Capítulo 130 :

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Aos poucos a festa foi chegando ao final quando as pessoas começaram a esvaziar a boate depois das cinco da manhã. Carla e Arthurr acabaram sendo um dos primeiros a irem embora, pois ficaram com a função de levar Beatriz para casa. Carla cada vez que olhava para sogra tinha vontade de rir novamente, pois ela estava deitada no banco de trás, com as pernas para o alto e cantando New York, New York. Arthur que tinha tentado se manter sério com a situação da mãe, não conseguia, pois ela estava em um estado hilariante.

Ao chegarem a casa, Arthur subiu para levar a mãe para o quarto e como punição pelo o que ela tinha aprontado, largou ela na cama de qualquer jeito e saiu, doido para ir procurar Carla. Ainda tinha assuntos pendentes com ela. Procurou no quarto dos dois e ela não estava, nem no que Heitor e as gêmeas estavam dormindo. Desceu para o térreo e com o calor que fazia, presumiu que ela estaria lá fora. E a achou na praia sentada em um canto afastado da casa.

Carla: Demorou Sr. Picoli. — levantou da areia e ficou de frente para ele. — Gostou da festinha que você promoveu? — cruzou os braços e abriu um sorriso debochado.

Arthur: Você se divertiu bem mais do que eu. — tentou tocar no cabelo dela, mas ela desviou. — O que foi?

Carla: Me deu uma dor de cabeça, acredita? — fez um biquinho e Arthur prendeu o sorriso, sabendo exatamente o que ela estava fazendo.

Arthur: Conheço alguns métodos que vão fazer sua dor passar em dois segundos.

Carla: Eu conheço alguns também. Se livrar das roupas é um deles.

Ela deu dois passos para trás e abaixou o zíper do vestido, que caiu aos seus pés mostrando a ele um conjunto de calcinha e sutiã rendado em um tom de vinho, fazendo par com uma liga da mesma cor que prendia uma meia cor de pele. Arthur abriu a boca, mas não soube o que falar, então continuou olhando para ela.

Carla: O que foi? Achei que você tivesse enjoado de mim, já que estava com aquelas fofinhas em cima de você. — colocou as mãos na cintura, falando calmamente com ele.

Arthur: Você sabe que não foi nada disso. — colocou a mão em sua própria cintura, imitando a posição dela.

Carla: Você merece um castigo, sabia?

Arthur: Mas você me ama e está morrendo de vontade que eu ponha as mãos em você, logo, não vai me castigar. — tentou a puxar, mas ela acabou escapando para trás.

Carla: Sou uma mulher auto suficiente, meu amor. — soltou as ligas e a jogou para Arthur. — Aproveita, é a única coisa que vai ter de mim hoje. — sorriu maliciosamente e então saiu correndo pela praia, se desfazendo no caminho do sutiã.

Arthur abriu a boca, parado feito uma estatua ao ver sua esposa correndo em uma praia quase pelada. Ao ver que ela corria para o mar, ele se ligou que era a sua deixa, além de que ela estava bêbada e poderia ser perigoso. Se desfez de suas roupas no lugar que viu que ela tinha deixado a calcinha e as meias. Entrou no mar e agradeceu por ele estar quente, foi andando com cuidado até onde ela estava mergulhando e se colocou na frente dela, assim que submergiu.

Arthur: Eu acho que a liga não é a única coisa que terei de você hoje.

Carla: Quem te garante isso, Arthú?

Arthur: E quem disse que eu preciso de garantias? — pegou os dois braços dela e a puxou em sua direção. Carla sorriu maliciosamente e passou as pernas em volta da cintura dele. — Você sabe que resistência não é o seu forte. — soprou no ouvido dela enquanto uma de suas mãos acariciava as costas dela.

Arthur: O Piloto III 🎡Histórias para pegar e não largar. Descubra agora