Taehyung, um poderoso mafioso, sentia um vazio desde a morte de sua esposa. Ele tentou preencher esse vazio com dinheiro, poder e mulheres, mas nada parecia funcionar.
Até que um dia seus olhos cruzaram com os de Louise, uma jovem com uma semelhança...
A festa estava em pleno andamento, e eu tentava ignorar o incômodo crescente dentro de mim.
Carla se movia pelo salão com uma confiança que me irritava, seu olhar provocador pousando sobre mim a cada instante, como se quisesse me falar de algo que eu ainda não sabia.
Minha mãe e meu pai estavam conversando com Hana e Elizabeth, e por um momento, senti um alívio ao ver que pelo menos ali havia uma conexão mais leve, sem os olhares pesados que Taehyung lançava constantemente sobre mim.
Eu podia sentir sua presença, mesmo sem vê-lo diretamente. Seu olhar era como uma corrente invisível que me mantinha presa, impedindo-me de relaxar.
Foi então que senti uma presença ao meu lado. Jimin.
- Então, você realmente é a esposa do Taehyung... - ele comentou, sorrindo de forma encantadora. Havia algo nele que transmitia uma aura de conforto, algo que contrastava fortemente com a frieza de meu marido.
- Sim... - respondi, minha voz sutilmente hesitante.
- Taehyung sempre foi reservado. Não imaginei que ele fosse se casar de novo tão rápido. Mas, olhando para você, entendo... - Jimin inclinou levemente a cabeça, analisando-me com um brilho curioso nos olhos.
- O que quer dizer com isso? - perguntei, franzindo o cenho.
Ele sorriu. - Você tem algo... uma presença cativante. Um jeito genuíno. É difícil não notar.
Me senti lisonjeada, mas antes que pudesse continuar a conversa, senti um toque firme envolver minha cintura. Taehyung. Seu olhar estava escuro, ameaçador.
- Louise, querida, venha comigo. - Sua voz era baixa, porém intensa, carregada de algo sombrio que fez meu estômago revirar.
Jimin apenas sorriu de forma compreensiva e ergueu levemente as mãos, como se dissesse que não queria problemas.
Mas havia um desafio silencioso naquele olhar. Algo que dizia que ele não tinha medo de provocar Taehyung.
Meu marido me puxou suavemente, mas com firmeza, atravessando o salão enquanto cochichava ao meu ouvido:
- Fique longe dele.
Eu quis questionar, argumentar, mas sabia que não adiantaria. Seu ciúme me envolvia como um veneno invisível. Eu sabia que aquilo não terminaria bem.
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Taehyung
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Desde o momento em que entrei naquele salão, sabia que teria que lidar com pessoas indesejadas. Eu odiava festas, mas minha mãe insistira e, por respeito a ela, permaneci ali.
Mas nada me enfurecia mais do que ver Jimin perto de Louise. Ele podia ser meu amigo, mas aquele olhar que lançou para ela... aquilo me fez desejar esmagá-lo ali mesmo.
Ela é minha.
Louise não percebe o efeito que causa nos homens. Sua beleza não é forçada, não é estudada. É genuína. Inocente. E isso a torna ainda mais perigosa. Homens como Jimin... eles se atraem por isso.
A festa seguia seu curso, mas minha atenção estava completamente voltada para ela. Eu a observava de longe, sua postura elegante, seu olhar nervoso... Jimin não a intimidava, mas a fazia relaxar. E isso me irritava ainda mais.
Caminhei em direção a eles. Meus passos eram calculados, e cada célula do meu corpo gritava para afastá-la de Jimin.
- Então, é assim que você recebe os amigos do seu marido? - perguntei, envolvendo sua cintura com uma posse clara. Meu toque não era apenas para demonstrar proximidade, era um aviso.
Louise piscou algumas vezes, como se tentasse encontrar palavras. - Eu só estava sendo educada...
- Não precisa ser educada com todo mundo. - Apertei levemente sua cintura, fazendo-a ofegar. Meu olhar encontrou o de Jimin, que mantinha sua expressão descontraída, mas havia um brilho de provocação em seus olhos.
- Relaxe, Taehyung. Estava apenas conhecendo sua esposa. Você deveria ficar feliz que estamos nos dando bem. - O tom dele era casual, mas eu sabia exatamente o que ele estava fazendo.
- Não preciso que ninguém se "dê bem" com minha esposa. Ela já tem a mim. - Minha voz saiu baixa, carregada de uma ameaça silenciosa.
Senti Louise tensionar ao meu lado, e isso só alimentou minha raiva. Ela ainda não entendia que pertencia a mim, e apenas a mim.
Eu a puxei para longe, ignorando os olhares ao redor.
- Você não precisa conversar com outros homens. Eu sou o suficiente para você. - Sibilei ao seu ouvido.
Ela ergueu os olhos para mim, desafiadora. - Você não pode me dizer com quem posso ou não falar.
Um sorriso lento surgiu em meus lábios. - Oh, minha princesa. Você ainda não percebeu que eu posso?
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Eita taeeee uma hora ele aprende a não ser tão obssivo...ou não kksksksksks Sysy e bella 💜💜💜