Capítulo 30

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Boa leitura

Paulo

Estou contando sobre as fotos que fiz hoje de manhã, mas Gloria começa a me olhar de cima a baixo, fixando-se na minha boca, nos meus braços. Quando seus olhos encontram os meus, estão cheios de fome, pegando fogo. Ela pega um morango da tábua, prende-o entre os dentes, desabotoa os dois primeiros botões da camisa e passa os dedos entre os seios. Mordendo a fruta devagar, sem desviar o olhar, ela me deixa excitado na hora. Com os olhos nela, dou a volta no balcão, indo até o lado onde está sentada. Gloria continua empinada no banco, a bunda um pouco pra fora, na altura perfeita do meu membro, que já está completamente duro. Chego por trás, encosto-me a ela e a abraço, descruzando suas pernas com delicadeza. Minhas mãos deslizam lentamente pelo seu corpo, subindo até os seios fartos, que aperto com vontade. Ela geme baixinho, saboreando cada sensação.

Viro-a de frente pra mim. Seus lábios, avermelhados pelo morango, me chamam. Paro entre suas pernas, acaricio seu rosto, seguro sua nuca e a beijo com ternura. Nossas línguas se encaixam perfeitamente. Ela enlaça minha cintura com as pernas, e eu a pego no colo, caminhando até a sala. Já é noite, então ligo as luzes — quero ver cada detalhe do que vou fazer com essa mulher hoje.

No sofá, ela mantém as pernas em volta da minha cintura, os braços ao redor do meu pescoço, me prendendo a ela. O gosto do morango misturado ao dela é viciante. Sento-me com ela no colo, desço os beijos pelo seu pescoço e abro sua blusa enquanto ela puxa meu cabelo, forçando-me a chupar seus seios por cima do sutiã. Termino de desabotoar a blusa, tiro-a e a jogo no chão. Abro o fecho do sutiã, tirando-o por completo. Seus peitos fartos saltam livres, e ela começa a se esfregar no meu colo, deixando meu pau ainda mais duro.

— Hummm... amor... — ela solta um gemido arrastado.

— Eu tenho fome de você, mulher! — respondo, ofegante.

Respiro entre seus seios, subo ao pescoço, dando leves mordidas. Ela joga a cabeça pra trás, olhos fechados. Levanto-me com ela no colo e a deito no sofá de couro — não é muito grande, mas confortável. Fico por cima, e ela puxa minha camisa, tirando-a rapidamente.

Volto a beijar sua boca com mais intensidade e desejo. Ela aperta as pernas ao redor da minha cintura, se esfregando no meu pau. Chupo seu seio direito, passo para o esquerdo, mordendo levemente a carne e lambendo em seguida, sentindo-a se arrepiar. Minha mão alcança o botão da calça dela, abro-o e desço os beijos. Quando chego um pouco abaixo do umbigo, o interfone toca.

— Droga! — resmungo.

— Vai lá atender! — ela diz, rindo.

— Não sai daí, já volto! — aponto, levantando do sofá.

— Pode deixar!

Sei que é o jantar. Corro até o interfone, libero o entregador e volto pra ela. Pulo em cima dela, espalhando beijos pelo rosto e boca.

— Paulo! — ela ri. — O rapaz do restaurante...

— Ele demora uns minutos pra chegar aqui... — continuo a beijá-la.

A campainha toca. Levanto-me, abro a porta só o suficiente pra pegar a comida, agradeço o rapaz e coloco as sacolas na mesa de centro da cozinha. Volto ao sofá, pego o lubrificante na gaveta da mesinha ao lado e me encaixo entre as pernas dela, segurando a barra da calça.

— Agora vou terminar o que comecei... — digo, mordendo os lábios.

Puxo a calça dela, revelando uma calcinha vinho, transparente, toda rendada. Passo o dedão no seu clitóris, e ela fecha os olhos, gemendo.

— Molhada e quente, como sempre... — digo, lambendo os lábios.

— Esse é o efeito que você causa em mim — sussurra.

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