Capítulo 58

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Boa leitura

Gloria

— Você quem pediu, agora aguenta! — Paulo diz, a voz rouca, enquanto enfia o dedo novamente.

Solto um gemido, tomada pelo prazer que ele me proporciona. Levanto mais a perna na cama, abrindo-me ainda mais para ele. Ele tira o pau da minha intimidade, posicionando-o na entrada do meu ânus, forçando devagar.

— Hmmm... tão gostosa... — murmura, a respiração pesada.

— Haaam... — gemo, ofegante, um misto de tensão e tesão absurdo me consumindo.

Ele desliza a mão por baixo, pressionando meu clítoris, e vou relaxando, o prazer superando o desconforto inicial. Ele avança, a cabeça do seu pau me abrindo aos poucos, a dor alucinante misturando-se a um prazer que me faz delirar. Tiro as mãos da minha bunda, agarrando os lençóis com força.

— Sempre tão apertadinha, meu amor... — ele diz, a voz falhando, empurrando mais fundo.

— Amor... aiii, tá doendo... — murmuro, manhosa, a respiração descontrolada.

Ele para, inclinando-se sobre mim, beijando minha nuca e mordendo minha orelha de leve.

— Quer que eu pare? — pergunta, a voz carregada de preocupação.

Nego com a cabeça, o desejo falando mais alto.

— Não, continua... tá muito gostoso.

— Safada... tá doendo, mas tá gostoso... — ele provoca, voltando a se erguer. Pega mais lubrificante, passando no membro enquanto continua me tocando, e me entrega um travesseiro.

— Aperta e morde com força — ordena, a voz firme.

Ele se inclina novamente, mordendo meu ombro. Afundo o rosto no travesseiro, mordendo-o para abafar os gritos. Seus dedos fazem movimentos circulares no meu clítoris, e sinto-o enfiar o pau inteiro no meu traseiro. A dor da mordida mascara a da penetração, transformando-se em um prazer intenso. Ele entra e sai, a virilha colando em mim, e fico suada, lágrimas escorrendo dos olhos. Ele pega o travesseiro, colocando-o sob meu quadril, levantando-me mais, e volta a me foder com estocadas fortes, cada vez mais profundas.

— Paulooooo... — grito seu nome, contorcendo-me, agarrando os lençóis.

— Você não tem noção do quanto seu cuzinho é apertado... me deixa louco — ele diz, beijando minhas costas, gemendo ofegante.

Ele sai quase todo e volta lentamente, uma tortura deliciosa. Levanta-se, tirando a mão do meu clítoris, segurando meu quadril com força, fodendo-me com intensidade.

— Haaam... aiii, meu cu, amor... — meu peito sobe e desce, o coração disparado.

— Isso, grita pra mim, gostosa... enquanto fodo esse cu perfeito... — ele responde, acelerando, dando um tapa que faz minha bunda arder.

Seus dedos roçam os saltos altos, e o prazer que ele me dá me torna completamente dele.

— Me fode gostoso... assim, vai... — peço, a voz entrecortada.

— Minha insaciável... você é tão minha, Gloria... toda minha — ele murmura, a voz carregada de posse.

— Hmmm... sim, sou só sua... continua... — respondo, afundando o rosto no colchão, gritando, empinando ainda mais.

Ele pega meus braços, puxando-os para trás, e coloco as mãos na minha bunda, abrindo-me para ele.

— Abre a bunda pra mim... deixa eu te foder melhor... — ordena.

Obedeço, e ele penetra por inteiro, suas bolas roçando minha intimidade. Solto um gemido longo, a excitação me consumindo.

— Caralho... que delícia... — murmuro, perdida no prazer.

Ele segura meus pulsos, metendo com uma pressão avassaladora. Sinto os primeiros espasmos de um orgasmo.

— Hmmm, vou gozar... continua... — imploro.

— Goza gostoso no meu pau, minha safada... sem minhas mãos, só assim... — ele diz, apoiando as mãos no colchão, mantendo o ritmo brutal.

Grito, o corpo tremendo enquanto gozo, me contorcendo sob ele.

— Hmmm... tô gozando... hmmm — murmuro, delirando.

— Haaam... também tô gozando...gostosa... — ele diz, gozando comigo, a ereção enterrada em mim, o corpo colado ao meu.

Ficamos parados por uns minutos, ele deitando a cabeça nas minhas costas, eu jogada na cama, sem ar, o coração ainda disparado.

Paulo

Saio dela devagar, sabendo que peguei pesado.

— Hmmm... aiii... — ela geme, sensível, quando termino de sair.

— Desculpa, minha linda, peguei pesado. É que tava morrendo de saudade — digo, deitando de bruços ao seu lado, apoiando a cabeça na mão, acariciando suas costas. Tiro os cabelos molhados da sua testa, admirando-a.

Ela me olha, sorrindo, e se levanta um pouco, apoiando a cabeça nas mãos.

— Foi um dos melhores sexos que já tive. Gozei com você só me comendo atrás... nunca tinha acontecido antes — diz, com aquele olhar de safada que me desarma.

— Um dos? — pergunto, erguendo as sobrancelhas, fingindo ciúme.

— O segundo... — responde, provocadora, o sorriso crescendo.

— Hummm — digo, fazendo cara feia, o ciúme real começando a queimar.

— Quer saber qual foi o primeiro? — ela pergunta, achando graça.

— Não sei se vou gostar... mas fala — respondo, deitando de barriga para cima, olhando o teto, os braços atrás da cabeça.

— O melhor foi em casa, dia 4 de fevereiro, com uma visita surpresa de um homem lindo, alto, de olhos verdes e pele bronzeada... — diz, aproximando-se do meu ouvido, mordendo meu pescoço.

Um sorriso bobo toma meu rosto, sou um idiota por essa mulher.

— Realmente, aquele dia foi imbatível... — digo, pulando em cima dela, virando-a de frente.

Beijo sua boca em um beijo lento, cheio de carinho, diferente da selvageria de antes. Levantamo-nos, e fomos tomar banho — já está tarde, e amanhã temos compromissos. No chuveiro, a água quente relaxa nossos corpos, e trocamos carícias suaves, um contraste com a intensidade de minutos atrás. Não a deixo ir embora; peço que durma comigo, e ela aceita. Deitamos, agarrados, felizes e exaustos, como dois anjos saciados.

[...]

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