Geovana: Acabou a palhaçada. — chutou a porta de ferro onde Thaís, Maria Clara e Heitor estavam e assustou ambas e fez Heitor acordar aos berros.
Maria Clara mirou bem o rosto de Geovana e percebeu que estava irritada. Thaís levantou com dificuldade do chão e encarou Rafael, que cercou ela com mais dois homens.
Geovana: Vamos dar um passeio. — puxou Maria Clara pelos cabelos e ela levantou segurando Heitor. — Rafael, você sabe o que tem que fazer.
Deu uma piscada para ele enquanto saia do quarto puxando Maria Clara. Thaís arregalou os olhos ao ser segurada pelos dois homens.
Thaís: Rafael, não faz nada comigo, por favor. — começou a implorar, por mais que aquela ideia fosse repugnante, mas entre implorar e salvar sua vida e das meninas, ela preferia a primeira opção. — Por favor, você sabe que eu te amo, do meu jeito, mas eu amo... Nós ainda podemos ser felizes. — tentou tocar o rosto dele, mas não conseguiu, mas percebeu que ele parou, ficando perdido com o que ela falou. — Você é meu primeiro amor e nunca ninguém vai apagar isso. — fez a maior cara de piedade que conseguiu e ele se aproximou, a mirando seriamente.
Rafael: Isso pode até ser verdade, mas eu não quero dividir você com mais ninguém... Nem com elas. — apontou para a barriga de Thaís, que empalideceu na hora. — Meu único problema relacionado a você, são esses monstros e aquele imbecil.
Aproximou-se dela, tocando o rosto machucado. Thaís sentiu vontade de vomitar por sentir aquele homem lhe tocando.
Rafael: Você acha que nos podemos ficar juntos ainda? — agarrou a parte de trás da cabeça dela e Thaís começou a chorar, sendo obrigada a balançar a cabeça positivamente. — Eu também acho, meu amor... — abriu um sorriso.
Thaís percebeu que o problema de Rafael era que estava doente, ele estava louco e tinha acabado de perder a noção da realidade.
Rafael: Então eu vou ajudar nós dois... — tirou algo do bolso de trás de suas costas e fez um sinal para os homens que habilmente pegaram o rosto de Thaís e abriram a boca dela. Ela começou a gritar e a se debater. — É para o seu bem, Thaís. — aproximou-se com a mão fechada e ela gritava ainda mais. — Nós vamos ficar juntos, amor...
Ele segurou a boca dela e abriu a sua mão, soltando dois comprimidos na garganta dela, rapidamente fechou a boca dela, que ainda se debatia e tentava cuspir os comprimidos, mas não conseguia, pois o ar estava faltando e sem saída, acabou engolindo. Aos poucos foi amolecendo e caiu nos braços de Rafael, pálida.
Thaís: O que são esses comprimidos? — falou com a voz baixa, sentindo sua garganta queimar e cada parte de seu corpo tremer.
Rafael: Abortivos. — disse simplesmente e Thaís o olhou sem reação.
Thaís: Minhas filhas... — as lágrimas começaram a descer descontroladamente e suas mãos foram para em sua barriga. — Seu monstro. — deu um soco no nariz de Rafael, que a soltou no chão, surpreso. Os homens a seguram com força. — Eu vou te matar seu animal! Eu vou acabar com a sua vida.
Ela gritava e se debatia com uma força descomunal. Rafael a olhou e abriu um sorriso enorme.
Thaís: Minhas filhas...
Thaís gritava agora com as mãos na barriga completamente desesperada, enquanto era arrastada pelo galpão, tentava vomitar, mas ao perceber que estava fazendo isso um dos caras tampou sua boca, até o momento que foi jogada dentro do carro. Maria Clara arregalou os olhos ao ver o estado da tia e Geovana olhou para trás, surpresa.
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Arthur: O Piloto III 🎡
FanfictionSinopse: De maneiras muito diferentes, o automobilismo havia determinado quem eles eram: Arthur de piloto a chefe de uma das maiores escuderias do mundo. Lucas filho do maior nome que o esporte já viu, agora mecânico da fórmula 1. Juntos, eles busca...
