Nos bastidores da novela Terra e Paixão, dois veteranos da teledramaturgia se encontram não apenas em cena, mas também na vida real. Paulo Rocha e Gloria Pires, ao darem vida a seus personagens, acabam despertando sentimentos que ultrapassam o rotei...
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Gloria
Acordo abrindo os olhos devagar o sol está nascendo, estou deitada em seu peito e estamos bem no meio da cama, descobertos e nus. Olho para ele e vejo que dorme em um sono pesado desço o olhar pelo seu corpo percebendo seu membro rígido então lembro da sua travessura no rio ontem e um sorriso diabólico aparece no meu rosto. Me levanto devagar para não acorda-lo, vou até a sacola que eu trouxe das coisas que comprei no sex shop, tiro um lubrificante e algemas com proteção
Volto pra a cama pego o seu braço esquerdo com cuidado e prendo na cabeceira, ele se mexe mas não acorda vou no direito prendendo-o também deixando ele de braços abertos totalmente exposto a mim. Me ajoelho do seu lado o observando me inclino passando a mão no seu pênis, ele respira mais forte jogando a cabeça para o outro lado e eu me inclino deixando-a bunda bem empinada, seguro na base do seu pau e começo a chupa-lo enfiando todo na boca o sugando, ele sussurra aparentemente despertando. Eu o engulo até a garganta e ele mexe as pernas respirando alto gemendo, não paro de chupa-lo e ele acorda puxando os braços desnorteado
— O que é isso, Gloria...? O que você tá fazendo? — ele pergunta, a voz rouca, com um arrepio percorrendo cada sílaba. Seus olhos se estreitam em confusão e desejo, fixos em mim.
Eu o encaro de lado, com um sorriso malicioso no canto da boca. Sinto o peso do olhar dele deslizando pelo meu corpo como se fosse toque. Me aproximo e deslizo a língua só pela cabeça do seu pau — ele está tão duro que posso sentir as pulsações contra os meus lábios.
— Gloria... — ele geme baixo, cerrando os punhos — Por que me prendeu?
Paro, mas continuo com a mão firme, subindo e descendo no ritmo certo. Me levanto devagar, os olhos colados nos dele, e deixo um sorriso escapar. Um daqueles de quem tem o controle total da situação.
— Lembra do que fez ontem? — minha voz sai baixa, carregada de provocação, enquanto continuo a masturbá-lo, o polegar brincando com a ponta úmida.
— Ontem... no rio...? — ele pergunta, confuso, tentando recuperar o raciocínio, mas falhando quando o corpo dele dá um leve espasmo de prazer.
Dou uma risadinha de canto, me abaixando de novo, o olhar firme, intenso, preso no dele.
— Eu disse que teria volta...
Digo isso e passo a língua lentamente pela cabeça do seu pau, que já está completamente lubrificada. Ele geme mais alto, os músculos do abdômen se contraem, e seus olhos fecham por um segundo — o rosto marcado por puro desejo.
— Aquilo foi só uma brincadeira, mulher... — ele diz, tentando manter a calma, mas a voz entrega. Sai meio trêmula, arrastada pelo desejo.
Ele se remexe, inquieto, mexendo as pernas, levantando levemente o quadril. A ereção dele salta, dura e latejando, pedindo mais. Me levanto devagar, os olhos ainda colados nos dele, sentindo o poder da antecipação.