Nos bastidores da novela Terra e Paixão, dois veteranos da teledramaturgia se encontram não apenas em cena, mas também na vida real. Paulo Rocha e Gloria Pires, ao darem vida a seus personagens, acabam despertando sentimentos que ultrapassam o rotei...
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Paulo
Sonho com ela me chupando, parece tão real que minha pele arrepia, a sensação invade meu corpo inteiro, e começo a despertar ofegante, soltando gemidos baixos que mal controlo. Passo as mãos nos olhos, ainda meio grogue, tentando me situar, e quando finalmente olho pra baixo, mal acredito no que vejo: ela está ali, de quatro entre minhas pernas, a bunda empinada, a calcinha enfiada, me chupando com uma delicadeza que é uma tortura deliciosa.
— Nossa, mulher, o que tá fazendo? Hmmm... — pergunto entre gemidos, me inclinando pra olhar melhor.
Ela para, me encara com aquele sorriso safado e responde: — Te dando bom dia!
E volta a me chupar, me levando direto ao céu. Jogo a cabeça pra trás, fecho os olhos pra sentir cada segundo dessa sensação maravilhosa, mas logo volto a olhar, não quero perder nenhum instante desse show. Agora ela chupa com vontade, mas devagar, saboreando tudo, e isso deixa tudo ainda mais gostoso. Seguro os cabelos dela, sinto meu pau apertado na garganta quente, e não consigo parar de gemer.
Minutos depois, ela para, se ajoelha na cama, começa a tirar o sutiã me olhando com aquele olhar de quem sabe exatamente o que tá fazendo, e eu não consigo tirar os olhos dela. Desliza a calcinha devagar, senta pra tirar com facilidade, e quando fica completamente nua, puxa minha cueca, deixando a gente pelados, cara a cara. Ela monta em mim, segura meu pau, posiciona na entrada dela, e começa a sentar devagar, já revirando os olhos de prazer. Minhas mãos vão para as laterais das coxas dela, apertando leve, deixando que ela mande em mim. Ela se apoia no meu peito, se firma, pronta pra tudo.
— Hmmm... como isso é bom... — ela murmura, fechando os olhos, a boca entreaberta, rebolando devagar.
— Isso, rebola... gostosa — respondo, incentivando, sentindo cada movimento dela.
Ela se esfrega no meu pau num vai e vem delicioso, os seios fartos balançando, enquanto geme baixinho. Minhas mãos sobem das coxas até a cintura, depois aos seios, que aperto com delicadeza, vendo ela gemer só pra mim. Ela se inclina, me beija com fervor, nossas línguas se encontrando em perfeita sintonia. Mordo seus lábios, e ela segura meu rosto firme, apertando minha mandíbula, mostrando a cara de prazer que me deixa louco. De repente, solta um tapa no meu rosto, acelerando a rebolada, e eu não penso duas vezes: aperto sua bunda com força e retribuo o tapa.
— Hummm... Paulo, desgraçado! Me fode assim, gostoso... — ela provoca, a voz rouca de desejo.
— Bate mais, safada! — retruco, entrando no jogo, sentindo cada movimento dela.
Ela me beija com fome, dá outro tapa na minha bunda e se inclina, colando nossos corpos. Faz um sobe e desce com o quadril, e eu retribuo com um tapa forte. Ela geme mais alto, mordendo e beijando meu pescoço.
— Eu vou gozar... hummm... aaa... não para de meter! — sussurra no meu ouvido, voz embargada.
Sinto ela contrair, gozar, e o tesão de vê-la se contorcer me leva ao limite. Gozo junto, apertando sua bunda, enquanto ela geme no meu ouvido, a cabeça apoiada na curva do meu pescoço. Ficamos assim, ofegantes, até o ar voltar. Ela cai ao meu lado na cama, e eu a encaro. Ela olha para o teto, pensativa, recuperando as forças. Segundos depois, vira para mim e sorri.
— Bom dia, querido!
