Boa leitura
Paulo
Observo Gloria se afastar, o vestido vermelho ondulando a cada passo, a fenda revelando sua perna e me deixando com a imagem dela gravada na mente. Meu corpo ainda pulsa com o que aconteceu na mesa, e o desejo de terminar o que começamos é insuportável. Espero uns cinco minutos, pedindo licença com uma desculpa vaga sobre precisar fazer uma ligação, e sigo pelo corredor que Ana indicou. O som do salão fica abafado, e encontro várias portas, mas apenas uma tem a luz acesa por dentro. Ouço o barulho de água correndo, só pode ser ela.
Abro a porta de uma vez, sem bater, e a tranco atrás de mim. Gloria está de costas, diante da pia, retocando o batom o vestido vermelho destacando cada curva. Ela se vira, assustada, os olhos faiscando.
— Você tá maluco? O que tá fazendo aqui? Já não bastou aquela loucura na mesa? — diz, nervosa, mas sua respiração descontrolada e a pele arrepiada a entregam. Conheço cada detalhe dela, sei o quanto ainda está excitada.
— Vim terminar o que não dava pra terminar naquela mesa — respondo, avançando até ela, colando nossos corpos.
Beijo sua boca com fome, um desejo que parece me queimar por dentro. Ela resiste por um instante, batendo nos meus braços, mas não me importo. Desço os beijos pelo seu pescoço, sentindo o perfume que me deixa louco.
— Paulo, para! E se alguém chegar aqui? — ela tenta me empurrar pelos ombros, a voz tremendo.
Aperto sua bunda com firmeza, e ela geme, cravando as unhas nos meus braços.
— Ninguém vai vir agora.. cala essa boquinha linda e me beija — digo, a voz rouca, puxando-a para mim.
Levanto-a com facilidade, colocando-a sobre a bancada da pia. Devoro seus lábios, e ela retribui com a mesma intensidade, nossas línguas brigando por espaço. Ela separa o beijo, desprende a alça do vestido e deixa os seios expostos, o tecido caindo como uma cortina vermelha.
— Sem sutiã também? Gloria, que isso... — digo, incrédulo, o desejo misturado com uma pontada de ciúme. Como ela saiu do hotel assim, sem calcinha, sem sutiã, nesse vestido?
Ela me interrompe com outro beijo, e sinto o quanto me quer. A saudade dela é tão grande quanto a minha. Ela separa nossas bocas novamente, os olhos brilhando de desejo.
— Me chupa! Chupa meus peitos agora — ordena, puxando minha cabeça para baixo.
Obedeço com prazer, chupando um mamilo com força, mordendo de leve antes de passar para o outro. Ela geme, completamente entregue, os sons me deixando ainda mais louco.
— Haaam... hmmm... que saudade de você, meu amor... que delícia, isso, chupa gostoso... — ela murmura, a voz entrecortada.
Puxo-a para outro beijo, e ela devora minha língua com uma fome que iguala a minha.
— Agora é minha vez de te chupar — diz, com aquela cara de safada que me desmonta.
Ela desce da bancada, agachando-se com graça. Desabotoa minha calça, puxando-a junto com a cueca, e meu pau salta livre. Sem hesitar, ela o engole, tentando ao menos, chupando com uma gula que me faz jogar a cabeça para trás. Seguro a pia, olhando-a de cima, hipnotizado pelo jeito que me suga, babando, os lábios brilhando. Quero agarrar seu cabelo, mas me controlo — ainda temos um evento lá fora.
— Porra... isso, chupa seu pau, gostosa... do jeito que você gosta... — gemo, a voz rouca, o prazer quase me fazendo perder o controle.
A vontade de gozar é avassaladora, mas a quero ainda mais. Levanto-a, viro-a de costas e puxo a fenda do vestido, expondo sua bunda perfeita.
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Desejo oculto
FanfictionNos bastidores da novela Terra e Paixão, dois veteranos da teledramaturgia se encontram não apenas em cena, mas também na vida real. Paulo Rocha e Gloria Pires, ao darem vida a seus personagens, acabam despertando sentimentos que ultrapassam o rotei...
