Capítulo 75 :

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Carla sentou em suas coxas e começou a brincar com o membro do marido, lambia, sugava, raspava os dentes, tudo em movimentos calmos, ele só urrava e impulsionava seu quadril à procura de mais contato. Carla cansou de brincar e engoliu seu membro com vontade, envolveu em sua mão onde não coube em sua boca, o membro alcançou o fundo de sua garganta, lambeu toda a extensão com maestria e retirou mordendo a cabecinha e sugando logo em seguida. Foi o fim para Arthur que soltou todo seu gozo em jatos na boca de Carla, sua garganta abrigou tudo, engoliu com vontade sentindo o gosto salgado e quente queimar as paredes de sua garganta. Passou sua língua em todo seu comprimento acabando de limpá-lo.

Subiu até seus lábios e o beijou com fome, enfiando sua língua com selvageria em sua boca, Arthur gemeu ao sentir seu gosto misturado na saliva dela.

Carla: Sempre tão saboroso — sussurrou após acabar o beijo.

Ela sobe nele, ficando em cima de seu membro já excitado, pega as suas duas mãos e coloca em cima das dele, passando pelo seu pescoço até chegar aos seios, onde infiltra pelo corpete. Arthur geme ao sentir sua pele sensível se arrepiar com seu toque.

Arthur: Eu te amo Carla!

Carla: Eu sei que sim.

Ela larga as mãos de Arthur da sua bunda, afasta sua calcinha, segura o membro grosso de Arthur e senta com tudo, os dois urram de prazer. Carla sente ir fundo e começa a se movimentar, coloca suas mãos no peito suado de Arthur para ganhar equilíbrio, começa a fazer movimentos de vai e vem, cavalgando com vontade em seu membro.

Arthur:  Carla... Você vai me matar qualquer dia desses — diz Arthur entre gemidos e ela sorrir. 

Ele olha em direção da escada e depois os movimentos que ela faz, se deliciando com a imagem de Carla sobre ele, seus lábios inchados, seu rosto vermelho e suado, seus olhos o devorando. Não perdeu tempo se levantou, ainda com Carla em cima dele, apoiando as costas dela na parede e segurou em seus quadris, ditando o ritmo. Ela mordeu os lábios abafando os gemidos, ele começou a devastar seu pescoço mordendo e lambendo a pele suada, enquanto ela continuava a cavalgar com toda pressão sobre ele, que rosnava enlouquecido, assim como ela.

Carla agarrou seus ombros e gritou em seu ouvido quando sentiu sua liberação, seu gozo escorrendo entre o membro de Arthur, ele estocou firme por mais duas vezes até que chegou ao auge, gemeu se liberando com vontade dentro dela. O suor de ambos estavam misturados, fazendo com que a pele brilhasse, estavam cansados, mas o desejo falava mais alto, não queriam parar. Subiram para o quarto antes que alguém os pegasse no flagra.

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Era mais um dia no hospital para todos que por ali passavam, inclusive o médico que tinha de barrar na sala de espera para aquela garotinha que parecia ser amada por todo o mundo. Além daquele namorado exemplar, toda a família esperava por uma imagem dela naquele dia que deveria ser especial e perfeito para a garota. O estado de Maria Clara começava a apresentar alguma melhora, mas nada tão avançado que ele pudesse animar aos familiares. Era como tinha explicado, demoraria dias, semanas ou meses para ela se recuperar totalmente.

Victor: Doutor, dois minutinhos e eu prometo que me lavo de álcool em gel inteiro! — juntou as mãos e olhou para o médico com um olhar piedoso. — Eu só queria encostar nela e dizer algumas coisas. Dois minutos, doutor! — falava sem parar e o médico respirou fundo.

Dr: Victor, você sabe que não é possível.

Victor: É aniversário dela, ela vai ficar lá o dia inteiro sem ter ideia de que há pessoas aqui com ela... Eu preciso falar com ela.

Arthur: O Piloto III 🎡Histórias para pegar e não largar. Descubra agora