Gloria
Caio ao lado dele na cama e, quando o encaro, vejo os olhos dele brilhando, satisfeitos, apaixonados. Me levanto devagar, pego o celular pra conferir a hora: 6h55 da manhã. Vou pro banheiro tomar um banho rápido e me arrumar pra começar o dia. Ele fica no quarto, deitado, então fecho a porta atrás de mim. Na pia, escovo os dentes e, quando me viro pra entrar no box, levo um susto — no espelho, a marca da mão dele tá ali, bem desenhada na minha bunda.
— Filho da mãe, me deixou marcada! — resmungo, rindo sozinha.
Ligo o chuveiro na água fria e tomo um banho rápido, lavando os cabelos. Depois me seco, vou pro closet e escolho uma calcinha preta. Passo meus cremes, penteio os cabelos e seco com o secador pra deixar tudo arrumado. Visto um short jeans curto e uma regata preta básica, sem sutiã. Quando saio do closet, vejo o Paulo, de cueca, em pé perto da cama, falando com o filho no celular.
— Então te busco à noite, pode ser? Fechado, tchau, meu amor, te amo! — ele diz, desligando.
Ao me notar, ele vem até mim e me agarra, dando um cheiro no meu pescoço.
— Humm, como você tá cheirosa — murmura.
— Vai tomar um banho, vai... Vou preparar nosso café! — digo, sorrindo boba.
— Tá bom — ele responde, indo para o banheiro.
Desço as escadas. Hoje dei folga pros empregados, mas nem sei se foi uma boa ideia — cozinha não é meu forte. Preparo algo simples: iogurte, pão, geleias, bolo e leite. Ligo a máquina de café e, quando a mesa está pronta, Paulo desce, de camisa e bermuda.
"Como pode ser tão lindo assim?", penso, sorrindo bobo.
Tomamos café entre risadas, quando meu celular toca — é a Cleo. Atendo na frente dele, conversamos um pouco, ela pergunta como estão as coisas. Desligo, ele nem pergunta nada, só sugere o que fazer nesse domingo lindo de sol. O dia tá pedindo piscina, e ele topa na hora. Depois do café, subimos pra trocar de roupa.
— Amor, não tenho sunga aqui, vou de bermuda mesmo — ele diz.
— Não, vai só de cueca... Não tem problema, só estamos nós dois em casa — respondo, sorrindo.
Ele me olha, adorando a ideia de termos a casa só pra gente. Fica de cueca, e eu visto um biquíni tomara que caia verde-escuro, com a parte de baixo branca e detalhes no mesmo tom do top. Descemos e passamos a manhã inteira na piscina, entre beijos, risadas e carícias que deixam a pele arrepiada.
[...]
Na hora do almoço, ele decide cozinhar, e a cada minuto fico mais impressionada com o quanto esse homem é incrível. Almoçamos, e nossa, que almoço delicioso — ele cozinha muito bem! Durante a tarde, assistimos filmes e transamos de novo no sofá da sala principal. Não me canso, transar com ele é sempre maravilhoso.
18h
No fim da tarde, ele diz que precisa ir buscar o filho e passar o restante da noite com ele. Eu super entendo. Subimos para arrumar suas coisas. Admiro como ele é organizado, mais uma coisa em que combinamos. Ele coloca tudo na mochila, e o acompanho até a garagem. Ele desce o degrau, e eu fico no de cima, perto da porta. Ele me abraça pela cintura e me beija, um beijo com gosto de saudade. Para o beijo e me olha, perguntando algo inesperado:
— Como assim? — respondo, meio confusa.
Ele continua me encarando, e eu insisto:
— Vamos com calma, tá bom? Você acabou de sair de casa, meu divórcio nem saiu ainda. Vamos dar tempo ao tempo, deixar as coisas acontecerem naturalmente, na calma.
— Você tá certa. Que dia te vejo de novo? — ele sorri, esperançoso.
— O mais rápido possível — rio, leve. — Te ligo, os meninos vão chegar agora, então aqui em casa vai ser mais difícil. Não quero que ninguém saiba da gente por enquanto.
Dou um último beijo nele, e ele entende. Vai embora com um sorriso, sabendo que a gente tá começando algo bom, mas devagar.