a mão ao seu rosto, faço um carinho, beijo sua bochecha, a testa, a ponta do nariz e, por fim, sua boca, num selinho demorado.
— Minha linda — sussurro, apaixonado.
[...]
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Desejo oculto
FanfictionNos bastidores da novela Terra e Paixão, dois veteranos da teledramaturgia se encontram não apenas em cena, mas também na vida real. Paulo Rocha e Gloria Pires, ao darem vida a seus personagens, acabam despertando sentimentos que ultrapassam o rotei...
