Capítulo 33

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Boa leitura

Gloria

Depois que subimos aos risos para o quarto, ele todo espoleta me fazendo cócegas e eu tentando escapar, chegamos no quarto e eu fico chocada com a organização dele.

Ele me joga na cama e começamos a conversar, ele quase me mata de rir, e alguns minutos depois me chama para tomar banho. Eu aceito. Faço ele tirar a blusa dele que estava no meu corpo, entramos no box e agora estou no colo dele quando a água quente começa a cair sobre nós.

— Hummm...

Solto um gemido baixo, sentindo meu corpo relaxar. Ele tira as mãos da minha bunda e me envolve mais pela cintura, colando nossos corpos. Quando abro os olhos, ele me encara com aquele olhar de admiração que me desarma. Guiada pelo momento, faço um carinho no rosto dele, passando os dedos da testa até o maxilar bem desenhado. Ele fecha os olhos, se entregando ao meu toque, e o mundo parece parar. Ali, no colo dele, sinto que é o meu lugar.

Com a outra mão, seguro de leve a lateral do pescoço dele, roçando o polegar nos lábios antes de me inclinar para beijá-lo.

Ele abre os olhos, e eu sei que estou com o mesmo olhar apaixonado, mesmo sem querer acreditar nisso. Mas não resisto e volto a beijá-lo. Ele cola minhas costas na parede fria do banheiro e eu solto um gemido pelo contraste gelado, enquanto sinto sua mão entre nós, posicionando-se na entrada do meu corpo antes de me penetrar, devagar, me preenchendo por completo, como se ele fosse a peça que faltava em mim.

Ficamos sem ar, nos afastamos um pouco, e eu volto a encarar os olhos verdes dele. Meu Deus, que homem lindo. O top 3 dele não era exagero.

Ele começa a se mover dentro de mim em um ritmo lento, fazendo meu corpo estremecer a cada investida, enquanto nossos olhos não se desgrudam. Dessa vez, não é selvagem como sempre foi. Tem cuidado, tem carinho. Não estamos só transando, estamos fazendo amor.

— Paulo... amor? — pergunto, com a voz baixa, sentindo meu coração pulsar tão alto que parece preencher o box.

Enquanto ele continua se movendo com calma, solto gemidos entrecortados, chamando seu nome como uma prece.

— Eu sei, minha linda... eu sei... — ele sussurra, com os olhos fixos nos meus.

Ele entende, mesmo que eu não consiga colocar em palavras. Roubo sua boca novamente, passando meus braços pelo pescoço dele, nossos peitos colados, minhas costas afastando levemente da parede. Ele me prende de novo, os movimentos ficando mais intensos, pressionando meu clitóris de leve cada vez que me penetra.

— Isso... mais rápido... assim... — peço entre gemidos, sentindo-o me alcançar cada vez mais fundo.

— Gostosa... minha diaba gostosa...

— Sua... desde o começo, eu sou sua... — digo, olhando nos olhos dele.

Ele me prende mais contra a parede, os movimentos se tornando fortes e profundos, me fazendo escorregar levemente no azulejo enquanto começo a me mover no ritmo dele.

— Isso... bate, amor... bate...

— Você gosta de apanhar, não é? Minha safada...

Ele dá um tapa na minha bunda e sinto arder, soltando um grito abafado. Ele coloca o polegar nos meus lábios e eu chupo, mordendo de leve a ponta do dedo enquanto ele continua me penetrando. Ele me dá um tapa no rosto, minha cabeça vira com o impacto, e minha mão sobe para puxar os cabelos na nuca dele, enquanto a outra aperta de leve seu pescoço. Ele retribui com outro tapa na bunda.

— Seu canalha gostoso!

— Você quer apanhar, né? Então eu vou bater...

— Então bate... bate na sua safada... mas bate forte...

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